15 de dezembro de 2012

Sexta Envenenada: Amante Consagrado


“Sacrifício não significa uma amputação nem penitência. (...) Ele é uma oferta de nós próprios ao Ser a que recorremos.”
Antoine de Saint-Exupéry

“Se um sacrifício é uma tristeza para ti, e não uma alegria, então não o faças, não és digno dele.”
Romain Rolland

“Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros.”
Confúcio

“Minha cabeça balança, rola,
e sai vagando pela casa como um astro penado
E a sinto examinado os belos quadros familiares com um olhar que eu desconheço na sua fisionomia
Aqui, longe de tudo, meus dedos palpam o poema imenso das
vozes da noite – eu o recolherei, talvez
na madrugada do último dia
Agora é o cansaço sem remédio dos tempos sobre-humanos, das caravanas miraculosas, das religiões perdidas...
O ar está passando sobre meu tronco decepado e
em breve passará sobre o meu pescoço como um plano de cristal iluminado
E se repousará da longa viagem dos espaços e ressoará para mim as harmonias dos coros angelicais
É voltado o tempo da imobilidade – nenhum movimento será feito para que nenhum acento seja perdido
As pastoras e os camponeses, os cafres e os negros, as bailarinas e os gênios deixarão a alma da dança estendida
sobre a lucidez do grande campo
E algum dia, quando eu despertar, tudo será belo e nada haverá de mais profundo na minha poesia que a minha poesia ela
mesma em sua nudez maravilhosa.”
Vinícius de Moraes
"Eu amo você para sempre nem sempre precisava ser dito para ser entendido"
J.R.Ward

Olá, Envenenados!

Não, este não é um Sábado Envenenado, ainda é a Sexta Envenenada, embora atrasada, por várias razões que fugiram ao meu controle, uma elas conhecida como a SBLL, síndrome da banda larga lenta. Enfim, peço desculpas pelo atraso e prometo tentar evitar essa situação.
Estava louca de saudades de vocês e desse cantinho tão querido. Louca para voltar aqui e falar sobre personagens literários tão fantásticos que seria melhor ainda se fossem reais.
E por falar em loucura, o personagem que escolhi para dissertar hoje é o Irmão guerreiro que mais se aproximou da loucura em toda Irmandade da Adaga Negra.
Estou falando de Phury, irmão gêmeo do fofo do Zsadist, que tem uma necessidade incrível de socorrer, de ajudar, de ser herói.
Este guerreiro que também tem sua cota de sofrimento, que teve sua história contada desde o livro Amante Desperto (Zsadist), tem a oportunidade de se mostrar em seu volume: Amante Consagrado (Lover Enshrined) e nos mostra suas características inimagináveis.
Muitos devem estar se perguntando por que resolvi escrever sobre os Irmãos consecutivamente. Bom, primeiro porque é viciante mesmo e depois estou, como a maioria das fãs e colecionadoras da IAN, aguardando ansiosamente o lançamento do décimo volume da série.
Então, dando continuidade a contagem regressiva, o absinto da vez é Phury, filho de Ahgony.
Gabriel Aubry
Phury é dessas pessoas que negligenciam a própria vida em prol do bem-estar alheio. Eu mesma conheço algumas pessoas assim. Mas fazem isso por puro instinto, por uma necessidade nata de ver o outro bem.
Começamos a ter uma pequena noção de seu caráter já em Amante Desperto, quando ele faz de tudo para salvar seu gêmeo das presas de sua Ama; durante a fuga ele acaba perdendo parte do membro inferior.
Phury teve o irmão sequestrado pela babá com pouco tempo de vida; não tiveram sequer a oportunidade de passar os primeiros anos da infância fazendo o que todos os irmãos fazem melhor: se odiando, se amando, se protegendo, brincando, enfim sendo irmãos.
Outro fato que teve de enfrentar foi a consequente “perda” dos pais, pois Ahgony passou anos fora de casa tentando encontrar Z. e sua mãe quase enlouqueceu, retirou-se para um quarto e lá ficou até o dia de sua morte.
Emocionalmente abandonado, Phury nada podia fazer, a não ser lamentar as três perdas de sua vida, sentir-se culpado por não ter sido levado no lugar do irmão e pelo fato de ser idêntico - fazendo todos sempre pensarem no gêmeo sequestrado, assim nunca permitindo que esse drama fosse suavizado com o passar do tempo e, para piorar a situação ele não podia fazer absolutamente nada, pois antes de sua transição era frágil como qualquer vampiro.
Quando ele passa por sua transição seus pais se vão definitivamente, ele assume a procura por Zsadist, que levará dezenas de anos para ser concluída.
Mas o que ele não imagina é que além de resgatar Z fisicamente, terá de passar mais cem anos tentado salvar a sanidade mental de ambos.
Em Amante Consagrado, assim com nos livros anteriores, há muitas situações que tiram um pouco nossa atenção da história de Phury. Mas é aqui que a situação com a Sociedade Redutora vai piorar de uma maneira dramática, com a qual pensei que seria o fim da série de J.R. Ward. O Ômega, criador da Sociedade Redutora, entra em cena e traz um reforço letal para o grupo; alguém que poderá contribuir para o extermínio definitivo da raça criada por sua irmã, a Virgem Escriba.
Nesse ínterim, também participamos das aventuras de John Matthew, Qhuinn e Blay, lindos, determinados e muito queridos, esses três terão seu momento aqui na Sexta Envenenada.
Também vemos o retorno de um guerreiro para o seio de sua família em Amante Consagrado.

Parecia que não teríamos muito para saber sobre Phury, além do resgate de seu gêmeo. Mas, eis que o gênio Ward consegue dar luz a mais um macho de valor extremamente sensual, embora seja um celibatário.
Na busca pelo irmão, Phury abre mão de qualquer prazer pessoal, incluindo sexo, o que, com sua aparência, acaba gerando a desconfiança de uma homossexualidade. Mas, vamos vendo que não se trata disso.
Como todos os Irmãos, Phury também é chegado a um drama pessoal, pois acaba se apaixonando pela shellan de seu irmão, Bella, por quem cria uma obsessão.
Em Amante Liberto, livro anterior, como se não tivesse mais o que sofrer, ou porque está vendo todos os Irmãos mudando suas vidas por conta de suas vinculações (casamentos), ele se oferece para assumir o papel de Primaz da raça no lugar do também atormentado Vishous, que vivia o drama de escolher entre a sobrevivência da raça e viver seu amor com a Dra. Jane.
É, ele lindo de olhos amarelos e cabelos de fazer inveja a qualquer mulher e CELIBATÁRIO, se oferece para assumir a função de reprodutor mor da raça; levando de brinde umas quarenta perseguidas (ou seria perseguidoras???). Mas uma delas será a Escolhida principal, uma espécie de primeira dama, ou preferida do rei. Enfim, entra em cena a bela e pura Cormia, que é levada para viver deste lado, deixando para trás tudo o que conhecia e enfrentando o desafio de cumprir uma tarefa para a qual não está preparada.
Uma revelação nessa história é o fato de que entre uma respiração e outra Phury está sempre consumindo a fumaça vermelha, uma droga em forma de cigarro, que a princípio era parte de seu charme, mas aqui veremos o quanto ela o domina.
Esse Irmão, que vem se revelando um viciado, atormentado, culpado e apaixonado se vê perseguido pelo Mago, uma espécie de espírito de porco encapuzado, ou voz interior, que nunca alivia seu estado de espírito, pelo contrario, só piora a situação.

“[...] Quando Phury inspirou de novo, visualizou a sua fêmea, aquela que ele realmente deveria estar desenhando… aquela com quem, de acordo com a lei e o costume, deveria estar fazendo bem mais do que desenhar.
Cormia, uma das Escolhidas. Sua Primeira Companheira. Uma dentre outras 40. Caramba, como é que ele acabou se tornando o Primaz das Escolhidas?
Eu já falei para você, o mago respondeu. Vocês vão ter muitos filhos, e todos eles vão ter a alegria eterna de admirar um pai cujo único feito é decepcionar todos à sua volta.
Certo, por pior que o mago pudesse ser, era um argumento difícil de contestar. Phury ainda não havia se unido à Cormia como pedia o ritual. Não havia voltado ao Outro Lado para ver a Diretriz. Não havia encontrado as outras trinta e nove fêmeas com quem deveria se deitar e a quem deveria engravidar.
Phury fumou com mais força, o peso daquelas bobagens pairando sobre sua cabeça como rochas flamejantes lançadas pelo mago. E o cretino tinha uma mira excelente. Mas, é claro, ele tinha muita prática.
Bom, parceiro, você é um alvo fácil. É simples assim.
Pelo menos Cormia não estava reclamando do não cumprimento de seus deveres. Ela não tinha desejado ser a Primeira Companheira, tinha sido forçada ao papel: no dia do ritual, totalmente apavorada, ela foi amarrada à cama cerimonial, seus braços e pernas foram abertos para que ele a usasse como um animal.
No momento em que a viu, ele entrou em seu modo automático de salvador. Ele a levou para a mansão da Irmandade da Adaga Negra e a colocou no quarto ao lado do seu. Tradição ou não, ele não iria, de jeito nenhum, tomar uma fêmea à força e imaginou que, se eles tivessem um pouco de tempo e espaço para se conhecer, seria mais fácil.
Certo?… errado. Cormia tinha ficado no próprio canto, enquanto ele continuava suas atividades diárias de tentar não explodir. Nos últimos cinco meses, os dois não tinham se aproximado um do outro, nem da cama. Cormia raramente falava e só aparecia nas refeições. Se saía do quarto, era apenas para ir à biblioteca pegar livros. Com sua longa túnica branca, parecia mais uma sombra com aroma de jasmim do que qualquer coisa feita de carne e osso.
A verdade constrangedora, no entanto, era que ele estava satisfeito com aquela situação. Phury achava que tinha total consciência do compromisso sexual que estava fazendo quando assumiu o lugar de Vishous como o Primaz, mas a prática era muito mais desconcertante do que a teoria. Quarenta fêmeas. Qua...ren...ta.
Ele deveria estar louco quando tomou o lugar de V. [...]
[...] Balançando a cabeça, ele continuou. Cormia era linda, e...
Desejá-la seria apropriado, concluiu o mago. Mas porque você deveria? Isso iria arruinar seu histórico impecável de realizações.
Ah, quero dizer, de fracassos. Não é mesmo?
Phury colocou Puccini no último volume e entrou no chuveiro.”
Outra história paralela a de Phury é a do meu Amante preferido. Rehvenge entra em cena como uma grande revelação, e tem participação decisiva na história da Irmandade. É em Amante Consagrado que eu me apaixono por ele. Felizmente, poderei falar sobre ele da próxima vez.
O que mais me deixou excitada em Amante Consagrado foi a descoberta da sexualidade de Phury. Já ouvi e li que algumas pessoas o consideram chato e tal. Mas é preciso entrar na história, não julgar para poder compreender as razões para que alguém se torne isso ou aquilo. Eu sou suspeita para falar de qualquer um dos machos da Irmandade, e adoro as fêmeas também, claro que tenho as minhas preferidas, e isso é tema para uma coluna a parte. Mas esse Irmão, que pela vida que leva por conta de seu vício, é expulso da Irmandade e tem a tarefa de procriar com dezenas de mulheres sendo praticamente virgem, também tem seus momentos extremamente sensuais e sexuais.

“[...]
Ele se virou para encará-la:
─ É você, Cormia. Você é assim.
Os olhos dela brilharam e então, como se estivesse desconfortável suas mãos foram até a abertura da túnica e a fecharam.
─ Não. Por favor – ele murmurou, repetindo as palavras para a fêmea – Deixe-me olhar um pouco mais. Por favor.
A tensão latejante tomou conta dos dois.
─ Desculpe – ele disse, chateado consigo mesmo – Eu não quis deixar você...
As mãos dela se soltaram, e o tecido branco e brilhante se abriu em tão completa obediência que sentiu vontade de recompensá-lo.
─ Seu perfume é tão forte – ela disse, com uma voz profunda.
─ Sim – ele respondeu, soltando o giz, respirando fundo e sentindo o aroma do jasmim. – O seu também.
─ Você quer me beijar, não quer?
Ele concordou.
─ Sim, eu quero.
─ Você soltou sua camisa. Por quê?
─ Eu estou excitado. Fiquei excitado no momento em que você entrou no escritório.
Ela suspirou, e seus olhos passearam do peito dele para o quadril. Quando seus lábios se abriam, ele soube exatamente no que ela pensava: nele gozando em sua mão.
─ É impressionante – ela comentou delicadamente – Quando estou assim com você, nada parece importar. Nada além de...
Phury foi até ela.
─ Eu sei.
Quanto parou diante de Cormia, ela olhou para cima.
─ Você vai me beijar?
─ Se você deixar.
─ Nós não deveríamos... – ela disse, levando as mãos ao peito dele.
Mas Cormia não o afastou. Ela agarrou sua camisa como se sua vida dependesse disso.
─ Nós não deveríamos.
─ É verdade.
Ele colocou uma mecha de cabelo atrás de sua orelha. Seu desejo de estar dentro dela de alguma maneira, de qualquer maneira, diminuía sua capacidade de pensar. O que estava sentindo parado diante dela vinha do centro básico de seu corpo, em sua necessidade básica de macho.
─ Mas isso pode ser particular, Cormia. Pode ser apenas sobre você e eu.
─ Particular... eu gosto disso.
Ela levantou o queixo, oferecendo o que ele queria.
─ Eu também – ele gemeu enquanto ficava de joelhos.
Ela pareceu confusa.
─ Eu achei que você quisesse me beijar.
─ Eu quero. – Phury escorregou as mãos pelos calcanhares dela e as levou até quase os joelhos. – Estou morrendo de vontade.
─ Mas então por que...
Ele gentilmente descruzou as pernas dela, e a túnica quase caiu completamente para os lados, revelando tudo: o quadril, as coxas e aquela pequena parte de que ele tanto precisava.
Phury lambeu os lábios enquanto passou as mãos por dentro das pernas de Cormia, abrindo-as lentamente, sem parar. Com um suspiro erótico, ela se inclinou para dar espaço a ele, garantindo que estava totalmente envolvida naquilo, tão pronta quanto ele.
─ Deite – ele pediu. – Deite e relaxe.
Santo Deus...[...]”
Santo Deus?
Alguém por aí também sentiu um calorão subindo? Pois é... esse Irmão quieto, calado, lindo e cheio de peculiaridades, que vão sendo reveladas em doses suaves, também arrasa quarteirões no quesito sensualidade.
Há quem prefira os príncipes encantados, os declaradamente descarados e extremamente eróticos, ou os galãs, os mocinhos. Eu já curtia um desajustado emocionalmente. Sei lá, talvez porque eu também seja, mas esses Irmãos simplesmente me levam à loucura.
Com nosso Primaz não é diferente, embora ele precisará muito mais do que simplesmente uma fuga com a fumaça vermelha para ter sua própria vida resgatada, depois de ter salvo tantos heroicamente.
Eu? Vou ficando por aqui, me desculpando mais uma vez pela demora da postagem, e esperando que Phury venha me visitar, como diria Rita Lee e Cormia: “Venha me ‘beijar’, meu doce vampiro...”
Estarei de volta, tão logo passe essa semana.
Fiquem bem e Carpe Diem!
Tania Lima

7 comentários:

  1. Minha linda, como sempre estou atrasada, estou iniciando a leitura de Amante Consagrado. Phury tem algo que admiro: a falta de egoísmo. Ele está sempre colocando o bem-estar do outro acima do dele. Será que eu o admiro por também fazer sempre isso? Não sei... Continuarei lendo para conhecê-lo melhor.
    Não vou cansar de dizer: amei amei amei amei sua coluna.
    Amo amo amo você.
    Beijos


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    1. Professora, isso é o que chamo de leitura relâmpago! Atrasada??? Já leu todos os outros? Uau!
      Também sou fascinada pelo Phury por essa característica, pois faz-me lembrar de uma pessoa muito querida que deixa muitas saudades. Minha avozinha era assim, altruísta, um anjo aqui na Terra.
      Obrigada por estar comigo sempre, querida e não me canso de dizer que também te amo muito!
      Beijos

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  2. Oi Tania, adorei seu post, como sempre. Eu gosto de todos os irmãos, e como você também tenho o meu preferido. Phury é um personagem, muito lindo e complexo. Muitas pessoas ficaram dizendo que ele é chato, invejoso e outras coisitas mais quando leram seu livro. Eu confesso, que a primeira vez que li o livro, não gostei muito. Achei a história muito pesada e cansativa, mas ao ler da segunda vez, com mais calma, consegui captar e compreender todo o sofrimento e toda a complexidade deste personagem, que para mim, acabou se tornando apaixonante. Bjus
    Lia Christo
    www.docesletras.com.br

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    1. Oi Lia, minha querida!
      Nunca pensei no Phury como chato ou invejoso, como eu disse, já vi comentarem isso sobre ele. Mas acho que só quem pensa assim é quem só se foca em um dos outros irmãos. Sabemos que a maioria prefere o V, o Rhage, Wrath. Mas o Phury nunca está em primeiro lugar nas paradas de sucesso. Não sei, acho que pode ser por ele ser deficiente, por ser mais fechado, viciado, ou por ter um gosto requintado. Não sei. Só sei que eu o vejo muito altruísta, jamais invejoso.
      Ele passou a vida inteira à sombra do irmão sequestrado, abrindo mão de tudo para salvá-lo, e sempre à disposição da Irmandade, como alguém assim pode ser invejoso? Todo tormento emocional e psicológico pelo que passou não é fruto do desejo pelo que o outro tem, e sim por tudo que nunca teve. Cresceu sem o amor dos pais, seu irmão jamais demonstrou claramente afeto e vejo sua obsessão por Bella, não como amor, mas como gratidão, por finalmente fazer o que ele não pode. Se isso é ser invejoso e chato, então quero pessoas assim perto de mim!
      Obrigada amor, por estar sempre presente. Será que há possibilidade de nos encontrarmos ainda este ano?
      Saudades.

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  3. Olá! Tudo bem?
    Me diz, você gosta de séries, filminhos e livros meio drama, meio comédia?
    Pois imagine que legal tudo isso numa história só!
    Acompanhe meu blog, Next Exit, e divirta-se com a história de Layla, uma jovem de vinte e poucos anos totalmente perdida quanto ao seu futuro profissional.
    Já estamos no terceiro capítulo. E tem novos posts todas as quintas-feiras às 20h.
    Se você gostar, ainda pode curtir nossa página no Facebook.
    Depois me diz o que achou!
    Obrigada e beijão!

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  4. Olá Taninha, meu moreco!
    Esse pessoal de que diz que Phury é chato e invejoso que vá catar coquinho! O cara passa por todas as coisas que passou, tá sempre pensando nos outros, cuidando de quem precisa.... Isso é ser chato!? Invejoso!? Aff....
    Ele é sim um dos meus preferidos, exatamente por ser outsider mesmo que por força das circunstâncias. Ele e Butch são até agora meus preferidos por serem caras que foram ao inferno, mas conseguiram das a volta por cima.

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    Respostas
    1. Oi, Lígia!
      Concordo contigo!
      Phury é um dos meus queridinhos! Sua sensualidade recém-descoberta me levou à loucura!
      Me apaixonei por ele! Em todos os sentidos!
      Beijos

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