27 de outubro de 2014

Resenha: 'As Batidas perdidas do Coração' da @Verus_Editora



As Batidas perdidas do coração


Autora: Bianca Briones
Categoria: Romance brasileiro
Edição: 1

Editora: Editora Verus
ISBN: 9788576863229

Ano: 2014
Páginas: 400



Sinopse

Viviane acaba de perder o pai. 
Com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. 

Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro. 

Viviane pertence a uma classe social que ele despreza. Rafael é tudo o que ela sempre ouviu que deveria evitar. 

Eles são opostos, porém dividem a mesma dor. 

Jamais se aproximariam se a morte não os colocasse frente a frente, e agora, por mais que saibam que são completamente errados um para o outro, não conseguem evitar uma intensa conexão, que poderá salvá-los ou condená-los para sempre. 

As batidas perdidas do coração é uma história sobre perdas e como cada um lida com elas. 

É o encontro atormentado entre a dor e o amor.

Com uma narrativa sexy, envolvente e repleta de música, este livro traz a última tentativa de duas pessoas arruinadas que, juntas, buscam desesperadamente se encontrar.



Feliz de ter resgatado este livro das mãos da Math!!! Quase que o sobrinho dela de 4 anos leva o livro para ele, já que ficou encantado com a capa... mas, eu fui mais rápida e antes mesmo dela terminar a leitura... sequestrei!!! he he he he

Depois de ler um mesmo gênero repetidas vezes acho que é normal que as expectativas fiquem reduzidas e que os títulos e as sinopses soem familiares, mas quando algumas vezes o inesperado acontece e realmente perdemos algumas batidas do coração... aí sim vale a pena apostar e continuar lendo!!

Está difícil começar a expressar todos os sentimentos trazidos a tona com a leitura de um romance new adult, escrito para o universo jovem, que cá pra nós não é mais o meu. #prontofalei

Com umas pitadas de pimenta, mas que nem de longe podem descrever o tempero desse livro, me surpreendi e me apaixonei pela escrita de Bianca.

É muito limitante dizer que As batidas perdidas do coração trata de perdas, luto e da reação de cada um ao que é inevitável na vida, a morte. 

Não!!!

É muito mais, é sobre a dor que rasga e nunca se despede e também sobre as lembranças que fazem que a pessoa nunca morra de verdade. 

É sobre amor, amizade, família, dedicação, desprendimento, reconhecimento de que não podemos viver sozinhos, mas que nem mesmo o maior amor é capaz de fazer por alguém o que a própria pessoa não quiser que seja feito. 

É sobre as escolhas que afetam a sua vida e sobre as circunstancias que afetam a sua vida, das quais você não teve qualquer escolha. 

É sobre tudo que acontece, enquanto houver as batidas do coração.

A narrativa alternada entre Viviane e Rafael, bem como a playlist do livro criam uma atmosfera diferente e mesmo nos momentos mais difíceis dos personagens, quando o leitor pode até esquecer de respirar (juro, acontece!), a esperança de que tudo vai acabar bem, tanto quanto puder, se mantém e isso, em uma história como a de Viviane e Rafael, faz toda a diferença. 

Além disso, como toda boa brasileira, a autora consegue fazer graça mesmo em meio a desgraça...

“ – Bem, traga-o na semana que vem. Sua mãe vai querer conhecê-lo, e eu vou tentar não matar aquele rapaz.

- Hum... Você pensa muito nisso, não é? – finjo que estou zangada, estreitando os olhos.

- Em matar esse garoto?- Sim.- São tantas opções... – ele agita os braços inocentemente.

- Vô!

- Quer a lista em ordem numérica ou alfabética?”

As batidas perdidas do coração é impactante!

Seria simplesmente maravilhoso se todos tivéssemos a oportunidade de perder uma batida do coração, ter amigos que se importam, ter forças para recomeçar ou apenas que pudéssemos reconhecer o privilégio de não termos agenesia de “anjo da guarda”.

Beijos e boa leitura!





Sobre a Autora


Depois de ler o livro fui procurar saber um pouco mais sobre a autora...

A Math já tinha me falado maravilhas sobre ela, então fiquei muito curiosa!

Em seu site Bianca Briones revela que cria histórias desde antes de saber escrever e que prioriza a escrita desde 2010.

Também é autora da duologia Sonhos de Avalon de 2012 e do chick-lit Curvas para Cavill. 

É a nova aposta da literatura brasileira no gênero new adult e se continuar presenteando aos leitores com obras como As batidas perdidas do coração, é uma aposta certa!

Tem distribuído simpatia por onde passa e a cada dia vai conquistando mais leitores e fãs!!

Parabéns, Bianca!! 

24 de outubro de 2014

Sexta Envenenada: O Rei


Olá, Envenenados!

Depois de um longo período sem postar, devido aos compromissos de trabalho e da ressaca pós Outlander, estou retornando com um dos livros mais aguardados do ano, pelo menos para as centenas de fãs da série A Irmandade da Adaga Negra.
Após ter sido intensamente e definitivamente arrebatada por Amante Finalmente, como toda seguidora das aventuras de Wrath e seus Vampirões “Tudebão”, fiquei na expectativa para conferir história de O Rei, onde a disputa pelo trono da raça vampira prometia emoções fortíssimas.
Enfim, durante a Bienal de São Paulo em setembro, adquiri meu tão desejado exemplar, cuja capa e título são fiéis ao original de J.R. Ward – eu disse que O Rei seria O Rei. Quanto a isso, muito obrigada, Universo dos Livros.
Depois de recusar seu trono por séculos, Wrath, filho de Wrath, finalmente assumiu o manto de seu pai – com a ajuda de sua amada companheira. Mas a coroa pesa fortemente em sua cabeça. Enquanto a guerra com os Redutores continua, e a ameaça vinda do Bando de Bastardos está chegando perto de acontecer, ele é forçado a fazer escolhas que põe tudo e todos em risco.
Beth Randall pensou que sabia no que estava se metendo quando ela se relacionou com o último vampiro puro-sangue no planeta: não seria nada fácil. Mas quando ela decide que quer ter um filho, percebe que não estava preparada para a resposta de Wrath – ou a distância que essa decisão criaria entre eles.
A questão é: o amor verdadeiro vencerá?”
Assim, Wrath retorna com suas obrigações como rei “sangue puro” da raça vampira, com seus dilemas pessoais e seu humor bombástico.
Preciso ser sincera com vocês: o livro é bom, mas não correspondeu às minhas expectativas, e, no decorrer da postagem, vou explicando os porquês, antes que as demais fãs resolvam usar a estaca em mim, afinal, quem sou eu para agradar a todos? Mas tenho direito a uma opinião.
Como explico, de vez em quando, esta coluna não se resume a uma resenha. Aqui dou minhas impressões sobre os livros, personagens e até autores que mais me fascinam.
E mesmo não tendo caído de quatro por este livro, sou louca pela Irmandade e, por isso, pelo amor que tenho por Wrath e Cia., a Sexta Envenenada de hoje será o trono dos absintos do dia: suas majestades Wrath filho de Wrath e sua Beth, filha de Darius, acompanhados por Lassiter, anjo caído, que teve uma participação tão memorável quanto em Amante Renascido, embora em pouquíssimas páginas.
A história de O Rei conta os momentos de extrema tensão (pelo menos deveria ser assim: tenso) na disputa pelo trono, bem como a vinda de um possível herdeiro de Wrath e Beth.
Aqui veremos este guerreiro vivendo a ameaça de perder o trono e, ainda por cima, correr o risco de perder sua amada rainha, uma vez que Beth está decidida a ter um bebê.
Como a gravidez é um acontecimento extremamente arriscado para as fêmeas desta raça, Wraht está decido a não ceder às súplicas de sua amada. Isso gera um confronto que porá em risco sua união.
Como a maioria dos livros da série (todos), O Rei está recheado de histórias paralelas. Até demais, para o meu gosto.
É claro que um livro com 624 páginas que falasse exclusivamente sobre este casal correria o risco de ser entediante, até porque não seria o primeiro deles. Assim, ele conta a história de Trez e Selena – um dos irmãos sombra e uma das Escolhidas; também acompanhamos a relação, ou não relação, de Assail e Sola, que ainda não conseguiram me convencer.
A novidade aqui, que me encantou, foi a história, ou parte dela, dos pais do rei atual, Wrath (claro) e Anha (ainda me surpreendo com as escolhas dos nomes de alguns personagens).
Até aqui tudo bem, certo?
Acontece que passei um bom tempo lendo as histórias paralelas e, exceto as passagens dos ancestrais do vampirão rei, as demais tiveram um destaque tão desnecessário, que se igualaram à história central, se não tiveram mais destaque. Talvez este tenha sido este o maior motivo da minha irritação com o livro.
Sim, meu povo: “em todos esses anos nesta indústria vital, esta é primeira vez que isso me acontece.” Em todos estes anos, acompanhando as histórias desta série, nunca me senti tão frustrada ao ler um dos livros, ao ponto de querer parar com a leitura.
Como já disse, nos demais livros há histórias paralelas, mas elas têm uma ligação com a história principal, ou pelo menos com algum dos personagens do grupo principal, de uma forma ou de outra. Mas aqui, francamente, tive a impressão de estar lendo três livros diferentes, escritos por pessoas diferentes.
As histórias de Assail e de Trez fogem do estilo dos demais personagens.
Ainda não entendi o papel deste vampiro (Assail, que mais me lembra o nome de uma rede me mercados aqui do RJ: é só retirar o “l”) na série. E, para piorar, ele trabalha com os redutores – inimigos primários da raça vampira. Em sua obsessão por dinheiro e poder ele os tem como aliados, como fornecedor principal de drogas para que esses assassinos as trafiquem aos reles seres humanos.
Usando um dos termos mais repetidos no livro: CACETE, o filho da Virgem Escriba está munindo os assassinos dos seus pares, fortalecendo o inimigo??? Revoltante.
Fora isso, sua relação insossa com uma humana chamada Sola, que é supostamente brasileira, mas supostamente fala espanhol, supostamente tem tradições espanholas/latinas (?), que – como todo brasileiro, sob o olhar estrangeiro – é uma ladra que, obviamente herdou a profissão do pais, um condenado à prisão perpétua (no Brasil????).
Fala sério! Esta é a imagem que passamos?
Somos marginais que falam espanhol, no único país da América cuja língua-mãe é o  português, cujo Código Penal prevê uma pena máxima de 40 anos de xilindró (até onde sei)?
Tá! Poderiam pesquisar melhor nossa ficha, antes de pagarem esse mico, pelo menos aqui, e espalharem esses estereótipos desnecessários e irreais. Há quem, como eu, vá perceber isso e se sentir incomodado; nosso país não é perfeito, claro, mas são muitos os que o amam.
Além da incongruência da história desse casal, assistimos ao dilema de Trez e seu irmão iAm, que estão refugiados na mansão da Irmandade, pois o primeiro foi vendido à rainha de sua raça (que também não tem muita explicação até agora) pelos próprios pais. Ele deverá servir de “concubino” no futuro harém da filha da rainha sombra.
Acontece que Trez não aceita esta situação e se relaciona sexualmente com milhares de humanas (se contaminando, segundo os preceitos de sua raça) e, como cereja do bolo, se envolve emocionalmente com a Escolhida Selena, que também tem seus próprios problemas.
Estou falando demais sobre esses casais???
Claro, pois esta é a maneira como o livro conta história. A história dos personagens principais é permeada (tão exageradamente) pelas paralelas que o foco quase virou sombra.
Outra história (com muito mais sentido) que permeia o drama de Wrath e Beth, é a de Xcor, líder dos Bastardos, e da também Escolhida Layla. Uma história que tem uma verdadeira conexão com a principal, mas que teve pouco destaque em comparação com as demais. Vai entender.
Por outro lado, é melhor nem fazer muito comentário sobre esses dois, pois se houve momentos de decepção (repito, para mim) foi no que diz respeito a Xcor.
Estou com síndrome da leitora exigente? O que eu esperava?
Esperava que este livro seguisse o ritmo dos primeiros, que fosse intenso, sangrento. Esperava confrontos armados – bem característicos da série – invasões, sequestros, enfim, adrenalina escorrendo a cada página. Mas o que vi, na maioria dos capítulos, foram os conflitos emocionais, tramas sem conexão, exceto a de Wrath e seus ancestrais e Xcor.
O que não faltou aqui foi o marketing pesado, que nos primeiros livros era até simpático. Mas a excessiva descrição das roupas de marca, carros caríssimos, relógios, sapatos, celulares, lingerie e até móveis de bebê em O Rei, foi extremamente nauseante, sem falar dos cacetes, paus duros, infernos, depreciação da raça humana e piadinhas sem graça.
Para felicidade de alguns, nem os redutores, nem a V(aca) Escriba dão as caras por aqui, a não ser quando citavam seu escroto nome em vão.
Minha amiga chegou a me questionar se as minhas impressões não foram causadas pelo cansaço. Só que não.
Saí da leitura de Outlander, que tem 200 páginas a mais, inteira e cheia de disposição para reler a obra que me cativou de vez. Isso, conciliando com os meus, nada poucos, afazeres.
Então, não. Não foi o cansaço.
Foi a expectativa que não foi correspondida, foi a ausência dos Irmãos que, salvo um ou outro que tiveram algumas falas, praticamente sumiram da história.
É claro que não vou ser radical ao ponto de querer que todos eles marquem presença constante em todas as histórias. Novos personagens devem ter seu lugar ao sol, ou lua, como é o caso, mas tem-se dado muito espaço para personagens “nada a ver” e aqueles, como Murdher caem no esquecimento.
A história de Wrath e Beth é linda demais para ser figuração. A relação de Beth e John Mattews que prometia, tornou-se um pontinho verde no oceano, até não ser mais citado.
Sim, o reinado de Wrath sofre um grande (ou não) abalo; Beth não facilita sua vida e, realmente seu amor será testado até o fim.
Mas não posso dizer que não gostei de O Rei, justamente porque esses personagens principais, e sua grande família, fazem a diferença. E Lassiter dá mais um show, literalmente, com suas falas e irreverência ao dar soluções a algumas situações.
Pelo visto, ainda há o que ser contado sobre a Irmandade, ainda que os Irmãos tenham se tornado coadjuvantes.
Espero que leiam a história e tirem suas próprias conclusões e, por favor, as compartilhem, para que esta leitora neurótica saiba se surtou de vez e virou uma fã exigente demais ou se O Rei deixou a desejar para mais alguém.
Até a próxima!
Fiquem bem, e Carpe Diem!


20 de outubro de 2014

Resenha: 'Coroa da Meia-Noite' da @GaleraRecord



Trono de Vidro

A coroa da meia-noite


Série: Trono de Vidro
Volume: 02
Tradutor: Mariana Kohnert

Editora: Galera 
Páginas: 406
ISBN: 8501401390
Publicação: 2014


Sinopse

Celaena Sardothien, a melhor assassina de Adarlan, tornou-se a assassina real depois de vencer a competição do rei e se livrar da escravidão. 

Mas sua lealdade nunca esteve com a coroa. 

Tudo o que deseja é ser livre e fazer justiça. 

Nos arredores do castelo, surgem rumores a respeito de uma conspiração contra misteriosos planos do rei, mas antes de cuidar dos traidores, Celaena quer descobrir exatamente que planos são esses. 

O que ela não imaginava é que acabaria em meio a uma perigosa trama de segredos e traições tecida ao redor da coroa. 

Em Adarlan, um segredo parece se esconder por trás de cada porta trancada, e Celaena está determinada a desvendar todos eles para proteger aqueles que aprendeu a amar.


Foi quase um ano de uma espera angustiante...

Se você leu Trono de Vidro (Clique para ler a resenha!), sabe do que estou falando!!

O livro arrebatou meu pobre coração e eu estava com muito medo de ler a sequência: Coroa da Meia-noite.

Medo, porque geralmente o segundo livro de uma série é decepcionante e sofrível... Mas, para minha agradável surpresa... este me deixou de queixo caído logo nas primeiras páginas. 

Celaena depois de vencer a competição que a consagrou na assassina do rei, parece viver uma vida de glamour e frivolidades gastando desmedidamente seu salário a cada missão exigida do rei.

A cada cabeça que joga aos pés do monarca psicopata, Celaena consegue ganhar sua confiança e respeito.

Mal sabe o rei que nem tudo o que Celaena faz é o que parece...

Nessa fachada de assassina brutal e má, ela vai se estabelecendo dentro do castelo e sua fama no reino só cresce.

Mas entre as missões que é obrigada a realizar, o romance aparece de forma crescente e o triângulo amoroso mais delicioso das série atuais vai tomando forma, contorno e finalmente os olhares e toques sensuais se transformam em algo mais ousado...



Chaol continua sério e leal ao príncipe Dorian, mas chega uma hora em que fica difícil resistir aos encantos de Celaena. Ele se deixa levar e as cenas entre os dois pega fogo!!!

Já o príncipe Dorian permite que Celaena escape de seus dedos, pois algo de extremamente inusitado e surreal começa a acontecer com ele. Algo que leva a história a novos rumos e, surpreendentemente, aos braços de Celaena sem que os dois percebam.

Quem fica com quem??? Só lendo para descobrir... #Tômá

Bem, reviravoltas e surpresas caem durante a leitura numa cascata louca de acontecimentos que me deixaram sem fôlego por várias vezes. Novos corredores do castelo são desbravados e neles vamos descobrindo junto com Celaena que os planos do rei são mais malévolos que podíamos imaginar.

Numa missão que deve cumprir, Celaena acaba encontrando antigos aliados e se vê numa trama perigosa que pode comprometer todo seu esquema de vingança, pois apesar de trabalhar para rei sua meta continua sendo a de desmascará-lo e destroná-lo.


As cenas de ação estão totalmente sangrentas e violentas... A autora não poupou detalhes minuciosos dos movimentos de Celaena com espadas, adagas e outras armas...

Mortes acontecem e me vi chorando algumas vezes durante a leitura, porque apesar de serem necessárias elas afetam tanto Celaena que sua frieza e determinação a deixam quase irreconhecível. Totalmente implacável!!


Celaena está mais madura e sua magia vai crescendo a cada missão e aventura que passa. Cresce tanto que no final do livro temos uma revelação que tira o nosso chão e abala as estruturas de Adarlan.

Aliás, revelações não faltam neste livro...

A última página desvenda e revela as suspeitas de muitos no decorrer da leitura do primeiro e do segundo livro. Sarah J. Maas, vai deixando várias pistas ao longo de sua escrita e para quem já lê este tipo de livro há mais tempo... vai pegando os sinais e não se surpreende lendo as linhas finais.

O final é PERFEITO e claro (!) que deixa aquele gostinho de quero mais!!!



A Galerta Record mais uma vez arrasou na escolha da capa e contra capa!! Não digo isso por vermelho ser a minha cor preferida, ok?! Mas, simplesmente amei!!


Uma das melhores séries atuais!!!



Amooooooooo... essa arte!!!

Cuidado!!! Em certas sequências de ação... pode espirrar sangue do livro... 
Prepare-se!!!


Beijocas,


16 de outubro de 2014

Ainda somos crianças!!

Dia 12 de outubro passou e com ele sempre vem aquela sensação de que ainda somos crianças...

Impossível deixar de lembrar de todas aqueles filmes que assistimos... dos livros que lemos e das brincadeiras que fizeram parte da nossa infância!

Nesse dia, nossas frases sempre começam com: "Quando eu era criança..." e aí nossa mente nos transporta para aquele tempo cheio de inocência e magia.

Então, para relembrar e 'voltarmos' a infância... nada melhor que ler livros infantis!!

Fiz uma coletânea de livros 'velhos' e 'novos' que talvez você já conheça, mas que são meus queridinhos!!

Espero que gostem...

Para quem curte um bom livro sobre amizade...



Livros que tratam sobre diferenças sem preconceito e com uma sensibilidade linda!!





Livros engraçados e divertidos...






Livros de amor...





Livros antigos e que, muitas vezes, se tornam clássicos...




São tantos livros que nos inspiraram e que trazem a magia da infância de voltaaaaaa...

Se joga na literatura infantil... assuma a criança que há em você!!

E quando estiver cansado do dia a dia da vida adulta... corra para a estante e se encante novamente!!

Beijocas,


11 de outubro de 2014

Resenha: Em meus pensamentos pela @novo_conceito


Em meus pensamentos

Autor
: Bella André

Editora: Novo Conceito
Série: Os irmãos Sullivans vol. 08
Categoria: Literatura Estrangeira
Páginas: 288
Lançamento: 2014

saraivasubmarinotravessa







Sinopse:

Quantos de nós podemos contar com uma segunda chance? Grayson Tyler enfrentou uma tragédia três anos atrás. Agora, ele está recomeçando sua vida nas montanhas da Califórnia. Talvez a paisagem calma, com céu azul, mar e montanhas, o ajude a se esquecer do passado infeliz. Nesse refúgio, ele também deseja ser esquecido por todos que o fizeram sofrer. 
A tranquilidade vai embora para sempre no dia em que a energia vibrante de Lori Sullivan invade a sua vida. Uma bailarina tão linda quanto impertinente, que não costuma levar desaforo para casa e não está nem um pouco interessada em agradar. O magnetismo entre os dois promete tirar, literalmente, o sossego de Grayson, mas o fazendeiro solitário não está disposto a baixar a guarda. Ele não vai deixar essa novata virar sua vida de cabeça para baixo.



Depois de seis livros dedicados aos meninos Sullivan, agora a vez é de Lori, a gêmea má! Com uma personalidade nada fácil, Lori ganhou o apelido de “mázinha” e incorporou de forma definitiva a atitude correspondente ao seu dia a dia, o que ela não esperava era sofrer uma crise de autopiedade e, de jeito algum deixaria que sua família visse isso. 

Ela tem uma reputação a zelar.
Por isso Lori resolve se esconder em uma cidadezinha agrícola e, assim que chega a cidade vê um anúncio de trabalho: “Precisa-se de trabalhador rural”. Rapidamente ela tem a brilhante ideia de se candidatar ao cargo, só que esperava que o tal fazendeiro fosse um velhinho precisando de ajuda, o que tornaria muito fácil seu objetivo de se manter longe de um novo amor, só que ao chegar à fazenda Lori se depara com o lindo e mal humorado Grayson Tyler!

Os dois não poderiam ser mais diferentes, mas a atração foi inevitável.
É claro que Grayson não é um Sullivan, então, não adianta prever ações românticas da parte dele tentando conquistar Lori. Só muito depois de um festival de rabugices e grosserias é que as coisas começam a melhorar. 

É, definitivamente, a Sra. Mary Sullivan deveria lançar um livro de ajuda aos pais sobre como criar homens perfeitos...  

Diferente a história dos irmãos, achei essa história menos crível, mas nem por isso é menos divertida. Algumas partes são dignas das comédias estilo pastelão onde a mocinha da cidade se vê coberta de lama ao limpar o chiqueiro, ou, já imaginou alguém com um micro vestido de paetês correndo atrás de galinhas e, para completar, usando salto alto? Pois é, o livro rende boas risadas.

Bella Andre manteve seu estilo ao apresentar uma leitura rápida, leve e divertida, mesmo nos momentos mais dramáticos dos personagens. É uma leitura perfeita para aquela noite da semana que ficou desocupada... 
Sessão das 8:00! 

Para quem, como eu, achou que esse seria o último livro da série, novidade, os irmãos Sullivan tem PRIMOS! Resta saber se a perfeição é devido à genética ou se foi mesmo obra da boa educação...rs

Boa leitura e, divirtam-se!

Beijos,



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