31 de janeiro de 2013

Bela Envenenada: O verão!



Como diz o ditado “O bom filho à casa torna”, estou de volta!!!

Verão, sol, calor... Aqui no Brasil pode-se dizer que em QUALQUER lugar é beeem quente no verão. 
Não tem como escapar.

E como nascemos, vivemos (ou escolhemos viver) aqui, temos que ser criativas para, pelo menos, amenizar essa sensação de “clima de montanha vulcânica”.

É aí que a nossa querida amiga MODA nos dá um refresco. 
Há tantas opções para ficar estilosa num dia quente! 

Além do corpo fresquinho em vestidos soltinhos, dos dedos pelados em rasteirinhas lindas, bijus super coloridas, nós também queremos “cuca fresca”...

Sim! Ideias envenenadas para cabeças e cabelos envenenados!

Eu, particularmente, adoro fazer loucuras com meu cabelo.  
Já fui loura, morena e agora sou ruiva. 
Já tive cabelo bem curto, bem longo, médio... Uma metamorfose ambulante! 

Mas se tem uma coisa que eu adoro, são penteados do tipo DIY (Do it yourself – Faça você mesmo). 
Até mesmo aqueles “hoje-acordei-assim”. 
É tendência! 
Está na cabeça de várias mulheres no mundo todo e super combina com o verão! 
Porque ninguém merece ficar com aquela cara de desânimo com o cabelo todo grudado de suor... Eca!

Então, separei uns exemplos de penteados beeem bacaninhas e acessórios fofos para vocês saírem arrasando nesse calor (INSUPORTÁVEL) com a cabeça nas nuvens de tão fresquinha! 

Rabo de cavalo é básico, mas você pode ousar! 
Tem uns modelos que são super fáceis de copiar. 
E são tão diferentes! Não tem nada de careta.

Olha só esses:
 
Nada de mesmice! Olha esse passo a passo:


Sabe o que é legal? Na internet tem tutorial de absolutamente T-U-D-O!!! 
Eu tenho uma amiga, a Gigi Luciano, que faz tranças lindas por causa do “Tio Google” (como ela chama! Kkk)

Então, gostou de algum estilo de penteado... Tio Google! Rsrsrsrs.

Os coques estão muito, mas muito em alta meeeesmo! De todos os estilos possíveis e imagináveis! Com lacinhos, com pedras, com faixas, com tranças, bagunçados, arrumadinhos... De tudo que é jeito! Aproveite!




Existe uma “ferramenta” muito prática para fazer coques: donut (na foto abaixo). 
Ele é feito do que parece uma espuma grossa, não sei explicar bem o que é, e você escolhe de acordo com a cor de seu cabelo. 

Achei por acaso, em uma loja em Londres. Eu e minha prima não fazíamos ideia do que seria aquilo e então perguntamos a uma atendente que até nos explicou como usar. Achei muito interessante, mas aqui no Brasil só vi para vender no mercado livre (Se alguém souber onde vende, me conta!).



E tem os acessórios... Arcos, grampinhos, presilhas, faixas, flores, lenços, etc, etc, etc. Para todos os gostos! 

Use o bom senso.

 Você não vai usar uma faixa larga ou um lenço estampadão que você considera uma alegoria de cabeça de escola de samba só porque está na moda. Muita gente também não gosta de lacinho. Nesse ponto, a moda é bem democrática! Você tem que se sentir bem, bonita e fresquinha! Tenho certeza que você vai gostar de pelo menos um desses:
E estes:

Então fica a dica para um verão mais estiloso: Aposte nos penteados e acessórios descolados e arrase nas noites e dias quentes!

Gostaram? Contem-me!

Beijooo!

Indie

30 de janeiro de 2013

Doce Veneno #13: Indicação de Livro! Uma furada?


Bom dia, envenenados!

Todo mundo bem? Como vocês tem passado esses dias de janeiro? Muito calor, muita chuva? Férias? Espero que vocês estejam descansados, porque por aqui, a ralação continua. 

Então, sem mais demora, vou direto ao assunto do dia: indicações de livros.

Doce Veneno: O livro que você me indicou é uma droga!


É um fato! Todo mundo já passou pela situação de ler um livro que foi super-hiper-ultra-mega-blaster indicado por alguém que você tem em alta conta e aí, na hora que pegou para ler, detestou o livro. 

E aí, como faz? 

Como você diz para aquela pessoa  que a indicação é uma bosta, que o livro é uma bela porcaria e que você ODIOU o livro. Chato, né?! 
Já aconteceu com você, pode confessar. Comigo também.

Uma das coisas mais constrangedoras que podem acontecer é isso. 

Vou abrir meu coração para vocês e dizer qual foi o meu caso... 

Na verdade, tenho duas situações, mas vou comentar só uma: Fallen. 

A série dos anjos caídos, escrita por Lauren Kate, me foi indicada por alguém que eu prezo muito a opinião e sempre considerei como certeira. Mas aí, quando li, não rolou química. Na verdade, eu até estava gostando do início da história, estava curiosa com o que poderia acontecer e tal. Até aquele momento “mágico”, que ao se conhecerem na escola, Daniel faz um gesto grosseiro para a garota e ela se apaixona. Oi? Lógica passou longe disso...

Aí, meu bem, não adianta se a Lauren escreve bem ou não – e para não ficar dúvida, acho que ela escreve muito bem obrigada –, mas o que importou para mim é que aquela história não tinha pé nem cabeça e que mais do que isso, me irritou profundamente. Parei, deixei de lado mesmo. Não comprei o resto da série e nem peguei emprestado para ler. A única coisa que fiz foi peguntar às pessoas que eu sei que acompanham a série como que terminava a história, porque apesar de não ter gostado, sou curiosa demais para não querer saber o final.

Mas o resumo da ópera é o seguinte: foi uma grande furada a indicação e, pior do que isso, comecei a ter em menor estima a opinião da pessoa. Penso duas vezes antes de pensar se vou ler ou não o que ela indicou, pergunto uma segunda opinião, talvez até uma terceira. E para ser honesta, achei isso bem chato, viu?! 

Infelizmente isso aconteceu, sem que eu percebesse, mas de repente, já estava lá. E me perguntei várias vezes: será que eu digo ou não digo que detestei? Bom, eu acabei contando que não gostei, expliquei os motivos e a pessoa entendeu super na boa. Não poderia ser diferente, ela é uma querida e sabe que nem tudo agrada a todos.

Porém, existe um problema nessa situação. Nem todo mundo aceita ter sua opinião contrariada. A gente sabe que tem pessoas que se ouvirem uma palavra contrária ao que ela pensa, uma crítica àquele livro “ótimo” que ela indicou e você não gostou, viram verdadeiras loucas. 
Tem casos tão extremos que as pessoas inclusive mudam o comportamento com o amigo por causa de algo tão pequeno. 

Obviamente, isso mostra o quão imatura a pessoa é, e certamente você sabe que a pessoa é assim. Aí, vale o seu posicionamento. Se você acha que vale mais demonstrar e compartilhar a sua opinião com ela, vá em frente. Se você acha que isso não é tão relevante e vale mais prezar pela amizade... Então guarde a opinião para si. 

De toda forma, em qualquer caso, pense bem antes de falar. Tome cuidado com suas palavras para que elas não sejam pesadas demais e acabem magoado alguém que, independente de qualquer coisa, só quis ajudar.

No final das contas, a situação é sempre uma escolha nossa. E vale a pena pensar um pouquinho, certo?! 

Mas agora, quero saber de vocês: Já passaram pela situação? 

Contem para mim como foi com vocês, vamos compartilhar esse perrengue. ;) espero ver o comentário de vocês aqui, hein?!


Beijocas e até a próxima!

29 de janeiro de 2013

Resenha: 'Êxtase' da @GaleraRecord

Bom dia envenenados,

A resenha de hoje é de um dos livros mais aguardados pelos fãs de anjos caídos... e pelos fãs da série Fallen!


Êxtase
Autora: Lauren Kate
Série: Fallen
Volume: 4
Editora: Galera Record
Páginas: 350
Lançamento: 2012


Compre:   

Sinopse

No quarto e último aguardado livro da série Fallen, Luce e Daniel estão juntos e parece que nada mais vai separá-los.
O problema é que o destino amaldiçoado de uma mortal e de um anjo caído promete surpresas. 
O céu está escuro com asas… 
Como a areia numa ampulheta, o tempo está se esgotando para Luce e Daniel. 
Para parar Lúcifer de apagar o passado eles devem encontrar o lugar onde os anjos caíram na terra.
Forças sombrias estão atrás deles, e Daniel não sabe se consegue fazer isso — viver só para perder Luce uma vez e mais outra. 
No entanto, juntos, eles enfrentarão uma batalha épica que deixará corpos sem vida… e poeira de anjos. 
Grandes sacrifícios são feitos. 
Corações são destruídos. 
E de repente, Luce sabe o que deve acontecer.

Fallen - Livro 1 | Resenha
Tormenta - Livro 2 | Resenha
Paixão - Livro 3 | resenha
Apaixonados - Livro 3.5 | Resenha



Obs: Resenha livre de spoiler!! Aproveite!!

Chegar ao último livro de uma série é, ao mesmo tempo, mágico e assustador!!

Como fãs de uma série ficamos ansiosos pelas continuações e geralmente enlouquecemos aguardando as datas dos possíveis lançamentos dos livros que amamos tanto.

Mas nada se compara a ansiedade de aguardar o último livro da sua série preferida... 

Será que o livro vai atender a sua expectativa? O que será que a autora/autor irá fazer? 

A espera de Êxtase não foi tão tranquila para mim, mas aguentei a ansiedade numa boa (Graças aos míseros chocolatinhos que comi!! he he he) e quando finalmente o tive em minhas mãos... amarelei!

Pois é... fiquei com medo de ler tudo de uma vez só...

Li parcelado, li em doses homeopáticas e travei nos capítulos finais!!

Ao iniciar a leitura senti toda a paixão pela série retornar ao me deparar com Luce e Daniel juntos lutando pelo amor que escolheram desde o Princípio!

Agora, para poderem finalmente ficar juntos, terão que enfrentar a ira de Lúcifer e sua descabida ideia de apagar a história de toda a humanidade. Sim! Apagando a história, inclusive o momento em que os anjos caíram lá do céu... Lúcifer pretende assim... reescrever a história e garantir que desta vez TODOS os anjos escolham um lado... e que Daniel não 

Assim Luce, Daniel, Cam e todos os anjos envolvidos precisam impedir que Lúcifer coloque seu plano em ação. Para isso eles precisam descobrir o local exato onde aconteceu a queda dos anjos e só conseguirão se encontrarem três relíquias sagradas escondidas há milênios.

É nessa busca que aventura começa, a ação te prende e coisas misteriosas, assustadoras e angustiantes acontecem com o nosso casal protagonista e com todos os personagens que aprendemos a amar no decorrer da série.

Outros amigos e inimigos surgem nessa empreitada insana por descobrir o local da queda e Lucinda se mostra mais forte e determinada do que nunca! Depois de vivenciar tantas perdas ao visitar suas vidas do passado, ela agora está mais certa do que nunca de que seu amor por Daniel é verdadeiro, forte e real... mas ela ainda precisa se lembrar do primeiro encontro com seu amado! precisa se lembrar de como o amor dos dois começou...

Se ela conseguir... seu envolvimento com a queda dos anjos será revelado e ela entenderá o por quê de tanta provação!!

Nesta busca... tudo acontece... a gente chora, ri, se angustia, se enche de esperança e reconhece que valeu a pena seguir a série até o último livro!!

"A melhor parte era agora. Era isto que levaria consigo das jornadas através das eras: que ele valia tudo para ela e ela valia tudo para ele. A única maneira de vivenciar tal nível profundo do amor dos dois era entrando juntos em cada novo momento, como se o tempo fosse feito de nuvens. E, se no fim das contas tudo se resumisse a isso naqueles noves dias seguintes, Luce sabia que ela e Daniel arriscariam qualquer coisa pelo seu amor."

Ao chegar aos últimos capítulos precisei dar um tempo na leitura... a ação alucinante e as descrições perfeitas de Lauren te levam a um estado de ansiedade incrível. Eu sabia que finalmente ela ia revelar como a maldição de amor dos dois começou... ia revelar quem era Lucinda price e como Luce e Daniel se apixonaram pela primeira vez...

Affff!!

A revelação é ma-ra-vi-lho-sa!!

Por essa eu não esperava, mas achei fantástico o final... ou o recomeço lindo e cheio de esperança que a autora deu a série!!

Lauren mantém sua escrita linda e poética... um sopro de vida e encanto... mantendo o amor como o bem mais precioso da vida!

      "Tudo o que Luce sempre quis foi o amor dele... mas a que preço? Será que o amor dos dois valia o fim do mundo e de todas as suas histórias? Teria Daniel sido capaz de prevenir tal ameaça se tivesse escolhido o Céu tempos atrás? E teria ele voltado para lá, onde era o seu lugar, caso o amor por Luce não o tivesse desencaminhado? Como se estivesse lendo a mente dela, Daniel disse: - Colocamos nossa fé no amor."

Fim!

28 de janeiro de 2013

Pipoca Envenenada: Django Livre


Filme de hoje... 





Título original: Django Unchained

Título no Brasil: Django Livre
Dirigido por: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino
Elenco: Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo di Caprio, Kerry Washington, Samuel L Jackson
Ano de Produção: 2012
Ano de Lançamento: 2013
País: EUA
Duração: 2h 45 m
Censura no Brasil: 16 anos
Maçãs: 

  

 Quando Tarantino escreveu o roteiro de Django ele o fez pensando no papel principal como sendo de Will Smith, devido a outros compromissos o astro de MIB não pôde aceitar fazer o filme e deve estar arrependido até agora. 
Não somente porque o filme é maravilhoso mas também porque Jamie Foxx que ganhou o papel mostrou mais uma vez que é um ator incrível - tanto que já ganhou o Oscar ao interpretar o músico Ray Charles - que certamente deixou Tarantino feliz com a substituição.
Em Django Livre, o personagem título Django (Jamie Foxx) é um escravo que acabou de ser vendido e separado de seu grande amor. No meio de outros escravos que estão na mesma situação, eles andam no meio de uma floresta sendo humilhados por dois irmãos que os compraram. 
A primeira cena do filme já diz o que teremos, bem ao estilo Tarantino de ser, o então dentista alemão Dr. King Schultz (o sempre perfeito e indicado ao Oscar desse ano: Christoph Waltz) aparece do nada querendo comprar Django. O que vemos é muito sangue- beirando o exagero mas muito divertido - e diálogos inteligentes que já estamos acostumados a ver nos filmes do roteirista e diretor.
Daí para frente o que teremos é um ex escravo que vai se unir ao ex dentista, sim, o tal Dr. Schultz abandonou a profissão há uns 5 anos e se especializou em ser caçador de recompensas, e é por isso que a princípio Django lhe interessa tanto, porque ele precisa matar 3 irmãos que não imagina como são e Django foi escravo na fazenda deles.
No entanto, uma amizade vai nascer entre os muito tiros do filme, Django vai acompanhar ele em outras caçadas mas sempre com o intuito de chegar até Candyland, onde sua esposa está como escrava.
Antes eles vão encontrar um grupo que imita a Klu Klux Klan mas que a cena do capuz rende ótimas risadas - não vou contar para não estragar - liderados por Big Daddy (Don Johson, o sumido ator de Miami Vice e também conhecido como ex marido de Melanie Griffith).
Quando chegam a fazenda Candyland, o que encontram é um homem sádico, Calvin Candie (Leonardo Di Caprio, ótimo no papel) que se diverte em ver negros se matando em lutas e maltrata seus escravos das mais variadas formas.



Com a desculpa de quererem comprar um vencedor de lutas, eles conseguem que Calvin os leve para  a casa onde está Brunhilde (Kerry Washigton) a esposa de Django que ele tanto procura. O que não contavam encontrar é um braço direito bem esperto chamado Stephen (Samuel L Jackson, envelhecido para o papel) que desconfia de tudo e todos e é tratado como mordomo em Candyland.
Com tiros, muto sangue e uma trilha sonora de primeira (não tem como não sair da sala de cinema não querendo a trilha sonora que é excelente) Taratino nos brinda com um dos melhores filmes que já fez. 
Sei que o ano ainda está no começo, mas Django Livre certamente será um dos melhores filmes do ano.

Concorrendo a algumas categorias do Oscar e vencedor de Globos de ouro, o filme merece ser visto.


Curiosidades:
· Cristoph Waltz venceu o Globo de Ouro 2013 na categoria melhor ator coadjuvante por Django Livre.

· Quentin Tarantino ganhou o Globo de Ouro 2013 por melhor roteiro por esse filme.

· No Oscar 2013 "Django livre" concorre nas categorias: Melhor filme, melhor ator coadjuvante (Cristoph Waltz), Melhor roteiro original, Melhor fotografia e Melhor edição de som.

· Franco Nero, o ator italiano, que fez Django de 1966 faz uma participação especial no filme como um apostador na luta de escravos.

· Quentin Tarantino aparece no filme, como um dos homens que está levando Django para uma fazenda que acabou de o comprar. O diretor tem falas mas não informam o nome do personagem.

26 de janeiro de 2013

Apple News: Especial Novas Parcerias


Olá Envenenados, tudo bem com vocês?

Mais uma super novidade pintando por aqui!!

Quem acompanha o blog já deve ter percebido que na barra lateral e que em algumas postagens têm aparecido um novo banner de anúncios da Saraiva e da Cultura.

Isso mesmo, nós conseguimos essas super parcerias, graças a vocês é claro. \o/

Sempre que forem aproveitar as ofertas das Livrarias não deixem de clicar no banner ou no botão que criamos (O da Livraria Cultura está em processo de criação)... 
 

... assim o Envenenadas ganha alguns pontinhos que geram vantagens para vocês leitores!!

E claro que as vantagens virão em forma de livros nas nossas promoções!!

Contamos com o apoio e com os cliques de vocês! :-)

Beijocas,

Resenha: O Inferno de Gabriel da @editoraarqueiro



O Inferno de Gabriel


Autor: Sylvain Reynard 
Editora: Arqueiro

Categoria: Romance / Erótico

Páginas:
512
Lançamento:
02/2013
Compre_saraiva



Sinopse

      A salvação de um homem. O despertar da sexualidade de uma mulher. 

     Enigmático e sedutor, Gabriel Emerson é um renomado especialista em Dante. Durante o dia assume a fachada de um rigoroso professor universitário, mas à noite se entrega a uma desinibida vida de prazeres sem limites. 

    O que ninguém sabe é que tanto sua máscara de frieza quanto sua extrema sensualidade na verdade escondem uma alma atormentada pelas feridas do passado. Gabriel se tortura pelos erros que cometeu e acredita que para ele não há mais nenhuma esperança ou chance de se redimir dos pecados. 

    Julia Mitchell é uma jovem doce e inocente que luta para superar os traumas de uma infância difícil, marcada pela negligência dos pais. Quando vai fazer mestrado na Universidade de Toronto, ela sabe que reencontrará alguém importante – um homem que viu apenas uma vez, mas que nunca conseguiu esquecer. 
 
      Assim que põe os olhos em Julia, Gabriel é tomado por uma estranha sensação de familiaridade, embora não saiba dizer por quê. A inexplicável e profunda conexão que existe entre eles deixa o professor numa situação delicada, que colocará sua carreira em risco e o obrigará a enfrentar os fantasmas dos quais sempre tentou fugir.
 
      Primeiro livro de uma trilogia, O inferno de Gabriel explora com brilhantismo a sensualidade de uma paixão proibida. É a história envolvente de dois amantes lutando para superar seus infernos pessoais e enfim viver a redenção que só o verdadeiro amor torna possível. 




Intenso...

Sensual...

Romântico...

Profundo!

Eu sou uma romântica incorrigível! 

Adoro ler uma incrível história de amor!
Se não tiver muito drama e nem morte no final então... eu prefiro!!

Quando a Editora Arqueiro me enviou a prova do livro, eu estava achando que esta seria mais uma história erótica cheia de cenas quentes e bem descritivas, com um cara dominador que adora dar uns tapinhas nas mulheres e por aí vai...

Já estou meio cansada deste mesmo formato de livro...

Quando eu li que era uma fanfic de Crepúsculo então... minha bola murchou... 

Mas a Renata Alves estava ansiosíssima pelo livro e disse que este era 'o' livro!! 

Então dei uma boa respirada, peguei o livro e já na terceira página percebi que ele era diferente. E ainda é escrito em terceira pessoa... aleluia!!

Este tal de Sylvain Reynard é bom!! Muito bom!!
Acho até que estou apaixonada pelo cara... e não pelo Gabriel!! Pode?

A escrita dele te dá um tesão danado... o cara é sensual com as palavras!!

O jeito como ele domina a escrita e faz um paralelo da história de A Divina Comédia com a história dos protagonistas é poética e linda...

O livro não tem o nome de O Inferno de Gabriel à toa... O nome é uma alusão ao Inferno de Dante... Eu não conheço quase nada desta história, mas as referências citadas no livro te envolvem e te levam a querer falar italiano, conhecer obras de arte, várias arquiteturas e por aí vai...

Por incrível que pareça com todo este toque clássico o livro não fica chato, mas sim envolvente!

 Já deu pra você perceber que o livro tem um ‘porte’ diferente... ele não é nada vulgar e nem tem cenas de sexo em todos os capítulos te levando a exaustão de descrições repetitivas e de mau gosto.

 Outra coisa importante a ser falada é que eu não reconheci Edward e Bella, apesar de Julia ser desastrada... a dinâmica de Gabriel e Julia é bem diferente e acho que isso acontece pelo fato de nosso protagonista ser um cara de 33 anos, professor universitário, orientador de doutorado e mestrado.

Seu passado é ‘pesado’. Quem o vê hoje não reconhece o garoto problemático que foi um dia, mas infelizmente, assim como o nome do livro já diz... ele está no ‘inferno’... e eu não vou contar o porque. #soumá

Como esta é uma trilogia, acredito que o autor vá dar aos próximos livros o mesmo caminho que Dante deu para as três partes de sua obra: O Inferno, O Purgatório e O Paraíso!

E ao ler o primeiro livro, você percebe que é bem possível que isto aconteça mesmo, já que a Julia é para Gabriel a tábua de salvação que o tirará do inferno e o levará para um possível purgatório...

Quando Julia consegue enxergar além do professor esnobe e arrogante... e reconhece o homem atormentado que precisa de amor para sua redenção... a narrativa se torna sublime e você torce... torce... torce... com todas as suas forças para que o casal dê certo!

Claro que Gabriel não crê que haja salvação para ele e claro que Julia não crê ser capaz de amar um homem que acredita ter cometido os sete pecados capitais e ter se doutorado em todos eles. Mas o amor é capaz de milagres impossíveis e a fé que uma mãe depositou num filho há muitos anos atrás move o casal apaixonado a um caminho que só conseguirão trilhar se permanecerem juntos.

Aliás, o valor que o autor dá a família é um toque lindo que o livro traz também.

Bem, não há sexo gratuito... e isso já é algo a aplaudir!!

Mas há muita tensão sexual e ela não deixa com que você largue o livro!! #prontofalei

Agora é só ler e reler e ler de novo... até o segundo ser lançado por aqui no mês de julho!!

Parabéns a Editora Arqueiro pela ousadia e pela escolha do autor e sua trilogia!

Vocês vão adorar! Não percam tempo!

O livro será lançado em fevereiro e você já pode comprar na pré-venda! É só clicar no banner da Saraiva na lateral direita do blog! :-)

Beijos,

25 de janeiro de 2013

Seja feliz!!


E não é?

Agora você pode fazer isso através do nosso blog!!

Clique no banner da Saraiva na lateral direita e faça suas compras!!

;-)

Sexta Envenenada: A Noite mais Sombria


“Ele viu o paraíso.
Ele viu o inferno.
Ele viu liberdade, prisão, tudo e nada.
Ele viu... seu lar.”
A Noite mais Sombria

No início, nada possuía forma, não havia separação entre as coisas e essa imensidão nebulosa era conhecida como Caos e não se sabe quanto tempo durou.
Um poder extremo e misterioso começou a organizar tudo isso, separando os astros, preenchendo os vazios, dando forma, iluminando e nomeando cada recanto. As partes essenciais de nosso mundo foram enfim criadas e aguardavam aqueles que as habitariam.
Coube aos deuses Urano (Céu) e Gaia (Terra), através de sua união, a tarefa de povoar este mundo com os primeiros seis meninos e seis meninas (Titãs e Titânides). Esses, por sua vez, também geraram filhos.
O caçula dos Titãs, Crono causaria alvoroço.
Urano e Gaia ainda tiveram outros filhos que foram obrigados pelo pai a permanecer no Tártaro. Gaia pediu ajuda aos Titãs, mas apenas Crono aceitou ajudá-la cortando os testículos de Urano. Assim, derrotando o rei dos deuses e seu pai, Crono tornou-se o todo-poderoso.
Porém, contrariando a mãe, ele resolveu reinar sozinho e não libertou seus irmãos. Com tamanha fúria, Gaia joguou aquela praga fabulosa: “Você também, meu filho, será deposto por um de seus filhos!”
Para evitar que as palavras de sua mãe fossem realizadas, Crono engolia cada um dos filhos que sua irmã Réia lhe dava, assim que nasciam.
Desesperada por cada um de seus amados filhos condenados pelo próprio pai, Réia resolveu que não permitiria que isso também ocorresse com seu sexto filho (Zeus). Assim, enrolou uma pedra em um manto e o entregou a Crono, como se seu filho fosse.
Assim, logo a profecia de Gaia se realizaria, pois o jovem Zeus tomaria o poder de seu pai para si.
Para conseguir derrotar Crono, Zeus contou com a ajuda de seus irmãos Posêidon e Hades, assim como os Ciclopes e outros gigantes, que por terem sido libertados pelo jovem Zeus das profundezas do Tártaro, entregaram-lhe, em gratidão, o trovão, o raio e relâmpago.
Por seu apoio na tomada do poder, Zeus partilhou com Posêidon e Hades o domínio do mundo, dividindo o universo em três partes: o céu e a terra, que ficariam sob seu comando, os mares e oceanos ficariam a cargo de Posêidon e a área subterrânea, para onde os mortos eram encaminhados, seria governada por Hades.
“Crono não era apenas um deus violento e ávido de poder. Ele presidia uma raça de homens a que os deuses tinham dado uma existência amena e pacífica, semelhante à deles. Como os deuses, os homens não envelheciam e não sabiam o que era cansaço nem dor. Para se alimentar, não precisavam trabalhar, porque a terra, sem ser cultivada, produzia o ano inteiro frutos em abundância. Sem esforço, portanto, os homens colhiam frutas deliciosas nos arbustos, abaixando-se somente para catar os morangos saborosíssimos que a natureza lhes oferecia. Não necessitavam usar roupa, porque só havia uma estação, a primavera.
Sua vida tranquila era marcada por festas em que as relações de amizade e mútuo bem-querer se expandiam. Esses tempos eram chamados de idade de ouro porque tinham a pureza, a riqueza e a eternidade do ouro. Mas essa raça de homens acabou se extinguindo, e outra a sucedeu.
Em seguida, os deuses criaram do barro os seres vivos. Sem perceber, privilegiaram os animais, em detrimento dos homens.
De fato, os primeiros receberam as qualidades físicas que lhes permitiram se adaptar perfeitamente ao meio natural. Alguns, como o urso, foram dotados de grande força; outros, menores, como os passarinhos, ganharam asas para fugir. A divisão parecia equitativa, e as qualidades distribuídas entre as várias espécies se equilibravam. Mas uma das espécies foi esquecida: a humana. Com sua pele apenas, os homens não podiam suportar o frio, e seus braços nus não eram suficientemente robustos para combater os animais selvagens. A raça humana estava ameaçada de extinção...
Prometeu, filho do titã Jápeto, sentiu pena dos fracos mortais. Ele sabia que a inteligência deles possibilitaria que fabricassem armas e construíssem abrigos se eles tivessem meios para isso, mas lhes faltava um elemento essencial: o fogo. Com o fogo, poderiam endurecer a ponta de suas lanças, a fim de torná-las mais resistentes, e se aquecer em seu lar.
Ora, os deuses conservavam com o maior cuidado a preciosa chama só para si. Prometeu teve que penetrar discretamente na forja de Hefesto, o deus do fogo, para roubar a chama, que levou para os homens ocultada no oco de uma raiz.
Zeus não ignorou por muito tempo esse furto. Assim que notou o brilho de uma chama entre os mortais, o poderoso soberano deu vazão à sua cólera. No mesmo instante jurou vingar-se dos homens e do benfeitor deles, Prometeu.
Combatendo uma esperteza com outra, teve a ideia de produzir uma criatura irresistivelmente encantadora que causaria a desgraça dos homens. Assim, usando barro, criou a primeira mulher, que chamou de Pandora. Contou com a ajuda de Hefesto, que a enfeitou com as jóias mais delicadas, e de Atena, que a vestiu com um tecido vaporoso, preso na cintura por um cinto trabalhado artisticamente.
Quando ela ficou pronta, Zeus a mandou à casa de Epimeteu, irmão de Prometeu. Conhecia a ingenuidade e imprudência desse deus. Não podendo resistir aos atrativos de tão bela pessoa, Epimeteu esqueceu que o irmão o prevenira contra os presentes de Zeus. Recebeu Pandora e a instalou em sua casa.
Pandora havia trazido consigo uma caixa que não deveria abrir em hipótese nenhuma. Isso lhe fora expressamente recomendado por Zeus ao lhe dar a caixa. Era mais uma esperteza, porque ele sabia muito bem que a jovem iria querer descobrir o conteúdo dela.
Movida pela curiosidade, Pandora acabou abrindo a caixa... de onde saiu precipitadamente um vento de desgraças. Apavorada, ela viu passar a fisionomia ameaçadora da crueldade e o sorriso malicioso do engano. Ouviu gritos queixosos dos miseráveis e dos sofredores. Outras desgraças começavam a se propagar assim no vasto mundo. Quando Pandora descobriu seu trágico erro, tampou rapidamente a caixa. E então, a Esperança e todas as promessas de felicidade para os homens ficaram para sempre trancadas ali...
Quanto aos homens, eles aprenderam com isso que um bem podia vir acompanhado de uma desgraça.”

Olá, Envenenados!

Estamos de volta com mais uma Sexta Envenenada. Mas esta Sexta está com um gostinho bastante mitológico. Já deu pra perceber, né?
Acho que já disse aqui se sou apaixonada por História, de maneira geral, mas sempre tive um tombo por história antiga, fosse egípcia, grega, africana... não importa. Quando o assunto era mitologia então, eu viajava.
Sempre que posso adquiro livros ou revistas que tratem do assunto, e foi numa dessas buscas que descobri um livro muito simpático, que trata desse tema com uma graça muito distinta.
O trecho anterior, que trata da criação dos primeiros homens, do ponto de vista da mitologia grega, e do mito de Pandora e sua caixa, foi retirado do livro Contos e Lendas da Mitologia Grega, escrito por Claude Pouzadoux, ilustrado por Frederick Mansot e editado pela Cia das Letras.
Esta é apenas uma das obras que aborda a mitologia grega, toda sua riqueza e o legado que herdamos.
Enfim, lendas e mitos sempre povoaram o imaginário das pessoas, e serviram de inspiração para releituras na literatura, no teatro, no cinema, música e por aí afora.
Gena Showalter também se inspirou na mitologia grega para criar algumas de suas obras; estou falando de Senhores do Mundo Subterrâneo – Lords of the Underworld.
Senhores do Mundo Subterrâneo é uma série de livros que conta a história de 12 guerreiros gregos que, diferentemente do mito, violado a caixa e libertado os males ou demônios, como o livro se refere, que estavam presos nela e teriam assassinado Pandora. Males que passaram a assombrar os humanos, como Violência, Doença, Dúvida, Derrota, Mentira, Dor, Morte, entre outros, foram liberados.
Pelo amor que tenho por tudo que diz respeito à história e ao legado grego, hoje trago Maddox, Guardião da Violência, para saborearmos esta Sexta Envenenada.

Maddox é protagonista do primeiro livro da série, A Noite Mais Sombria – The Darkest Night.
Ao ser preterido como guardião da dimOuniak, uma caixa sagrada que continha os espíritos mais destrutivos e infames, em favor de Pandora – guerreira poderosa e forte, mas mulher – viu-se indignado, assim como seus companheiros que haviam lutado pelo rei dos deuses e garantido a segurança por muito tempo, revoltarando-se por não terem sido escolhidos para a tarefa.
Ele e seus amigos não tinham a intenção de libertar o mal da caixa, mas as coisas não aconteceram como esperavam e como castigo, o rei dos deuses os condenou a carregar dentro de si um dos demônios libertados por toda a eternidade.
“Um castigo adequado. Os guerreiros haviam libertado o mal para vingar seu orgulho pungente; agora, eles os conteriam.
Assim, nasciam os Senhores do Mundo Subterrâneo.
Maddox recebera Violência, o demônio que agora era tão parte dele quanto seus pulmões ou seu coração. Agora, o homem não conseguia viver mais sem o demônio, e o demônio não conseguia mais agir sem o homem. Eles estavam entrelaçados, duas metades de um todo.
Desde o começo, a criatura dentro dele o incitara a fazer maldades, coisas detestáveis, e ele era forçado a obedecer. Mesmo quando levado a matar uma mulher... a matar Pandora. Seus dedos se fecharam com tanta força na barra que as juntas quase se deslocaram. Ao longo dos anos, ele aprendera a controlar algumas das compulsões mais cruéis do demônio, mas era uma luta constante, e ele sabia que podia ceder a qualquer momento.
O que ele não daria por apenas um dia de tranquilidade. Sem o irresistível desejo de ferir as pessoas. Sem batalhas internas. Sem preocupações. Sem morte. Só... paz.”
Durante os primeiros dias sombrios após receberem suas maldições, os guerreiros eram mais demônios que homens; implantaram terror, infligindo fome, doença, violência, destruição em todas as direções e fazendo montes com os corpos humanos que eram abatidos.
Naquele período de penúria surgiram os Caçadores, uma espécie de organização de mortais que tinham como objetivo libertar a humanidade desses males. A tática mais eficaz dos Caçadores contra os Senhores era a utilização de Iscas femininas treinadas para envolver e distrair os guerreiros. Foi utilizando uma dessas Iscas que os Caçadores mostraram aos Senhores que havia uma forma de destruí-los.
Nos dias atuais, o grupo do qual Maddox faz parte vive em uma fortaleza escondida em uma floresta em Budapeste. Embora tentem manter-se afastados dos humanos o máximo possível, eles precisam entrar em contado com o resto da humanidade em determinados momentos. Em um desses momentos Maddox encontra-se sozinho na fortaleza com Torin, possuído pelo espírito de Doença, quando descobrem a presença de uma mulher nas imediações da propriedade.
Como seria desastroso para todos se Torin saísse de casa para ir de encontro à intrusa, devido ao seu demônio, ambos concordam que Maddox cumpra a missão. Porém, o grande dilema desse guerreiro não está ligado apenas ao demônio da Violência, mas também à outra maldição que carrega.
Ele está condenado a morrer todas as noites da mesma forma como assassinou Pandora – assim, à meia-noite, por toda a eternidade, Reyes – Guardião da Dor – deve desferir-lhe seis golpes com uma lâmina no abdômen. Depois disso, Lucien – Guardião da Morte – escolta sua alma até o inferno, onde sofre torturas extremas até o amanhecer.
Quando a intrusa começa sua incursão pela floresta dos Senhores, a meia-noite está muito próxima. E o que Maddox menos espera é encontrar um novo tormento para sua vida.
“Ashlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento. Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste.”
Na busca desesperada para libertar-se das vozes que atormentavam sua vida, desde sempre, Ashlyn parte para Budapeste. Lá tem esperança de encontrar a paz.
Ao deparar-se com um homem enorme, de cabelos negros e olhos violetas vindo em sua direção a uma grande velocidade, tem sua vida totalmente transformada.
“Profundamente chocada, inacreditavelmente apavorada, ela precisou de um instante para dar-se conta de que algo estava... diferente. O ar, a temperatura, o...
As vozes haviam parado.
Seus olhos se arregalaram de perplexidade.
As vozes haviam parado, como se percebendo a presença do home e sentindo tanto medo quanto ela. O silêncio a envolveu.
Não. Não era um silêncio absoluto que ela experimentava, percebeu um momento depois, e sim uma... quietude. Uma quietude suntuosa, deliciosa. Quanto tempo fazia que ela não sabia o que era aquilo, não ser envolto por conversas? Já sentiu isso alguma vez?”
Alexis Papas (grego de verdade, viu?)
O que acontece a partir do encontro de Maddox e Ashlyn é uma sucessão de eventos sobrenaturais, assustadores e fascinantes também.
Ambos procuram uma libertação e esta parece estar nos braços um do outro. Ao mesmo tempo podem ser letais, um para o outro; Maddox conhece seus motivos, mas Ashlyn não faz ideia de onde estava se metendo.
O mais curioso nessa série é que encontramos muitas semelhanças com outra que figura bastante nesta coluna. Algumas expressões, algumas maldições e maneiras de agir de determinados personagens são idênticas em ambas as coleções. Tudo bem, eu não me importo, até porque foi tentando amenizar minha frustração pela demora da publicação dos volumes seguintes da outra série que acabei conhecendo os Senhores do Mundo Subterrâneo. Mas, como uma maldição dos leitores fãs de séries, esta também deu uma parada na edição dos próximos volumes. Até o momento, foram publicados cinco volumes – o último foi lançado em 2011.
O que é uma pena, pois é uma série interessante e a gente fica sem saber o que acontece com os personagens, qual é o desfecho da história. A não ser, é claro que se opte por baixar as traduções que circulam por aí. Eu gostaria de completar a coleção, mas se não for o caso...
Maddox é um guerreiro, cuja maldição é mortal, tanto para ele quanto para todos ao seu redor. A Noite mais Sombria é um livro de romance e ação sobrenatural que é fiel ao seu estilo. É intenso do início ao fim, definitivo, se não fosse os demais personagens que figuram aqui, que também são maravilhosos e clamam por seu próprio volume.
Mas para quem espera cenas picantes, não fiquem tristes, pois o livro tem grandes momentos de extrema sensualidade, e não deixam de ser bonitas, pois ambos fazem suas descobertas juntos. Ah! A cena em que ambos tomam banho juntos pela primeira vez! Abafa!! O que foi aquilo???
Maddox e Ashlyn conseguiram me cativar e emocionar com sua história de sacrifício e amor.
Gena Showalter conseguiu em A Noite Mais Sombria criar um universo excitante, sobrenatural, com personagens que possuem maldições, poderes, mas também grandes vulnerabilidades. E são estas vulnerabilidades que conduzem a história.
Bom, mais uma coluna construída, mas um personagem que encontrou lugar cativo na galeria dos meus favoritos – Maddox – o gato da vez. Missão cumprida, e para brindar esse guerreiro gostosão, eis que descobri Alexis Papas (ai papai!), um modelo grego, em plena forma e formas. Ah! Grécia querida!
Fico por aqui, desejando a todos uma Sexta bastante Sombria – no bom sentido, é claro!
Fiquem bem e Carpe Diem!
Tania Lima

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