28 de março de 2014

Sexta Envenenada: Jogos do Prazer


Eu serei o único...
Acho que você estava perdida quando te encontrei
Ainda havia lágrimas em seus olhos
Tão desconfiada e eu sabia
Nada mais de segredos e mentiras
Lá estava você, selvagem e livre
Chamando-me como quem pede ajuda
Uma mão para ajudar a ficar tudo bem
Abraçarei você a noite toda
Eu serei o único
Que acabará com os seus lamentos
Eu serei a luz
Quando você sentir que não existe lugar para onde ir
Eu serei o único...
Para abraçá-la e ter a certeza de que você ficará bem
Porque o meu medo se foi
...
Você precisa de mim como eu preciso de você
Nós podemos compartilhar nossos sonhos realizados
Eu posso te mostrar o que é o amor verdadeiro
Apenas segure minha mão, por favor
Eu serei o único
Eu serei a luz
Para onde você poderá correr
Para deixar tudo bem
Para deixar tudo bem
Eu serei o único
Para te abraçar
E ter certeza de que você estará bem
Eu serei o único
Backstreet Boys
Olá, Envenenados!

Aqui e de volta, outra vez!
Até onde estamos dispostos a ir, movidos pelo orgulho?
Quantas vezes nossa “cabeça dura” nos coloca em determinadas situações muito complicadas. Tão difíceis que nem percebemos que há alguém que deseja mesmo nos ajudar.
“A bela Roselyn Longworth já aceitou seu destino. Depois que o irmão fraudou o banco em que era sócio e fugiu do país levando o dinheiro dos clientes, suas finanças ficaram arruinadas, assim como suas chances de conseguir um bom casamento. Por isso foi fácil acreditar nas falsas promessas de amor de um visconde. Mas a desilusão não demorou a chegar: quando Rose não se sujeitou a seus caprichos na cama, o nobre se vingou leiloando-a durante uma festa em sua mansão. Ela acredita que o destino lhe reserva um fim trágico. Ainda mais ao ser arrematada por Kyle Bradwell, um homem que venceu na vida pelo próprio esforço, mas não é bem-vindo nos círculos mais exclusivos. Mas a jovem é surpreendida pela atitude dele, que a trata com um respeito e uma gentileza que ela não recebia desde antes do escândalo envolvendo o irmão. Quando Rose finalmente descobre o que está por trás do comportamento de Kyle, é tarde demais: já foi fisgada pelo homem que conhece seus segredos mais íntimos.”
Quando conheci Rose – que pretensão a minha, parece mesmo que eu conheci a moça pessoalmente – em Regras da Sedução, não fazia a mínima ideia do destino bizarro que lhe estava reservado.
Inicialmente, ela fica indignada com o fato da prima casar-se com o homem que supostamente arruinou sua família, rejeitando todo e qualquer auxílio que pudesse vir do casal. Posteriormente, ciente de toda (ou pelo menos de boa parte) da situação, envergonhada pela atitude do irmão e pela sua postura, ela acaba aceitando o apoio de Alexia e seu marido Lorde Hayden Rothwell, mas apenas para que consigam salvar o futuro de sua irmã caçula.
Desde então, Rose passa a viver na mansão de sua família, sozinha, amargando a solidão e a desolação da ruína financeira, emocional e social na qual o irmão a abandonou.

E é quando começa a história de Jogos do Prazer da minha querida Madeline Hunter, publicado pela Editora Arqueiro há algumas semanas.
Aqui Roselyn Longworth se redime para mim e, ao lado do batalhador Kyle Bradwell, entra para a calçada envenenada da fama como absinto da vez.
Digo que ela se redime, pois sua postura orgulhosa chega a passar certa antipatia no primeiro livro dessa série, mas agora ela tem a oportunidade de nos mostrar que não é tão indefesa como até mesmo ela se considera.
Claro que para cair na lábia do Visconde de Norbury, com a promessa de um futuro de redenção, ela era de fato bastante inexperiente e inocente, como deveriam ser as moças de boa família do século XIX.
Roselyn Longworth refletiu sobre sua desgraça.
O inferno não era feito de fogo e enxofre, concluiu. Era feito de um cruel autoconhecimento. No inferno, você aprende a verdade sobre si mesmo. Enfrenta as mentiras que disse à própria alma para justificar um erro.
O inferno era também a humilhação infinita, exatamente o que ela sentia naquela festa numa casa de campo.
Ao redor, os outros convidados de lorde Norbury riam e brincavam enquanto aguardavam o chamado para o jantar. No dia anterior, ao chegar na carruagem de lorde Norbury, descobrira que a lista de convidados não era o que ela esperava. Os homens faziam parte da sociedade culta, mas as mulheres...
Um grito interrompeu seus pensamentos. Uma mulher que usava um espalhafatoso vestido de noite azul-safira fingia afastar o homem que a agarrava. Os outros incentivavam o companheiro. Até Norbury fazia isso. Após a falsa resistência, a cativa se rendeu a um abraço e um beijo que não deveriam ser dados em público.
Roselyn avaliou os rostos maquiados e as roupas exageradas das mulheres. Os homens não tinham trazido suas esposas. Não tinham sequer levado suas amantes refinadas. Aquelas mulheres eram prostitutas dos bordéis de Londres. Ela desconfiava que algumas nem ao menos teriam esse status.
E ela estava no meio.
Não podia negar a dura conclusão a que isso levava. Os homens trouxeram suas prostitutas e lorde Norbury trouxera a dele.”
Da noite para o dia, ela é lançada num mundo vil, onde a vingança é a palavra de ordem, pois tanto Norbury quanto a maioria dos homens presentes em sua festa têm contas a acertar com o irmão de Rose.
Durante toda sua exposição e humilhação, ela é arrematada por um total desconhecido, e para aumentar seu desespero, ele desafia os demais a superar sua oferta. É quando Rose passa a prestar mais atenção ao homem que irá levá-la como prêmio afinal.
Jérôme Adamoli 

Quando o silêncio ficou demasiado, ele se levantou e caminhou pela sala. Rose reparou em seu porte e suas maneiras. Seu instinto a alertou de que estaria melhor com o corpulento e alegre George, ou até com o perigoso Sir Maurice. E melhor ainda com lorde Norbury, que, como a jovem acabara de descobrir, havia levado a sério sua ameaça de se tornar violenta.
Não encontrou nada visivelmente ruim no Sr. Bradwell. Os trajes eram apresentáveis e elegantes, os cabelos negros e ondulados eram ainda mais eficientes que o lance que ele dera em indicar que se tratava de um homem rico. O rosto parecia grosseiro à luz das velas. Se alguém dissesse que era bonito, como de fato era, acabaria acrescentando “a seu modo”.
A pele tinha mais cor que a dos outros homens presentes, como se ele passasse muito tempo ao ar livre; o desenho da roupa mostrava que ele gostava de esportes. Tanto seu corpo alto como seus movimentos suaves e seguros demonstravam força.
Não havia nada especialmente ameaçador nele; mesmo assim, ela se assustou. Parecia que o ar se movimentava para abrir espaço para ele. As ondas formadas por esse movimento a atingiram e ela teve vontade de se esgueirar por elas. Sua preocupação era similar à que se sente ao encontrar cães desconhecidos na estrada. O instinto lhe dizia que seria sensato evitar aquele animal.
Ele ficou ao lado de Norbury e seu rosto foi iluminado pelos castiçais. Ela notou os olhos mais azuis que já vira. Aquelas duas piscinas profundas não olharam para Rose. Fixaram-se no homem que continuava a segurar o braço dela como por vício.
– Terminamos? – perguntou em voz baixa o Sr. Bradwell. – Ou ainda quer buscar um martelo?
Ainda que Bradwell pudesse estar se referindo a encerrar o leilão batendo o martelo, lorde Norbury achou que o homem aludisse à forma agressiva como ele mantinha Roselyn. Ruborizou.
– Você perdeu a cabeça ao oferecer tanto dinheiro.
– Sem dúvida, mas se um homem não pode perder a cabeça por uma linda mulher, para que serve o dinheiro?
– Você só fez isso para... – Norbury se conteve antes de terminar a acusação petulante e raios gélidos iluminaram seus olhos. – Veja aonde seu orgulho a levou, Rosie. Passou de um visconde para um homem vindo das minas de Durham. Sua decadência pode ser a mais rápida da história da prostituição.
O Sr. Bradwell não reagiu à agressão.
– Pode soltá-la agora. Ela vem comigo. O dinheiro será entregue em sua residência de Londres em dois dias.
Lorde Norbury a soltou. Rose viu as marcas dos dedos dele no braço. O Sr. Bradwell também as percebeu. Uma leve irritação se fez notar em sua expressão calma, uma energia animal até então contida deixando-se transparecer. Não era um homem que apreciasse danos à sua propriedade.
– Está ansioso, não? – perguntou Norbury, em tom alto, para que os demais apreciassem o desfecho.
– De maneira alguma – respondeu o Sr. Bradwell. – Venha comigo, Srta. Longworth.
Ela não queria ir. Achava que, uma vez que estivessem a sós, ele não continuaria a se comportar como um cavalheiro. Sentiu o estômago revirar quando imaginou o que a aguardava.
Ele se inclinou sobre ela. Céus, ia beijá-la! Bem ali, na frente de todos.
O beijo não passou de um hálito quente, mas a sala de jantar explodiu em aplausos e assobios. Enquanto os rostos estavam próximos, ele lhe recomendou, falando em seu ouvido:
– Não resista. Eles já se divertiram demais à sua custa. Tenho certeza de que não quer que continuem.”
Realmente, ela não queria. Assim, partiu com Bradwell.
Mesmo com toda a resistência que Rose demonstra, Kyle consegue convencê-la a seguir com ele para longe da mansão de Norbury.
Durante o período em que ficaram juntos na carruagem dele, tiveram a oportunidade de conversarem e acalmarem os ânimos. Só então foi que Rose pode perceber que o alto lance que seu salvador deu lhe causaria um sério rombo nas finanças. Surpresa pela forma gentil como ele a tratava, ela começa a sentir-se culpada por seu comportamento.
Mais surpresa ainda ela fica quando Kyle revela que não se aproveitará dela e, ainda por cima, a levará para a casa de sua prima Alexia.
Não, ele não iria se aproveitar de uma jovem indefesa. Não Kyle. E não seria a primeira vez que ele vivera este tipo de situação.
Jogos do Prazer é uma história muito forte sob muitos pontos de vista, sobretudo sobre a violência contra a mulher e a impunidade de poderosos. Ela nos envolve pela força e poesia dos personagens, pelo heroísmo e amizade, pela sedução e paixão.
Como todos os Romances de Época que a Arqueiro tem publicado, este não é uma historinha água com açúcar, que visa apenas o encontro romântico de um casal.
Só há uma coisa que me incomoda na obra, que é a escolha do título. Não procurei saber as razões, mas acho que o original Segredos da Rendição, na minha humilde opinião, é mais o perfil do livro.
Não se trata de uma rendição pela força física, mas uma rendição de alma, daquele tipo em que deixamos nossas defesas caírem e permitimo-nos a oportunidade de sermos felizes.
São duas personagens totalmente opostas.
Kyle vem de uma família de mineiros e pela sua personalidade, raciocínio e hombridade, e por razões que somente com a leitura vocês conhecerão, teve a oportunidade de estudar em bons colégios e inclusive fazer faculdade, apadrinhado pelo Conde de Cottington, pai de Norbury.
Fez engenharia, é admirador das artes e da arquitetura e vem trabalhando duro e honestamente para fazer jus ao investimento do Conde. Mas, por sua origem humilde, só é aceito nas altas rodas da sociedade por conta de seu ofício.
Já Roselyn vem de uma família abastada e vai assistindo a sua ruína desde antes do falecimento de seu pai.
Ela foi vendo seus sonhos e esperanças seres derrubados um a um e o golpe final foi a perda de sua inocência e a degradação a que foi exposta tão cruelmente por Norbury. Obviamente toda Londres ficaria sabendo que Roselyn Longworth fora leiloada numa das famosas festas do visconde libertino.
Depois que a deixa aos cuidados da prima e de lorde (salve-salve) Hayden, Kyle segue para sua casa, onde terá que lidar com a cratera que abrira em suas finanças. Dias depois ele recebe um convite do marquês de Easterbrook – para quem não sabe, ele é o irmão mais velho de lorde Hayden.
Grato pelo tratamento que Kyle deu à prima de sua amada cunhada, Christian Rothwell lhe faz uma proposta “indecente” e louca, porém tentadora.
“Case-se com ela.
Kyle olhou bem para Easterbrook. Diabos, o sujeito estava falando sério.
− Você está maluco.
− É a solução perfeita.
− Então, case-se você com ela.
− O cavaleiro não era eu. Nem ela é esposa para mim. É tão bela que cheguei a pensar em tê-la como amante, mas, como é prima da minha cunhada, bem...
Maldição, ele não era melhor do que Norbury.
− Tem razão. Às vezes desprezo homens como você.
− Eu disse que a ideia passou pela minha cabeça. Não disse que a realizei.
O marquês não parecia nem um pouco ofendido.
− Mas entendo porque isso pode ofender a sua noção de honestidade. Coitada da Srta. Longworth, ficou tão vulnerável com a falência da família, o empobrecimento, que agora atrai abutres aristocratas...
− Sim, me ofende, dane-se.
O xingamento permaneceu no ar. Kyle trincou os dentes e conteve o inesperado surto de raiva que causara a explosão.
− Assim sendo, o futuro dela talvez seja a cama desses abutres, mas se ela se casar, terá a chance de uma vida decente – previu Easterbrook. – Esta manhã, pensei quanto me custaria conseguir que você fizesse isso. Considerando-se como ficou irritado, poderia não custar tanto.
− Compre um homem da sua espécie. Um homem mais à altura da posição social dela. Certamente, há um filho desgarrado de algum barão à venda por aí.
− Não cabe no meu enredo. Se você se casar com ela, aquele leilão se transformará num começo romântico, não num final sórdido.
Easterbrook continuava olhando daquele maldito jeito arrogante. Kyle queria dar um soco naquela cara convencida. Em vez disso, levantou-se e foi em direção à porta.
A voz de Easterbrook o acompanhou.
− Vai ascender socialmente, se casar com ela. Você tem dinheiro e educação. Aprendeu a se vestir e a conversar, mas sozinho jamais conseguirá entrar na sociedade. Por outro lado, eu e toda a família o receberemos, se for casado com Roselyn Longworth. E se nós o recebermos, outros farão o mesmo.
Já irado, Kyle seguiu seu caminho.
− Não faço questão de passar por essas malditas portas.
− Acredito, agora que o vi. Mas os seus filhos...”
Isso chamou sua atenção: ele poderia viver uma vida inteira sem se envolver, a não ser profissionalmente, com gente como Norbury ou como Easterbrook. Isso não mudaria nada em sua vida. Mas, e se algum dia viesse a ter filhos? Não quereria que fossem recebidos de maneira mais honrada do que ele jamais fora?
Enfim, muita coisa ainda para acontecer, muita emoção a vivenciar.
Só digo que a relação de Kyle e Rose é muito clara para ambos, apesar de ele ser um mistério para ela. Sei mesmo é que sua relação vai crescendo aos poucos, ao mesmo tempo em que vamos conhecendo-os de verdade.
Kyle e Rose me alertaram para algo que já vinha acontecendo há alguns anos, algo que eu mesma não via em mim: havia uma fera romântica adormecida em mim, não daquelas que acreditam em contos de fadas, mas daquelas que acreditam que uma relação feliz se faz a cada dia, a cada gesto, e que podemos nos apaixonar todos os dias pela mesma pessoa, mas não existe receita, fórmula. É por isso que amo esses livros, essas autoras.
Gosto daquilo que posso realizar, conquistar. Essas histórias são possíveis, não são inalcançáveis. Gosto da maneira como os personagens vão aprendendo a se amarem. A honestidade de cada um. Nossa! Como a honestidade é importante.
É muito difícil ter que lidar com pessoas que não passam esse valor em suas atitudes e palavras.
Quando Kyle diz algo sobre sua beleza, sobre sua relação, podemos ter certeza de que é real.
− Você é muito bonita, Roselyn.
A beleza não tinha sido de muita utilidade sem eu erro. Ainda assim, o elogio a agradava. Ele a olhava com tanta intensidade que Rose teve medo de que ele se desapontasse com o que visse.
− Você já ouviu isso muitas vezes. Desde criança, imagino.
− Se você me achar linda esta noite, estarei feliz.
− Sempre achei. Eu a vi uma vez, há anos. Num teatro. Não sabia quem era, só que nunca tinha visto uma mulher tão encantadora [...]
− Entregue-se. Vai entender o que quero dizer. Deixe acontecer. Solte-se.”
Em outras palavras: renda-se aos seus anseios e aproveite os momentos de prazer e felicidade.
Mais uma vez, apaixonada por um personagem e ainda mais pelos irmãos Rothwell que, felizmente, não ficaram de fora dessa história. Só espero que a Arqueiro não tarde a publicar o último livro dessa série, onde quero me deliciar com a história do Marquês de Easterbrook.
Fico por aqui, desejando a todos uma sexta divina, cheia de rendições e prazeres.
Fiquem bem e Carpe Diem!

4 comentários:

  1. Boa noite Tania querida!!!!
    Que texto maravilhoso, terminei a leitura com um sorriso nos lábios. Sensível e emocionante a forma como você escreveu sobre o livro e os personagens, pelo que li acho que você realmente gostou muito! Concordo com tudo que você falou.
    Eu estava super ansiosa pelo lançamento e assim que saiu comprei, é maravilhoso! Kyle e Rose são apaixonantes e a forma como eles se envolvem, o respeito e o carinho demonstrado no desenvolvimento do relacionamento são muito tocantes.
    Gosto demais das outras escritoras de romance de época, mas, pra mim, as heroínas de Madeline Hunter são mulheres mais vivas, mais reais, acredito que são situações que poderiam ter acontecido de verdade. Fico pensando no quanto teria sido difícil para uma Roselyn real passar por tudo que a Roselyn da ficção passou, meu Deus, precisaria ser uma mulher muito forte pra conseguir erguer a cabeça numa época como aquela.
    Não sabia sobre o outro título, realmente ele tem mais a ver com o romance.
    Parabéns pelo texto querida, amei!!!
    Beijos e um maravilhoso fim de semana pra ti!!!!

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    1. Amei mesmo, Nadja!
      Mais uma história incrível e eu também faço questão de adquirir o livro. Está aqui em minha estante, me aguardando para uma nova leitura.
      Também gosto muito dos personagens da Hunter. Não vejo a hora de ler o do marquês. Até o tenho em arquivo, mas prefiro o livro físico!
      Você, como sempre, presente e ao meu lado! Precisamos nos ver qualquer dia desses para falarmos dessa paixão em comum!
      Fico muito feliz quando você nos visita!
      Obrigada, minha querida amiga!
      Beijão

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  2. Tania: você já havia me alertado sobre esse tipo de romance. Li vários parecidos no passado. Mas agora: uau! Preciso lê-los imediatamente. Conheço a autora. E depois que li a Linda Howard...
    Amei seu texto, suas palavras muito bem colocadas, sua paixão por tudo isso. Mulheres fortes, resistentes, belas. Estou suspirando. Vamos nos encontrar e debater. Adoooro. Beijos imensos.

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    Respostas
    1. Lindo demais, né Bela?
      Ler e poder falar sobre essas obras maravilhosas é impagável!
      Melhor ainda é poder conversar com quem também as conhece!
      Agora, Linda Howard, é DIVA, não posso nem começar a falar, pois não acabarei mais! Amo!"
      Obrigada, querida, por nos prestigiar com sua presença.
      Vamos nos encontrar, sim!
      Beijo

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