15 de julho de 2013

Sessão Pipoca: As Sessões






Título original: The Sessions
Direção: Ben Lewin
Elenco: John Hawkes, Helen Hunt, William H. Macy
País: EUA

Idioma: Inglês
Ano de produção:
2012
Ano de Lançamento:
2013
Censura:
16 anos
Duração:
 1 h 38 min

         










“As sessões” não é um filme para ser assistido por pessoas sensíveis. Mark O’Brien é um escritor que quando criança teve poliomelite e ficou paralisado do pescoço para baixo. Ele só consegue mexer a cabeça e vive limitado dentro de uma máquina que ele apelidou de “pulmão de aço”. 

Com a ajuda de uma enfermeira que lhe trata como um boneco, ele anda de maca pela cidade. Até que um dia ele resolve que não quer a companhia de alguém que sinta pena dele e resolve confessar na igreja para o Padre Brendan (William H. Macy, supremo!) que quer demitir a sua funcionária. 

O padre que de nada lembra os convencionais, ouve tudo que  Mark tem a dizer e lhe dá conselhos na maioria das vezes sobre sexo, que Mark aos 38 anos resolve que já era de experimentar. 

Nosso protagonista gera na plateia risos e algumas sensações de pena quando se apaixona pela sua acompanhante universitária e se declara. Cuidar de Mark não é tarefa fácil mas logo ele encontra alguém que gosta dele de verdade e que o interesse é não só profissional mas um belo laço de amizade, com Vera (Moon Bloodgood) uma descente de oriental que o ajuda a se encontrar. 



Decidido a ter sua primeira vez já que tem ereção, Mark contrata uma terapeuta sexual, o termo comumente utilizado para terapia de casais, na verdade é um médico nada convencional onde entra na história Cheryl (Helen Hunt em uma ótima atuação que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de 2013) que é especialista em despertar em 5 sessões o sexo nele.  

As cenas de descoberta dele são um pouco fortes, Mark descobre e toca pela primeira vez no corpo de uma mulher, descobre o que é ter ejaculação precoce e ao mesmo tempo desperta um amor por Cheryl que é casada e tem um filho mas sua profissão nada comum parece ser levada a sério pelo marido. 

Ela deixa claro que não é uma prostituta e que estuda o comportamento humano, mas ela se relaciona com os pacientes em um nível onde vale tudo, até mesmo ela chegar ao orgasmo. 

Achou forte? Passe longe! Se houve interesse na intensa história de um homem com privações e de uma terapeuta com uma profissão nada comum corra para o cinema mais próximo, as atuações e a história são excelentes e eu recomendo.  

Abraços,

Raffa Fustagno

2 comentários:

  1. Com certeza esse é um filme nada comum! Mas quero ver sim, gosto de histórias que não são convencionais.
    B-jusss!

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  2. Oi, Rafa!

    Eu li o livro antes de assistir ao filme e achei a história tão boa que fiquei megacuriosa para ver como eles retratariam no cinema.
    Honestamente, eu jamais conseguiria ser uma terapeuta do sexo como ela, mas acho excelente que alguém seja capaz de fazê-lo.

    Achei a Helen ótima no filme e a indicação foi super justificada. =)

    Excelente dica!

    Beijocas

    ResponderExcluir

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