26 de fevereiro de 2014

Resenha: E se fosse verdade ... da @Suma_BR



E se fosse verdade... 

Autor: Marc Levy 
Editora: Suma de letras
Páginas: 232
Lançamento: 2013

saraivasubmarino








Sinopse:


Lauren é uma jovem médica com muito potencial: faz residência no San Francisco Memorial Hospital, na Califórnia. 

Porém, sua carreira promissora é interrompida quando ela é vítima de um grave acidente de carro e fica em estado de coma. 

Com morte cerebral confirmada, ela acorda e descobre que está fora de seu corpo – incomunicável como um fantasma. 

De forma misteriosa, Lauren consegue ser vista apenas pelo solitário Arthur, o novo inquilino de seu apartamento. 

Cético, ele leva algum tempo para acreditar na história da invasora, mas logo o sentimento entre os dois se torna algo a mais. Sem esperanças, os médicos e a família da jovem decidem fazer a eutanásia. 

Agora, o casal terá que lutar para salvar o corpo de Lauren, e descobrir alguma forma de reuni-lo com sua consciência.
 Grande sucesso de vendas, a inusitada história de amor foi publicada originalmente em 1999. 

Seus direitos para o cinema foram comprados por Steven Spielberg e a adaptação homônima, estrelada por Reese Witherspoon e Mark Ruffalo, lançada em 2005, foi também sucesso de público e crítica.


Para começar, vou ser honesta. Eu nem sabia que o filme “E se fosse verdade...” era baseado num livro. Um erro, certamente, mas ainda assim, não desmerece nem um nem outro. Sobre o filme, quando eu vi, achei ótimo, uma das melhores comédias românticas que eu vi. Já o livro, ao descobrir que é da autoria de Marc Levy, tinha certeza que era tudo isso e um pouco mais. 

Lauren é uma jovem médica que passa uma imensa parte do seu tempo no hospital. Ela tem uma carreira promissora que acaba sendo interrompida por um acidente de carro que a deixa em coma profundo. Assim, ela retorna ao hospital para o qual trabalha, mas dessa vez como paciente. Arthur acabou de alugar o antigo apartamento de Lauren. Tudo está bem até que ele dá de cara com a uma jovem mulher dentro do seu armário do banheiro. O que já poderia parecer loucura se torna ainda pior quando ele ouve a história dela e descobre que ele é o único que pode ver e escutar Lauren. 

Como eu assisti ao filme antes de ler o livro, obviamente, todas as minhas referências eram invertidas, o filme era minha referência. Portanto estranhei uma ou outra coisa ao longo da narrativa, mas o essencial o que torna a história cativante, estava lá, em todos os momentos. Da mesma forma, aos poucos, a medida que avançava a leitura, eu deixava para trás o rosto de Reese Whiterspoon e Mark Ruffalo como meus referenciais para protagonistas. E isso é muito difícil. 

Marc Levy é um autor que não precisa de apresentações e nem de confetes. Mundialmente famoso, aqueles que conhecem amam e os que não conhecem estão perdendo algo incrível. Com uma sutileza e sensibilidades ímpares e combinadas, ele transforma qualquer história mediana em excelente. E quando a história já é boa, se torna inesquecível.  

O interessante acerca de E se Fosse Verdade é a forma como Arthur se deixa envolver por Lauren, encarando-a sempre como uma similar, ou melhor, como alguém corpórea. Lauren por outro lado é quase um fantasminha camarada, que aceita sua condição indefinida ao mesmo tempo que quer muito voltar a ser normal. A interação dos dois é justamente o que dá vida ao livro e o que gera os momentos mais engraçados. É impossível não rir com algumas passagens.  

Para quem quer rir, se encantar e se apaixonar, E se Fosse Verdade é a escolha certa. Se você já assistiu ao filme – e eu acho que 80% das pessoas que assistiram amaram – deve ler o livro imediatamente.E se você ainda não assistiu, corra para fazer os dois.

24 de fevereiro de 2014

Resenha: 'A garota que você deixou para trás' da @Intrinseca

Bom dia envenenados,

Hoje a resenha é de um livro da queridíssima autora Jojo Moyes... a nossa autora preferida do momento!!! rs

Vamos lá...


Livro: A garota que você deixou para trás
Editora: Intrínseca
Autora: Jojo Moyes
ISBN: 9788580574715
Ano: 2014
Páginas: 384
Tradutor: Adalgisa Campos da Silva



Sinopse

Na França, em 1916, Sophie Lafèvre precisa manter a família em segurança enquanto seu adorado marido, Édouard, luta no front na Primeira Guerra. 

Quando ela é obrigada a colaborar com os oficiais alemães, sua casa se torna foco de terríveis conflitos. E, no momento em que o comandante da ocupação descobre um retrato de Sophie pintado por Édouard, tem início um complicado jogo de interesses, que vai levar a jovem a tomar uma decisão arriscada.

Nos anos 2000, em Londres, o retrato de Sophie ocupa uma parede na casa de Liv Halston: um presente dado por seu marido pouco antes que ele morresse. 

Um encontro inesperado revela o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. 
Uma história que está prestes a vir à tona e vai virar a vida de Liv de cabeça para baixo.

Em A garota que você deixou para trás, duas jovens separadas por quase um século estão juntas em sua determinação de lutar por aquilo que amam – custe o que custar.




Jojo Moyes certamente já me ganhou como sua leitora!

Depois de ler Como eu era antes de você, meu favorito de 2013, tinha grandes expectativas sobre A garota que você deixou para trás e preciso confessar que foram ultrapassadas!

O livro é incrível. Apresenta uma história dinâmica, bem escrita e elaborada, com personagens cativantes e cheios de vida! É um pacote de emoções para o leitor e é impossível se manter distante.

O início do livro apresenta a história de Sophie e sua família durante a Primeira Guerra Mundial.

Depois que seu marido vai para os campos de batalha, Sophie deixa Paris e volta para sua cidade natal, a vila de St. Pèronne, para ficar com sua irmã e ajudá-la a cuidar do hotel de sua família que se deteriora a cada dia por causa dos saques feitos pelos Alemães.

Tudo falta! Comida, roupas, lenha para mantê-los aquecidos, todos definham a olhos vistos e só a solidariedade permite que permaneçam vivos.

Quando tudo parece que só vai piorar um novo Comandante assume o controle na cidade e fica fascinado por Sophie e, igualmente, pelo lindo quadro-retrato pintado por Èdouard e, por conta dessa fascinação, ele exige que Sophie não só ceda o espaço de seu hotel (Le Coq Rouge), como cozinhe para parte da tropa alemã, deixando ao alcance delas alimentos que há muito não viam.

Um improvável relacionamento surge. Em alguns momentos, Sophie consegue ver no comandante um ser humano e não só um Boche e, em seu momento de maior angústia resolve confiar ser possível chegar a um acordo com o comandante.

Quase um século depois, Liv, ainda presa ao luto pelo falecimento de seu marido, se vê envolvida numa luta pelo direito de manter a posse de seu presente de casamento, o retrato de Sophie, justamente quando começa a se permitir um recomeço.

Por ter que lutar para ficar com o quadro que lhe foi dado por David, Liv vê sua vida se misturar com a de Sophie e passa a perceber muito mais que um quadro pendurado em sua parede.

No desenrolar de história, determinada a continuar com o quadro, Liv se vê diante de uma história que jamais imaginou 

“O mundo de maridos ausentes, de desejo, de quase inanição e de medos dos alemães subitamente lhe parece mais real do que este. Ela sente o cheiro de fumaça da lenha do Le Coq Rouge, ouve os passos no chão. Cada vez que fecha os olhos, seu quadro se transforma na expressão apavorada de Sophie Lefèvre, arrastada pelos soldados para um caminhão à sua espera, renegada pela família que ela amava.” (pg. 264)

A cada página o leitor encontra uma nova faceta dessas personagens que lutam por aquilo que acreditam.

O livro retrata amor, ódio, bondade, crueldade, as maravilhas do amor e os terrores da guerra e os resultados da vida de quem se recusa a perder a esperança.

“Você tem que continuar tendo fé. As coisas podem voltar as ser boas. Eu sei” (Sophie – pag. 314)

Sophie luta para reencontrar seu grande amor, se agarrando a declaração de Èdouard: 

“Nunca conheci a verdadeira felicidade até encontrar você”. Era isso que a fazia prosseguir, fazendo com que lutasse com todas as suas forças, mesmo com plena consciência de que “Uma vez feito, não pode ser desfeito”.

Liv encontra forças na garota do quadro, aquela que foi deixada para trás, mas conseguiu prosseguir.
A garota que você deixou para trás é um daqueles livros que não pode deixar de ser lido. Encanta, cultiva, ensina, faz chorar, sorrir anima, renova as esperanças... É maravilhoso!

Apesar de estarmos apenas no início do ano acho que já encontrei meu preferido de 2014, mas, quem sabe, outras surpresas maravilhosas virão por aí.

Beijos e boa leitura.


23 de fevereiro de 2014

Resultado: Tentação ao pôr do sol!

Bom dia Envenenados!

Tem coisa melhor do que começar o domingo ganhando livros?! Acho que não né... 
Então sem muito enrolação hoje trago para vocês o sortudo(a) que vai levar para casa um exemplar de Tentação ao pôr do sol!


Pessoal ATENÇÃO na hora de participar das promoções aqui no blog! Leia as regras e faça tudo de acordo, pois nós olhamos item por item, e por causa de pequenos detalhes temos que desclassificar muitos participantes.

Vamos ao que realmente interessa! O leitor sorteado foi ...



PARABÉNS Silvia!

Você seguiu as regras direitinho, agora é só aguardar nosso contato via e-mail!

LEMBRANDO que o prazo para responder é de 72 horas contanto a partir do horário em que enviarmos o e-mail!

Beijinhos!







20 de fevereiro de 2014

Resenha: Replay pela @Suma_Br


Replay

Autor
: Marc Levy
Editora: Suma de letras
Série: -
Categoria: Literatura estrangeira
Páginas: 240
Lançamento: 2013

saraivasubmarinotravessa


Sinopse:


Tudo que Andrew Stilman queria era uma segunda chance. Após partir o coração da mulher que amava, seu maior desejo era voltar no tempo e consertar os erros, mas isso é impossível – ou, ao menos, era o que ele pensava. Na manhã do dia 9 de julho de 2012, durante sua caminhada matinal às margens do Rio Hudson, o prestigioso repórter Andrew Stilman é violentamente atacado, sem conseguir ver o criminoso. Após sua morte, o inesperado acontece. O jornalista não vê uma luz no fim do túnel, nem muito menos abre os olhos no céu, mas acorda dois meses antes de seu assassinato. Quando acorda, Andrew está de volta ao dia 9 de maio do mesmo ano. Ele vai reviver os dois próximos meses atento a qualquer detalhe que possa ajudá-lo a descobrir quem o agrediu – ou melhor, irá agredi-lo – dois meses depois. Do coração de Nova York até as ruas de Buenos Aires, Andrew vive uma aventura repleta de reviravoltas, enquanto tenta salvar a própria pele e não decepcionar seu grande amor mais uma vez. O protagonista de Replay, best-seller Marc Levy, além de consertar os erros que cometeu, terá de correr contra o tempo para tentar evitar sua morte e encontrar seus possíveis assassinos. 


Duas coisas chamam minha atenção quando o assunto é o Marc Levy: a primeira é que ele escreve muito e a segunda é que tudo que escreve nos envolve. E não poderia ser diferente com Replay. 

Andrew Stilman é um jornalista que mora em Nova York e um dia é agredido violentamente na rua. Quando ele acorda, ele voltou no tempo. Exatamente dois meses antes de ser agredido. Agora, ele precisa tentar descobrir quem o quer morto, e a lista não é pequena. Investigando um esquema criminoso da Argentina, cheio de colegas invejosos e uma mulher com coração partido, as possibilidades são muitas.  

Ele é um cara normal, daqueles que você com certeza conhece ou que você vai se identificar. Gosta muito do que faz, e por isso, as vezes esquece que outras coisas em sua vida também precisam de atenção.  

Sua ex-mulher, por quem ele ainda é apaixonado, ainda gosta dele. E nessa chance que ele ganha, uma das coisas que ele tenta consertar é seu casamento. Ele vai tentar reparar os erros enquanto corre atrás de desvendar o mistério por trás de quem o atacou. E principalmente, o que martela na cabeça de Andrew, é o motivo.  

Muitas possibilidades surgem a cada momento e muitas possibilidades se desfazem. Cada capítulo que avançamos, mais do que avançar na direção certa, nos leva a conhecer um pouco melhor o protagonista e torcer por ele. 

Como todos os outros livros do autor, eu também adorei esse. Já está se tornando retórico dizer isso, mas Levy é realmente bom. Esse livro me conquistou, e achei o final excelente, principalmente porque não é clichê. Vale a pena ler!

Até a próxima,


19 de fevereiro de 2014

Resenha: 'Manuscritos do mar morto' pela @Novo_Conceito


Manuscritos do mar morto

Autor
: Adam Blake 

Editora: Novo Conceito
Série: Leo Tillman & Heather - Livro 01
Categoria: Literatura estrangeira
Páginas: 480
Lançamento: 2013

saraivasubmarinotravessa







Sinopse:


A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos e investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção. Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã. 
Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… 
Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. 
Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México, Manuscritos do Mar Morto é o mais emocionante thriller desde O código Da Vinci.






UAU! 

Realmente é um livro que surpreende. 

Nenhuma das minhas previsões se concretizou!!! Rs

Heather Kennedy, a policial certinha e detestada de sua divisão recebe, ao mesmo tempo, um parceiro novato e um “cold case”. Seu chefe tem certeza de que está lhe dando o trabalho mais sem retorno de sua carreira! O que ninguém esperava era que um suposto acidente ocorrido há três semanas, teria tantas surpresas. 

Logo nos primeiros dias de investigação, o parceiro novato surge com uma informação inesperada... três historiadores que atenderam à mesma conferência estavam mortos, todos, aparentemente, de forma acidental... 

“Nas palavras de Oscar Wilde, isso parecia estar consideravelmente acima da média apropriada que as estatísticas estabelecem para nos guiar. Ainda poderia não significar nada, provavelmente não era nada. Mesmo agora, uma coincidência ultrajante parecida ser mais possível do que assassino implacavelmente eficiente, perseguindo e abatendo pessoas que tinham opiniões fortes sobre o tal Códice do Rum e seitas cristãos já extintas.” 

Bem, o nada, definitivamente, não era nada.
Se já não houvesse perguntas suficientes a detetive ainda é procurada pelo ex-mercenário Leo Tillman que lhe faz uma proposta inesperada e ainda traz mais informações que, num primeiro momento, não parecem combinar com o restante. Afinal, porque o desaparecimento de uma mulher com seus três filhos poderia estar relacionado a um aparente assassinato em série?

Daí pra frente é uma surpresa atrás da outra! 

Infelizmente, em alguns momentos o texto não tem a fluidez que faz a leitura ficar mais rápida, mas nada que prejudique a história. Talvez a quantidade de informações para solucionar os mistérios seja a culpada por essa falta de leveza.

Dizer qualquer outra coisa sobre a história poderia acabar com grande parte das surpresas, então, não conto mais nada! 

Quem quiser saber, vai ter que ler!!! Rs

Apesar de ser o primeiro de uma série, o livro está completo em si, o que, pra mim, já é suficiente para ganhar muitos pontos. 
Não tenho ideia de que linha será seguida pelo autor, mas vamos esperar para ver. 

É isso aí, aproveitem esse thriller, pois não é todo dia que a gente encontra um livro tão cheio de surpresas.

Beijos!


18 de fevereiro de 2014

Encontro de Fãs: Academia de Vampiros

ATENÇÃO, prestem muita ATENÇÃO! 
Você que vive suspirando pelo cantos, sonhando com um Dampiro russo, musculoso, com pinta de mau e que de brinde tem aquela pegada...


É onde eu estava mesmo?!
Aaaah sim no Dampiro...


Tá entendi, tem que falar da mocinha também né!? Sim ela é linda, inteligente e forte...

e deixa muito Dampiro babando!


Deu pra entender né?! Esse é um recadinho para os fãs da Academia de Vampiros! 

Abrindo as comemorações do lançamento do filme, que aqui no Brasil estréia dia 14 de março, nós do Envenenadas junto com a fofíssima Fernanda do Livros minha terapia estaremos nesse sábado apresentando o Encontro de fãs da Saga...


Um bate papo descontraido para falarmos da série, dividir nossas expectativas para o filme e ganhar brindes!!!


Fora esses bottons LINDOS, teremos livros, camisetas e vale desconto da S.A. Store...

Mas meninas eu não quero ir sozinha e meus amigos nunca ouviram falar da série... Não tem problema, traga todos, quanto mais gente conhecendo e amando a série melhor!

Então repetindo... o evento acontece esse sábado, dia 22 de fevereiro, na livraria TRAVESSA do BARRA SHOPPING às 16:00hrs

Não deixem de confirmar presença pelo facebook também..


Beijinhos







Mocinha Envenenada #5: Sydney Sage

Bom dia queridos! 

Quanto tempo, né?

Pois é, faz bastante mesmo, desde o último Mocinha Envenenada... Peço perdão pela ausência, mas prometo recompensar com o post de hoje!!!


A protagonista escolhida para este post me conquistou de forma rápida em "Laços de Sangue" e só me fez admirá-la ainda mais no segundo livro, "O Lírio Dourado"

Se você gosta da série Academia de Vampiros, talvez já tenha "ouvido" falar dela. Porém, se você já leu a série Bloodlines, tenho certeza que já gosta dela tanto quanto eu! 

Vamos conhecer um pouco mais sobre a vida de Sydney Sage, criada pela autora Richelle ~maravilhosa~ Mead?


Sydney é uma menina de 18 anos que tem uma profissão meio complicada: ela é uma Alquimista, ou seja, ela faz parte de um grupo de pessoas que possui como objetivo impedir que a existência dos vampiros seja notada pelos humanos. Por isso, com frequência ela deve tratar de "assuntos de trabalho" diretamente com os vampiros, sendo eles das raças Moroi - que são vivos e geralmente não matam humanos - ou Strigoi - que são assassinos mortos-vivos descontrolados.

Por esses e outros motivos, ela desde sempre aprendeu a se virar sozinha, a confiar apenas em si mesma e a fazer tudo com extrema perfeição, já que qualquer errinho poderia custar a sua vida. 

Sydney é uma pessoa altamente responsável, competente, profissional, durona, perfeccionista e muito além de inteligente. Além de ter um mega conhecimento sobre tudo (principalmente História e Química, seus pontos fortíssimos), ela tem sagacidade, perspicácia, pouco traquejo social (o que dificulta muito que faça amigos e consiga um namorado), muita ironia para esbanjar e um amor incondicional a café.

Sabe aquela pessoa que faz todos os trabalhos no mesmo dia que eles são passados pelos professores? Ou que fica na biblioteca estudando até mais tarde? E aquela que sabe falar mais de cinco línguas, incluindo Grego e Latim? E a pessoa que não sabe viver sem cafeína e não come ou bebe absolutamente nada que tenha açúcar (porque já é magra mas não quer engordar mais)? 

Parabéns, você acabou de conhecer ainda mais a Sydney Sage!


      "Escolhi a combinação mais leve entre as opções do uniforme: uma saia cinza e uma blusa branca de manga curta. Joias simples eram permitidas, por isso continuei com a cruz de ouro. O meu cabelo estava em um daqueles dias difíceis - que pareciam ser mais frequentes naquele novo clima. Minha vontade era prendê-lo em um rabo de cavalo, como Jill fez com o dela, mas ele tinha camadas demais para que eu conseguisse fazer direito. Fiquei olhando para o jeito como os fios batiam nos meus ombros em comprimentos diferentes e pensei se não estava na hora de deixar crescer."  

     "- Meu Deus, Sage. Os seus olhos. Como foi que eu nunca reparei neles? (Adrian)
       Aquela sensação desconfortável se espalhava por mim mais uma vez. 
      - O que têm eles? (Sydney)
     - A cor - ele disse sem fôlego. - Quando você fica na luz. Eles são fantásticos... como ouro derretido. Eu poderia pintá-los... - ele estendeu a mão na minha direção, mas então recuou. - São lindos. Você é linda." 

Por causa da profissão, Sydney sempre se veste com roupas de cores neutras, como cáqui, branco e cinza, que são praticamente um uniforme alquimista. Como é uma menina linda, porém super simples e que não tem noção da sua beleza, só usa maquiagem para esconder a sua tatuagem de lírio dourado na bochecha, que é a marca registrada dos alquimistas (e é por causa dela que eles possuem alguns "poderes mágicos"). Além disso, o único adereço que utiliza é uma pequena cruz de ouro como pingente em um colar. Mais prática e modesta impossível!

Na minha humilde opinião, essa menina só tem roupa chique no armário e sabe combiná-las muito bem! Apesar da "limitação" das cores, ela arrasa do modelito social! Sempre que eu a imagino, penso em uma mulher super simples e elegante, sabe? Nada de brincos enormes, mil pulseiras ou maxi colar. O estilo de Sydney é: quanto mais discreta, melhor! Eu concordo com ela, e vocês?



      "Eu sabia o que ele queria dizer com 'apresentável'. Vestir um jeans e uma camiseta qualquer estava fora de questão. Em vez disso, coloquei uma calça social cinza e uma camisa branca bem passada. Vesti um casaquinho mais escuro, cinza carvão, por cima dela e coloquei um cinto preto bem ajustado na cintura. Uma cruz de ouro pequena (que eu sempre usava no pescoço) foi o único enfeite que me dei ao trabalho de colocar."

Agora vem a parte mais difícil do post... Encontrar uma atriz que poderia interpretar a nossa mocinha de forma fiel. Eu já disse aqui e repito: NUNCA consigo ler já imaginando alguém. Sou péssima de associações!! hahaha 
Assim, fuçando no querido e amado Google, encontrei algumas pessoas sugerindo a atriz Alona Tal como uma boa opção para o papel. Ela é uma candidata tão forte que já até fizeram uma montagem dela com a tatuagem de lírio da Sydney! O que acharam? Gostaram ou não da ideia?

 


Como eu falei lá em cima, Sydney não tem muito tempo de sobra pra ficar namorando. Sabe o por quê? Seu trabalho desta vez é tomar conta da princesa vampira Jill Dragomir, que está correndo risco de morte por ser um alvo político. Isso porque vampiros rebeldes querem destronar sua irmã mais velha, a nova rainha dos Moroi, e Jill é muito mais fácil de ser atacada e morta. Assim, Eddie (um dampiro guardião), Jill, Sydney e Adrian Ivashkov (um Moroi que está lá por motivos não muito claros) vão para uma cidade ensolarada, fingem ser irmãos e se matriculam em uma escola de humanos para dar força ao disfarce. Nada como viver um cotidiano normal no meio de tanta tensão, não é? 

Vocês acham que depois disso tudo a menina mais responsável, metódica e focada no trabalho que eu conheço no meio literário vai querer se distrair da sua missão por causa de um namorico? Talvez não no primeiro livro... Ok, sem spoilers! Mas posso adiantar que, em "Laços de Sangue", as cenas entre Sydney e Adrian são bem promissoras, cheias de "brincadeiras" provocativas e diálogos irônicos e inteligentes!!!  Por isso, ele será o nosso mocinho da vez!

       "O sujeito que abriu a porta pareceu tão surpreso quanto nós. Ele segurava um maço de cigarros e devia estar saindo pra fumar. Fez uma pausa e nos examinou de cima a baixo.
       - Então. Vieram aqui para me converter ou para vender revestimento de parede?
       O comentário para nos desarmar foi suficiente para espantar minha ansiedade. O homem que falava era um Moroi, um pouco mais velho do que eu, com cabelos castanhos-escuros que sem dúvida haviam sido penteados com muito cuidado para parecerem desgrenhados. Diferente das tentativas de Keith com uma quantidade enorme e ridícula de gel, o sujeito tinha feito de um jeito que realmente ficava bom. Assim como todos os Moroi, ele era pálido e alto, com um tipo físico esguio. Olhos verde-esmeralda nos examinavam a partir de um rosto que podia ter sido esculpido por um dos artistas clássicos que eu tanto admirava. Chocada, recusei a comparação assim que surgiu na minha mente. Afinal de contas, ele era um vampiro. Era ridículo admirá-lo da mesma forma que eu faria com um humano.
       - Sr. Ivashkov - eu disse com educação. - É bom encontrá-lo novamente." 


Ai gente, como escolher um ator para representar este homem super alto, lindo, intrigante, engraçado, cheio de vícios, sentimental, de humor altamente variável e fumante?

Sério, help me! 

Procurei na internet e achei um site com algumas opções, porém nenhuma boa o suficiente para o que eu imagino. Mesmo assim, escolhi dois dessa lista e coloquei aqui para ver o que vocês acham... Alguém possui opinião concreta sobre o assunto?



Max Irons

Nico Tortorella

O grande dilema deste romance pode ser conferido no final do último quote: como uma humana e alquimista pode admirar ou se sentir atraída por um vampiro? Isso seria pura traição da parte dela para com a sua ideologia de vida e de profissão! Como será que este casal vai driblar este super problema? Tcharaaaam... 

Estas serão as cenas dos próximos capítulos!! 

Não deixe de ler "O Lírio Dourado" e os futuros livros da série Bloodlines, que ainda serão lançados aqui no Brasil pela Editora Companhia das Letras (com o selo Seguinte)!



Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre Sydney Sage, a workaholic mais nerd e focada do meio literário!!!

Mil beijos,

17 de fevereiro de 2014

Resenha: 'Quando eu era Joe' pela @Novo_Conceito


Quando eu era Joe

Autor
: Keren David

Editora: Novo Conceito
Série: Joe - livro 01
Categoria: Literatura estrangeira
Páginas: 318
Lançamento: 2014

saraivasubmarinotravessa




Sinopse:


Imagine o que é perder, em uma única noite, sua casa, seus amigos, Como é possível viver mentindo sobre todas as coisas? Sua escola e até mesmo o seu nome. Aos 14 anos, Ty presencia um crime bárbaro num parque de Londres. A partir desse momento, tudo muda para ele: a polícia o inclui no programa de proteção à testemunha, e Ty é obrigado a assumir uma vida diferente, em outra cidade. O menino ingênuo, tímido, que costumava ser a sombra do amigo Arron, matricula-se na nova escola como Joe... E Joe não poderia ser mais diferente de Ty: faz sucesso com as meninas, torna-se um corredor famoso... Joe é tão popular que acaba incomodando os encrenqueiros da escola. Ser Joe é bem melhor do que ser Ty. Mas, logo agora, quando ele finalmente parece ter se encaixado no mundo, os atentados e ameaças de morte contra sua família o obrigam a viver no anonimato, em fuga constante e sob a pressão de prestar depoimentos sobre uma noite que ele gostaria de esquecer. Um livro – de tirar o fôlego! – sobre coragem e sobre o peso das consequências do que fazemos. 




A vida de Ty nunca foi fácil, vivendo em um bairro pobre de Londres, em seus 14 anos de vida já ouviu e viu muita coisa. Mas nada se compara com o que ele presenciou no parque que costumava passear: um assassinato.

Ele estava no local e hora errada, chamar a polícia também pode ter sido um erro, pois ele acaba chamando atenção de uma gangue perigosa que quer calá-lo. Em menos de dois dias tudo em sua vida muda, ele se torna Joe.

Essa nova vida vai dar a ele um chance de rever suas atitudes, agora está mais seguro com sua aparência, se destaca na nova escola e descobre uma paixão pela corrida... Ser Joe é tudo o que ele precisava para tentar esquecer o que aconteceu, mas os erros do passado não "somem" do dia para noite.

Quando mais seguro de si Joe se sente em sua nova escola, mais seus segredos ficam a beira de serem revelados. É em um desses momentos que fiquei um pouco incomodada: Joe usa lentes de contatos para esconder que seus olhos são verdes, e quando se depara com uma aula de natação entra em pânico, pois segundo ele mesmo as lentes saem na água. O que por experiência própria é bem assim, as lentes ficam "moles" e podem sair fora do lugar, não cair do nada.

Uma montanha russa de emoções, afinal Ty/Joe não é tão "santo" quando parece, em vários momentos tive vontade de pegá-lo pelo ombro e gritar "Não seja burro querido, cala a boca e corre". Quando eu era Joe faz o leitor viver a tensão de uma jovem testemunha que vive entre a dúvida de se auto defender e fazer a coisa certa.

Uma série para todas as idades que gostam de uma boa história de ação.

Beijinhos,

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