12 de janeiro de 2015

Julia Quinn, presente nosso em cada livro! ‪#‎JuliaQuinnDay‬ e ‪#‎EditoraArqueiro‬

Olá, Envenenados!
Hoje é um dia especial!
Claro, todos os dias são especiais, mas sempre há um motivo a mais para celebrarmos o dia. E o motivo de hoje chama-se Julia Quinn.
Hoje é o aniversário dessa autora espetacular e, como admiradoras incondicionais do seu trabalho, não poderíamos ficar de fora da homenagem que está sendo realizada.
Fomos convidadas a participar do Julia Quinn Day ( #‎JuliaQuinnDay e #‎EditoraArqueiro), para tentarmos expressar todo nosso respeito, carinho e desejos mais nobres para esta que, sem dúvidas, é uma das mais completas escritoras da atualidade.
Sempre gostei de ler e já expus aqui parte da minha trajetória literária, até chegar aos romances de época.
Embora tenhamos a mesma idade, sinto que ainda tenho muito a aprender com Julia Quinn.
É intrigante como passamos a querer bem uma pessoa devido ao seu trabalho, e assim tem sido com esta querida autora, que conheci através deste espaço, e por isso só tenho a agradecer por fazer parte desta família. Talvez eu jamais teria encontrado tantos personagens maravilhosos e histórias marcantes, como os que Julia Quinn criou, se não tivesse sido convidada a participar do As Envenenadas pela Maçã.
Aprendi muitas coisas na vida, algumas que levarei para sempre. Com relação aos livros, aprendi que um livro só nos pertence de fato quando o lemos e entendemos, que ele só vive quando o abrimos e deixamos que suas aventuras entrem em nossa alma e nos permitimos fazer parte de sua história.
Aprendi que, a partir do momento em que conhecemos uma história, ela pode ter sim influência sobre nós e nossas concepções e fazer sentido.
Aprendi também que um livro para ser classificado como excelente não precisa ser um clássico, escrito por alguém há muitas gerações.
Aprendi tudo isso aqui, neste blog e nos grupos dos quais faço parte nas redes sociais.
E uma das grandes professoras neste meu aprendizado foi Julia Quinn, com seu estilo apaixonante de contar histórias, de criar heróis e heroínas, de escrever livros para todos, homens e mulheres, pois seus textos não favorecem um gênero apenas.
Como ela mesma disse, “Vamos encarar os fatos: lemos romances para nos apaixonar. Sobretudo pelo herói. Sem dúvida, as heroínas são importantes – na verdade, em minha opinião, se a mocinha não for alguém que poderia ser a minha melhor amiga, o livro não faz sentido.” E esta é uma das grandes verdades. Se vamos ler romances, os personagens precisam nos conquistar.
Acho que o que deve variar mesmo é quem está lendo. Nós leitores é que devemos dar ao livro a intensidade que ele merece. Não me lembro qual autor disse que o final do livro fica a critério do leitor. Eu concordo e ouso ir além: é a nossa capacidade de envolvimento, sensibilidade e comprometimento que dará o tom da história.
Mas é a habilidade de gerar histórias e personagens críveis de um autor é que faz o casamento perfeito para a leitura.
Como é possível dar origem a homens como Simon Basset, de O Duque e Eu, que, contra todas as probabilidades, encontrou uma vida feliz ao lado de Daphne Bridgerton?
Duas pessoas tão diferentes, mas que se identificam de uma maneira tão limpa, sem frescuras: ele, definitivamente decidido a nunca se casar e jamais ter filhos: fruto de sua relação com a família que nunca teve. Ela, deseja seguir os passos dos pais, com um bom casamento e vários filhos.
Ou como Anthony Brigerdton que, fala sério, é fabuloso, poderoso e cheio de defeitos – adoro, não por ser masoquista, mas por adorar personagens possíveis.
Um homem que na superfície é um libertino, durão, acostumado a ter o que deseja, mas que no íntimo carrega um peso em seu coração e, de repente, se vê intrigado, desafiado e indefeso diante de uma mulher tão emocionalmente independente e incapaz de perceber seu poder sobre o solteiro da vez.

E o que dizer da emoção que foi conhecer Benedict Bridgerton. Este sim, me fez descobrir que gosto sim dos contos de fadas. Sobretudo se a mocinha não for tão indefesa, ainda que tenha que lutar constantemente contra todas as adversidades possíveis. Sobretudo se neste conto de fadas ambos precisam ser resgatados.
Não poderia dizer menos do querido Colin Bridgerton, que não tem camadas a serem retiradas para descobrirmos que é um homem lindo, que está disposto a tudo para alcançar sua felicidade, bem como a de sua amada.
Quisera eu ter o poder das palavras e poder expressar aqui toda a emoção que sinto ao falar desses personagens únicos. Quisera saber falar de maneira mais apaixonada, de forma a incendiar o teclado com todo amor que foi despertado, também como num conto de fadas, como aquela guria que estava adormecida e que é salva por um príncipe.
Não deixei de ser uma ogra com RG e tudo mais, claro que príncipes encantados não existem, mas ler Julia Quinn,foi como tirar uma película que mantinha os olhos do meu coração embaçados para as probabilidades de um amor verdadeiro. Porque sim, minha gente, ele existe.
Ele sempre existiu, e está dentro de nós. Só está aguardando aquele momento mágico em que o aceitamos, em que nos permitimos senti-lo.

Obrigada, Julia Quinn, por me fazer enxergar o amor que existe em mim.
Feliz aniversário, mulher sensível, doce e inteligente. Que sejamos presenteadas por muitos anos com seu talento, criatividade, sensibilidade e maestria para contar histórias tão lindas.

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