16 de maio de 2014

Sexta Envenenada: De Repente, o Destino

Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha

Amor é sorte

Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema
Sexo é imaginação
Fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia
...
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem
Amor sem sexo
...
- Amor E Sexo - Rita Lee
— Não guarde rancor e não vá para a cama com raiva. Isso contamina. Mesmo que esteja
furiosa com a outra pessoa, pergunte a si mesma se sua vida seria melhor sem ele. Se a resposta for
sim, melhor sair dessa cama e ir embora. Se a resposta for não, então lhe dê um grande beijo.
Converse sobre o que está errado, tente corrigir e superar e siga em frente.” P. 43
Olá, Envenenados!

Voltei!
Não de ônibus, graças a Deusa!
Estava louca para compartilhar com vocês uma descoberta. Bom, pelo menos para mim, né, pois certamente muitos leitores devem conhecer a autora que eu trouxe hoje.
Pois é, há algumas semanas ganhei da minha chefinha dois livros de uma série de quatro da Susan Fox. Como eu tinha outros para dar conta, os deixei completando minha mais nova prateleira (estou toda besta com o trabalho do meu pai). Enfim, concluídas algumas prioridades, escolhi o primeiro dessa série para começar a leitura, mais por curiosidade pela escrita dessa autora cujo trabalho é inédito para mim.
Assim, mergulhei na história de De Repente, o Destino, cuja capa é bastante feminina e me agradou bastante e está na sua segunda edição pela editora Única.
Esta série conta a história das irmãs Fellon, Theresa, Kat, Jena e Merilee.
Estou tão impressionada com o trabalho de Susan Fox que escolhi os protagonistas do primeiro livro da série, Damien Black e Theresa Fellon para receberem o troféu absintos de hoje.
“Quando o destino age a favor do amor, não há como resistir!
A vida de Theresa Fallon sempre foi cercada de estudo e teses, afinal, ela é o gênio da família e se orgulha disso. Mas o destino... ah, o destino! Voltando da Austrália para o Canadá para o casamento de sua irmã mais nova, Theresa conhece Damien Black, um homem elegante e extremamente sedutor. Apesar de sua personalidade um tanto arrogante negar a atração, existe algo nele que faz com que ela queira se entregar totalmente.
Damien já está cansado de ser assediado por mulheres. Escritor de sucesso e incrivelmente sexy, ele não precisa se esforçar muito na área da conquista feminina. Quando conhece Theresa, o jogo da conquista se torna realmente tentador e ele usará seus dotes para conquistá-la.
Será um longo voo. E nessas horas eles terão tempo suficiente para aproveitar essa brincadeira do destino...”
Sentiram o drama?
Logo que comecei a leitura me identifiquei com a Theresa – não que tenha um QI de gênio, aff! Claro que não! Nem que eu tenha necessidade extrema de controlar tudo, Deus me livre! Mas, depois de um casamento que não deu certo, sob vários sentidos, passei a evitar relacionamentos mais duradouros. A diferença é que eu amo a minha liberdade em tudo e Theresa procura não se envolver emocionalmente, primeiro porque teme sofrer novamente outra decepção; em segundo lugar, acredita que não desperta desejo no sexo oposto.
A primeira razão é fácil de entender, mas a segunda diz respeito à maneira como foi educada: por ser a filha mais velha, sempre foi uma espécie de coordenadora das irmãs mais novas, nunca confiando totalmente que elas fossem cumprir de maneira eficiente as tarefas delegadas pela mãe; no colégio os guris sempre se aproximavam com interesse em seu desempenho em trabalhos e avaliações. Então, cresceu acreditando que apenas suas habilidades e intelecto eram atraentes.
De repente ela se vê incumbida de organizar o casamento da irmã caçula e precisa se afastar por algumas semanas da Universidade de Sydney, onde é trabalha, para voltar ao Canadá e por em prática o projeto que organizará desde o voo.
De acordo com sua assistente recém-casada, ela deveria recorrer àquelas revistas de noivas para se orientar. Assim, ela entra em uma livraria dentro o aeroporto.
“Merilee precisava de ajuda, e eu a amava. O mesmo posso dizer de nossas irmãs Kat e Jenna, é claro, mas, como sempre, eu era quem organizava as coisas. Para falar a verdade, eu gostava de estar no comando. Na verdade, preferia fazer as coisas eu mesma, para garantir que saíssem direito. Arrogante, metida, irritante? Por causa do meu impressionante QI, das expectativas dos meus pais e das responsabilidades que caíram sobre mim desde cedo, haveria alguma maneira de eu ser diferente?
Portanto, justamente eu, que não acredito nessa conversa de véu-e-grinalda-e-promessas-de-amor-eterno, estava agora em busca dessas revistas cheias de babados para complementar a gigantesca bíblia de planejamento de casamentos que eu havia comprado na livraria. Assim que eu passei pela fiscalização do aeroporto de Sidney no domingo à tarde, fui direto para a livraria.
Uma pilha de livros de capa dura perto da entrada me chamou a atenção. A pirâmide em construção dava destaque para Wild Fire, o novo livro de um dos romancistas mais populares da Austrália, Damien Black. A balconista pregava nas capas adesivos de ‘exemplar autografado’ que, com suas chamas misteriosas em amarelo e vermelho sobre fundo preto, davam um toque berrante a elas chamando a atenção.
Como socióloga especializada no estudo dos aborígenes australianos, eu conhecia o Black. Ele tinha ascendência aborígene e escrevia histórias de mistério paranormal protagonizadas por um policial aborígene australiano.
Embora eu raramente leia ficção, já havia comprado um dos seus romances. Era surpreendentemente divertido, mais ou menos preciso com os fatos reais e com observações perspicazes aqui e ali, mas só aqui e ali. Achei que seu trabalho era principalmente, e grosseiramente, comercial. Esse cara deveria dedicar seus talentos de escritor para algo mais sério.
Eu certamente não pretendia ler outro de seus livros.
— Desperdício de tempo. Simplista e superficial.
— Senhora? — a balconista se virou para mim.
— Sinto muito — Um dos perigos de passar tanto tempo sozinha... Eu tinha o péssimo hábito de expressar meus pensamentos. — Eu não quis dizer isso em voz alta.
A funcionária da loja sorriu:
— Não se preocupe. Contudo, muitos leitores discordam de você. Ele com certeza vende muito bem. No meu caso, não consigo largar seus livros, fico acordada a noite toda, e isso aconteceu mais de uma vez — ela piscou. — Mas bem que ele poderia fazer isso comigo em pessoa... Ele acabou de autografar estes livros e, olha, o homem é um gato.
— Tenho certeza de que ser um tesão é um critério importante para uma pessoa escolher sua leitura — retruquei secamente.
Um homem que ria abafado me disse que alguém tinha ouvido esse meu comentário.
A garota olhou por cima de meu ombro. Seus olhos se arregalaram e o rubor preencheu suas bochechas.
— Oops! Sinto muito — Ela abaixou a cabeça e se concentrou em continuar colocando adesivos nos livros.
Virei-me e vi um homem que com certeza poderia ser chamado de “tesão”. Suas roupas eram simples até demais, jeans surrados, uma camiseta básica, mas que cobriam um homem alto e musculoso. Seu rosto e seus braços estavam bronzeados e ele, obviamente, não ligava para cortes de cabelo. Embora eu não fosse fã de cabelos longos, as ondas pretas brilhantes que desciam até quase a altura dos ombros combinavam com ele. Apresentava um rosto forte e olhos cinzentos exóticos e brilhantes, que estavam agora me avaliando com um toque de humor.
Senti a presença física dele de modo diferente, como homem. E de mim como mulher. A maneira que definitivamente eu não costumava reagir a um cara. Havia algo de familiar nele, mas eu tinha certeza de que não o conhecia. Eu teria me lembrado dessa bizarra sensação...
— Não vai comprar um livro, então? — perguntou ele provocativamente, com um sotaque australiano.
Envergonhada por minha reação, desviei meus olhos e murmurei:
— Não.
Quando me virei para ir embora, eu o ouvi dizer:
— Não sabe o que está perdendo.
Por que eu me sentia como se estivesse fugindo dele? Afastei esse pensamento – e o homem – da minha mente enquanto comprava uma garrafa d’água e, em seguida, me dirigi para a seção das revistas.”
Adivinhem quem era o alto e tesudo?
Pois é.
Muitas coisas me surpreenderam nesta obra.
Uma delas foi a forma como a autora apresenta a história. É a primeira vez que leio um livro que é contado na primeira e na terceira pessoas. Alguns capítulos mostram a perspectiva de Theresa, que narra suas impressões e reações ao que vai acontecendo. Outros são contados pelo narrador observador, que descreve as impressões de Damien. Isso, meus queridos, tornou a leitura uma aventura muito gostosa e distinta de tudo o que já li.
Sempre reclamo das histórias que são centradas em apenas dois personagens, que ficam cansativas e sem variedades.
Susan Fox conseguiu alinhavar uma história cheia de sensualidade, erotismo de primeira, humor, realidade social e histórica.
Imaginem vocês que, em meio ao tesão danado do livro, ela conseguiu encaixar temas sociais de suma importância, e eu como sou tarada por história e sociologia tive um terceiro motivo para eleger Susan Fox uma das minhas autoras mais queridas.
Damien Black é um escritor australiano de muito sucesso em seu país e está entre os solteiros mais sexys na atualidade, que está iniciando sua turnê pelos Estados Unidos e Canadá pela primeira vez. Além de sexy, e tudo mais, ele é carismático, divertido e observador.
Quando percebeu que a mulher que considera seu trabalho como lixo superficial seria sua vizinha de voo, decidiu que deveria aproveitar a oportunidade que o destino lhe apresentou. E, mesmo que ela deixasse bem claro seu desejo de trabalhar, montando o projeto do casamento em seu computador ou corrigindo as provas de seus alunos, era inevitável tentar derrubar suas defesas.
A toda e qualquer oportunidade que surgia, ele aproveitava para travar diálogos com a professora.
Durante o voo muitas coisas acontecem, na verdade, quase metade da história é contada dentro desse primeiro voo, desde a comissária de bordo Carmem, que o reconhece e passa a flertar com ele, até as cenas mais excitantes e inimagináveis que poderiam acontecer dentro de um avião.
Eis aqui um livro que se enquadra perfeitamente no último Doce Veneno. Aqui os personagens são muito possíveis, apesar de, para algumas pessoas, parecer muito instantâneo o envolvimento dos dois. Damien desafia Theresa o tempo inteiro, provocando-a, mas apenas com a intensão de fazê-la soltar-se mais, para então conhecê-la melhor.
Percebendo que ela não faz ideia de quem ele é na verdade, resolve tentar conquistá-la antes que ela o relacione ao autor de sucesso. Entendam: não é um canalha aproveitador que está doido para dar uma trepada com uma mulher gostosa. Isso ele teria facilmente com Carmem que, descaradamente se esfrega nele (aquela vaca, bem podia ser eu). Não: o que o seduziu mesmo foi a falta de interesse de Theresa, além de sua posição quanto ao seu trabalho.
Como estão na classe executiva, há uma boa distância entre seus assentos, mas, como ela está muito envolvida com as revistas de casamento que comprou e tem o hábito de resmungar, ele aproveita para se aproximar e ambos trocam ideias e começam a perceber que existem afinidades.
“Ao lado dele, Theresa murmurava para si mesma, tirando sua concentração. Ele ouviu algo como:
“Por apenas seis mil dólares, você também pode ficar parecida com um parfait de morango”. E então: “Ou uma múmia”. Seu cérebro não conseguia entender o que estava ouvindo. Quando ela disse: “Não pode pesar mais de quarenta quilos. Se um homem a abraçar, ela vai se partir em duas”, ele teve que abrir os olhos e olhar por cima dela. O que ele viu o fez rir. Ela tinha uma revista de noivas aberta em sua frente.
— Vestidos de noivas? O que aconteceu com todo o trabalho que tinha que fazer?
Suas bochechas coradas combinavam com sua regata.
— Eu pensei que estivesse dormindo.
— Difícil dormir com todos esses resmungos — brincou Damien.
— Ai, droga. Desculpe. É um mau hábito.
— Não se preocupe. Mas estou curioso. Um parfait de morango custa seis mil dólares?
Ela folheou as páginas e ele olhou para uma combinação de rendas da cor de um milk-shake de morango. Ele soltou um assovio.
— Isso é ridículo — Suas linhas caídas o fizeram pensar em um sorvete derretido, e ainda havia uma coisa grande na cintura, que devia ser provavelmente um laço, mas que parecia um morango gigante amolecido. — Mas os vestidos de noiva não deviam ser brancos? Quero dizer, a menos que você seja asiático ou algo assim.
— O rosa é a última tendência. Mas, sim, a maioria é branca ou creme. Olhe para isto. Outra página virada, e ele viu uma mulher pálida, de aparência triste, cujo corpo magro estava envolto várias vezes no que parecia uma bandagem de gaze. Ou uma múmia.
— Ela parece um cadáver, então acho que é justo que seja embrulhada como uma.
Theresa riu e, com os olhos brilhando, virou a página.
— Que tal isso?
Essa também não tinha nem peitos nem bunda. Meu Deus, ela era mais do que magra, era cadavérica.
— Caramba, uma mulher-vareta — e Damien fez uma careta. — Assustador. Como alguém poderia achar isso atraente?
Ela balançou a cabeça com firmeza, os cabelos ruivos se agitando e depois se acalmando.
— Eu não acho, tenho certeza. — E acrescentou — Que mensagem horrível isso passa para as mulheres mais jovens.
— Sim. E pode crer, se elas ficarem assim, nenhum cara vai se casar com elas — Ele não podia imaginar qualquer homem com sangue correndo nas veias querendo transar com um esqueleto.
E por falar em sexo... Damien aproveitou a desculpa de abrir o cinto de segurança, inclinou-se e deixou o braço esbarrar no dela, sentindo uma leve conexão.
Então, rapidamente, se afastou. Merda, o que ele estava fazendo? Obviamente, aquela mulher estava comprometida, apesar daqueles dedos sem aliança. Já era hora de parar de querer seduzir a professora.
Isso não queria dizer que não pudessem conversar, no entanto. Ele virou outra página da revista, depois outra.
— Bem, pelo menos essa menina tem curvas, abaixo da cintura, tudo bem... Cara, olha essa bunda dela... — então, ele olhou mais de perto. — Ou será que é o vestido que faz parecer tão grande assim?
— Descobri que se chama corte sereia. Sim, ele de fato acentua a... er... o traseiro, curvando-o e depois se abrindo, para que ela possa caminhar. Ou pelo menos mancar...
— É, com certeza ela não poderia dançar uma valsa vestindo um desses. [...]”
Percebam a minha situação: não conseguia largar o livro de jeito nenhum. Imaginem a minha cara a caminho do centro da cidade, sentada no metrô, lendo isso:
“Theresa provou uma colherada de seu musse e sua expressão mostrou a Demian que ela tinha esquecido sua pergunta sobre a ocupação dele. Sua atenção estava em sensações que pareciam quase orgásticas.
Ele adoraria ser o responsável por aquele brilho de prazer em seu rosto.
Ela deu outra colherada e depois sugou lentamente a colher, com os olhos fechados, e seu pênis latejou enquanto ele imaginava aqueles lábios em torno dele.
Para aumentar ainda mais a tortura, ele escolheu um morango maduro médio e estendeu a mão para mergulhá-lo no musse. Ela arregalou os olhos para em seguida estreitá-los de raiva, então ele levou o morango à boca de Theresa. Ela sorriu e estendeu a mão para aceitar a dele, do mesmo modo como ele tinha feito quando provou o salmão. Theresa abriu a boca e fechou os lábios em torno da ponta coberta de chocolate.
Ah, sim, ele estava completamente ereto agora.
O calor dos dedos suaves contra sua mão, o brilho de prazer em seus olhos, a forma como os lábios se fechavam em volta da fruta vermelha. Aquele diabo de morango tinha até um formato parecido com a cabeça de seu pênis.
Enquanto Theresa mordiscava lentamente o fruto preso entre seus dedos, Damien estava aliviado por ter colocado o guardanapo no colo. Especialmente quando Carmen veio servir café.”
Que situação, a minha! Eu virei tanto o livro que quase o fechei e perdi a página. Claro, assim como eu fico de butuca no que os outros andam lendo, pode haver outra curiosa como eu, ou curioso. Mas a excitação que cenas como esta e muitas outras, ainda mais picantes, além de provocarem calores intensos me deixou com sorriso muito idiota no rosto.
Envenenados queridos, estou de quatro por Damien Black e Susan Fox.
Seus personagens, como disse, são tão críveis que tomam banho, fazem xixi, dormem depois do sexo e embora seja um sexo esplêndido, Damien sente necessidade de dormir, como acontece com as pessoas normais.
Embora a história esteja focada em ambos, vamos conhecendo os demais personagens através de suas descrições.
Devo dizer também que a Única fez um trabalho muito bom, tanto na tradução quanto na edição, pois o livro é desbocado sem ser vulgar.
Amei demais da conta, e não “tô” nem aí para quem é contra spoiler, pois eles fazem muito gostoso no avião “tá”! Para começo e fim de conversa! E, juro: marquei diversas páginas com passagens maravilhosas para trazer para vocês, mas a postagem ficaria ainda maior.
Fico por aqui, metendo meu focinho no próximo livro da série! Depois conto para vocês o que rolou!
Fiquem bem, aproveitem a sexta e usem camisinha, que aliás é um artigo muito utilizado em De Repente, o Destino, e Carpe Diem!

7 comentários:

  1. Adorei. É o que posso te dizer no momento. Seus comentários sobre o livro e seu ponto de vista sobre o mesmo, me deixaram muito curiosa e ansiosa pra conhecer estes dois. Vou ver se consigo ler. Lógico que vou tentar ler em casa, pra não passar por embaraços na condução. rsrsrs
    Beijos.

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  2. Oi,simplesmente adoro as resenhas desse blog!
    Estava meio louca para ler esse livro, mas com o tempo fui perdendo o interresse. Agora, depois dessa resenha, a vontade de lê-lo voltou, e lógicamente ele está entre minhas próximas leituras.
    Beijos

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  3. Não curto muito esse estilo, mas confesso que fiquei curiosa por causa da resenha.
    Gosto muito da construção dos personagens desse livro. São tão reais e palpáveis, que tornam a trama muito mais coerente do que outras do mesmo gênero.
    Não sei se vou gostar, mas pode ser que um dia desses resolva ler.
    bjs

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  4. Eita que as páginas desse livro devem pegar fogo mesmo, hein?!?! kkkkkkkk
    Legal saber que a Susan Fox não cai no lugar comum e trás coisas mais interessantes para um romance erótico. Afinal não são todos os autores que conseguem misturar sensualidade, sexualidade, humor e realidade social e histórica. Fiquei bem curioso pra ler essa série.

    @_Dom_Dom

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  5. Já vi esse livro por um bom preço, mas acabei não comprando. Pela sua resenha acho que seria um livro que eu leria rapidamente e que parece ter uma história interessante. Esse lance dos personagens no avião é no mínimo curioso, fiquei curiosa para saber como o relacionamento entre os dois vai se desenvolver durante o voo e depois dele também.
    Acho legal os personagens serem críveis e terem retratadas no livro coisas que acontecem no cotidiano das pessoas, despertando a sensação de que eles poderiam ser pessoas reais, o que aproxima o leitor da história. Ultimamente está difícil encontrar personagens que pareçam pessoas reais em livros desse estilo, por isso conseguir passar essa ideia é um mérito da autora.
    Gostei dos trechos que você selecionou do livro, por eles dá para perceber que os diálogos entre os protagonistas são interessantes e até mesmo engraçados. Não estou muito no clima para esse tipo de livro no momento, mas vou guardar sua recomendação para lê-lo quando tiver a chance.

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  6. Adoro o jeito que você expressa o tamanho amor [literalmente hahah] por esse livro. Tá certo que eu não curto livros eróticos, mas você faz qualquer um mudar de opinião facilmente. Como já disse, não curto livros hots, mas gostei do fato da autora ter colocado temas sociais importantes... pelo menos muda um pouco do tema central do livro, sem fugir do contexto.

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