16 de novembro de 2012

Sexta Envenenada: Amante Desperto


Olá envenenados! 

Estamos de volta! 

Esta semana daremos continuidade ao chamego à Irmandade da Adaga Negra, ainda embalados pelos choques que as escolhas das capas dão aos fãs da série de J.R. Ward. 
Por falar em chamego, quem já leu pelo menos um dos primeiros livros, o Guia ou alguma entrevista da autora, sabe que o chamego que tem por um dos Irmãos. É de conhecimento geral de quem acompanha essa saga que Zsadist, ou Z, é o xodó de J.R. Ward. Mas acho que ele passou a ser o queridinho de todos mesmo, principalmente daqueles que leem os volumes na sequência.
Na última semana tivemos uma agitação, como nunca tinha visto antes, a respeito de uma das capas da série aqui no Brasil. Coincidentemente encontrei uma das capas mais recentes da IAN.
Trata-se da edição dinamarquesa do terceiro livro (Amante Desperto –Lover Awakened) que, em relação a nós, está bem atrasada. Mas, vamos combinar, embora eu tenha a mesma sede por obter todos os livros logo, como toda fã normal, me preocupa a rapidez com que os livros estão sendo lançados. A toque de caixa as coisas não podem andar muito bem, haja vista a quantidade de equívocos que têm aparecido, em número cada vez maior, a cada edição. É preferível que esperemos um pouco mais, mas que possamos obter nossos tão desejados exemplares com uma edição bem revisada e com capas mais adequadas.
Esta é a minha opinião, gente, longe de mim provocar polêmica; sou ranzinza, cri-cri e faladeira, mas é o que desejo quando gosto de um livro: que além de uma história fantástica e hipnotizante, tenha sido traduzido, revisado e editado com tanto carinho quanto o que tenho por ele quando o leio.
Enfim, este é o terceiro livro da Irmandade que conta a história de Zsadist. Mas parece que lá eles não os chamam como nós. Os dinamarqueses dão nomes bem originais como Rei Vampiro (Vampyrkongen), "Seu para sempre" (Din for evigt) e Escravo de Sangue (Blodslaven). Alguém vai discutir? Vamos aguardar o que vão fazer com os próximos.
Por falar em escravo, na semana que vem estaremos comemorando o Dia da Consciência Negra aqui no Brasil

“Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares. A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo. (Fonte)

Mencionei esta data por dois motivos: o primeiro é para que, pelo menos os leitores dessa humilde coluna entendam a data, pois muitas pessoas ironizam o dia (esta semana escutei de um responsável por um aluno meu que “já temos um feriado para os negros, para que outro??”), até porque não se esclarece devidamente a sua importância; parece que uma pequena parcela da população, conhece seu significado. E, pelo amor da deusa: 13 de maio não é feriado, só comemoramos a Abolição da Escravatura, entre outras coisas. O segundo motivo é porque associei a situação de Zumbi, de escravidão e libertação, ao absinto do dia: Zsadist. 
Zsadist é um personagem simplesmente eterno e único. Desde sua aparição em Amante Sombrio, Z tem presença garantida em praticamente todos os demais livros, o que o torna ímpar, já que a maioria das personagens de séries vão tendo pouquíssimas participações nos demais livros, a partir do momento em que sua história já foi contada. 
Mas, eis que Ward cria Zsadist, que vai sendo revelado aos poucos em cada um dos livros que aparece. Ele vai de “vilão”, mais sombrio ainda que o próprio Wrath, mais perigoso que a fera de Rhage, tão sofrido quanto qualquer um dos Irmãos, a herói de sua própria história. 
Preciso dizer aqui que tenho um T muito grande nos textos da Ward, que por natureza são mesmo extremamente eróticos, mas muito do que me prende a seus livros, sinceramente, é a história pessoal de cada um de seus protagonistas. Exceto Rhage, que antes da maldição teve uma vida de playboy, e só comeu ou pão que o capiroto amassou durante sua maldição (que só veio mesmo por conta da sua vida inconsequente), praticamente todos os protagonistas masculinos de Ward nasceram com o furico marcado para sofrer.
Nosso macho da vez, mal nasceu, foi arrancado de sua família e jogado numa vida de longos anos de muito sofrimento. Atormentado por um século de maus tratos, violações e provações.
“[...] 1802... O escravo estava parcialmente acordado. Estava deitado de costas e todo o corpo lhe doía, embora não pudesse imaginar por que... até que recordou ter passado por sua transição na noite anterior. Durante horas, fora torturado pela dor de seus músculos brotando, seus ossos engrossando, seu corpo transformando-se em algo poderoso.
Que estranho... seu pescoço e seus pulsos doíam de um modo diferente. Abriu os olhos. O teto estava muito alto e distante, e marcado com barras finas e negras inseridas na pedra. Quando girou a cabeça viu uma porta de carvalho com mais barras correndo verticalmente por suas espessas tábuas. Na parede, também, havia barras de aço... Na masmorra. Estava na masmorra, mas por quê? E era melhor voltar às suas obrigações...
Ele tentou se sentar, mas seus antebraços e canelas estavam presos. Arregalou os olhos, debateu-se...
─ Calma aí – era o ferreiro. E tatuava nele faixas negras nos pontos de bebida do escravo de sangue.
Oh, amada Virgem do Fade, não. Isso não... O escravo lutou contra as correras, e o outro macho o olhou, aborrecido.
─ Fique quieto! Não quero ser açoitado por culpa sua
─ Eu lhe imploro – a voz do escravo não soava como o normal. Estava muito mais grave. – Tenha compaixão.
Ele ouviu uma risada suave, feminina. A Ama, senhora do castelo havia entrado na cela, com o longo vestido de seda branca se arrastando atrás dela sobre o piso de pedra, o cabelo louro se derramando pelos ombros. O escravo baixou os olhos, como era apropriado, e compreendeu que estava completamente nu. Ruborizado, envergonhado, desejava estar coberto.
 ─ Está acordado – disse ela, aproximando-se dele. Não podia compreender por que ver alguém tão humilde como ele. Era um rapazola ajudante na cozinha, inferior até às criadas que limpavam os urinóis. ─ Olhe para mim – ordenou a Ama. 
Fez como lhe fora ordenado, embora aquilo fosse contra tudo o que conhecia. Nunca lhe tinha sido permitido encará-la. O que viu foi um choque. Ela o olhava de um modo como nenhuma outra fêmea o olhara antes. A cobiça marcava a refinada estrutura de seu rosto. Seu olhar escuro faiscava com uma intenção que ele não podia identificar. 
─ Olhos dourados – murmurou ela – Que raros. Que belos. 
 Sua mão desceu sobre a coxa nua do escravo. Ele se moveu nervosamente, rechaçando o contato, sentindo-se incômodo. Aquilo estava errado, pensava. Ela não o deveria estar tocando.
─ Que surpresa magnífica você me saiu. E não se preocupe, alimentei muito bem quem o trouxe para mim.
─ Ama... permita-me que retorne ao trabalho.
─ Oh, irá trabalhar, não se preocupe – a mão dela passou por sua virilha, onde as coxas se encontravam com os quadris. Ele estremeceu e ouviu o ferreiro praguejar baixinho. – E que sorte a minha. Meu escravo de sangue foi vítima de um infeliz acidente hoje. Assim que seus aposentos estejam arrumados, será transferido para eles.
O escravo perdeu o fôlego. Sabia do macho que ela mantinha encarcerado, já que lhe havia levado comida na cela. Algumas vezes, enquanto deixava a bandeja com os guardas, ouvira estranhos sons vindos de trás da pesada porta. A Ama deve ter reparado em seu medo, porque se inclinou sobre ele, ficando tão perto que pode cheirar sua perfumada pele. Ela riu brandamente, como se tivesse provado seu medo e o prato a tivesse aguardado.
- Na verdade, mal posso esperar por você."



Z passa por uma grande transformação a partir desse momento. Não que a escravidão em si não o tivesse corrompido. Mas uma vida inteira servindo aos outros foi tudo o que conheceu, assim, acreditava que esta era a vida a que estava destinado. Até então, não tinha tanto do que reclamar, já que não conhecia outra forma de vida.  Levaria muito tempo para, enfim ser resgatado por seu irmão gêmeo, meu lindo de plantão, Phury.

Embora ambos já tenham tido suas participações nos dois livros anteriores, é em Amante Desperto que eles vão contar de fato a história que assombra suas vidas. Ambos se apaixonam pela mesma fêmea, mas os dois estão impedidos de viver essa paixão, cada um com seus próprios motivos.

A fêmea em questão é Bella, que fora sequestrada no final de Amante Eterno, e é amiga de Mary Luce, shellan de Rhage. Não que eles entrarão em conflito um contra o outro para conquistar a bela morena. Na verdade, travarão seus maiores conflitos internos no quesito amor, isso enquanto continuam a guerra contra a Sociedade Redutora, que vem avançando muito contra a raça dos vampiros.
Se tivéssemos que rotular apenas um livro da Irmandade como intenso, e todos o são, este seria Amante Desperto. Aqui também estaremos sempre com o coração na mão, torcendo por todos os personagens, desejando que os mocinhos realmente consigam superar as dificuldades, mas este livro é recheado de surpresas, boas e ruins, que deixam a gente o tempo todo com uma dor na barriga. Essas incertezas é que fazem o livro de Z, talvez o mais elaborado pela Ward. Nele vamos conhecendo outros personagens que terão grande importância nessa saga, nele a sexualidade de Z será desperta, ainda que tenha passado tanto tempo servindo à sua Ama. Somente lendo esse espetáculo de material é que poderão avaliar o quão intenso é, e entender o porque de eu ter associado Zsadist a Zumbi. Acho que não se trata apenas da libertação física da escravidão, mas sim de encontrar o seu lugar dentro de si. Mesmo com tantos anos de abolição, o que percebo é que a palavra liberdade ainda não foi entendida por muitos.
É preciso muito pouco para vivermos em uma sociedade justa, mas esse pouco está longe de ser alcançado porque ainda existe esse grilhão invisível de discriminação interna e externa. E não estou falando apenas de afro-descendentes, mas de todas as minorias que sempre sofreram com a dominação e subjugação. O que falta é olharmos o outro e a nós mesmos como iguais, independente de qualquer característica física que nos diferencie. A cor da pele que provocara a subjugação dos africanos, tornando-os os escravos tão defendidos por Zumbi, tem a mesma significação que as tatuagens no corpo de Zsadist, pois não os permitem esquecer de sua condição, de seu passado. São coisas que não poderão ser alteradas, mas podem e devem ser aceitas e respeitadas.

É especialmente cativante e emocionante a forma como Z vai se deixando seduzir, não apenas por Bella, mas também por uma promessa de vida. A maneira como ele vai descobrindo que tem necessidades, que pode sentir um prazer jamais imaginado. Isso tudo o transforma; de um ser extremamente assustador e imprevisível em alguém capaz das mais nobres e inesperadas atitudes, que é capaz amar e cuidar do outro. 

Mas tudo isso já estava lá, bem dentro de Zsadist. Acontece que vamos debulhando, página por página, capítulo por capítulo, as facetas desse guerreiro e enxergando-o com outros olhos.

Não é isso que acontece com o PRECONCEITO? Fazemos um julgamento sobre algo ou alguém sem sequer conhecê-lo de verdade. Criamos rótulos, ideias pré-concebidas sem a menor noção da realidade. São grandes as relações que Z mantém nesse texto, mas é com Bella e Phury que ele se revela.

"Antes que Phury pudesse dizer algo, Z o cortou:
 ─ Você se lembra daquela caverna... logo após você ter me resgatado? Sabe, aquele dia em que nos sentamos juntos esperando o pôr do sol?
─ Sei – sussurrou, olhando para as costas de seu gêmeo.
 ─ Aquele lugar cheirava mal pra caramba, não é? Você se lembra? O cheiro de peixe podre? 
─ Eu me lembro de tudo. 
─ Sabe, ainda posso vê-lo apoiado na parece da caverna, com o cabelo emaranhado, a roupa molhada e manchada de sangue. Estava um lixo – Z soltou uma risadinha abrupta. – Tenho certeza de que o meu aspecto estava pior. De qualquer forma... você disse que gostaria de me ajudar, se pudesse.
─ E fiz isso. ─ Houve um longo silêncio. Então uma rajada fria emanou do corpo de Z, e ele olhou por cima do ombro, seu rosto mais sombrio que o inferno.
─ Não posso ser ajudado. Não há como. Mas estou plenamente convencido de que para você há esperança. Então, fique com a fêmea que deseja tão desesperadamente. E veja se consegue chamá-la à razão. Eu a expulsaria de meu quarto se pudesse, mas ela simplesmente não quer ir embora.
 Z se afastou a passos largos, as botas de combate golpeando o chão.
[...] Phury estava na enorme cama, com tantos fios conectados que parecia um painel telefônico. O macho virou a cabeça
. — Z… o que faz de pé? 
— Estou botando as enfermeiras para malhar um pouco. — fechou a porta e caminhou pelo quarto, dirigindo-se à cama — Na verdade, são bastante ágeis..
 — Não deveria estar…
 — Cale-se e chegue para lá. 
Parecendo completamente atônito, Phury moveu-se para a extremidade oposta quando Z largou o corpo exausto no colchão.
Quando se recostou nos travesseiros, os dois soltaram suspiros idênticos. Z esfregou seus olhos. 
 — Sabia que você fica feio à beça sem aquele cabelo todo? 
— Isto significa que vai deixar crescer o seu? 
— Que nada. Meus dias de Rainha da Beleza terminaram. 
Phury deu uma risadinha. Então houve uma longa pausa.
 ... Z limpou sua garganta. 
— Eu não deveria ter te usado como fiz. A cama sacudiu quando Phury virou rápido a cabeça para ele.  
— O que? 
— Quando precisava de dor… Eu não deveria ter-te feito me golpear. Como não houve resposta virou-se e viu Phury cobrir os olhos com as mãos.
— Foi cruel da minha parte. — admitiu Z, no tenso ar entre eles.
— Odiava fazer-lhe aquilo.
— Sim, e eu sabia disso quando o fazia me golpear até arrancar sangue. Alimentar-me da sua infelicidade era a parte mais cruel. Nunca mais lhe pedirei tal coisa.  
O peito nu de Phury subiu e desceu.
— Antes eu do que outro. Quando precisar, procure-me. Eu farei.
— Santo Deus, Phury...
— Que foi? É o único modo com que me deixa cuidar de você. A única forma que tenho de tocá-lo. 
Agora era a vezde Z cobrir os penetrantes olhos com o antebraço. Teve de tossir algumas vezes antes de voltar a falar. 
— Escute, nada de voltar a me salvar, meu irmão. Está bem? Isso agora acabou. Terminou. Já é hora. Não houve resposta. Então, Z voltou a olhar o gêmeo... bem na hora em que uma lágrima rolou pela face de Phury.
— Ah… caramba – resmungou Z
 — Eu que o diga — outra lágrima escorreu pelo rosto de Phury — Deus… que droga. Estou vazando.
— Ok, controle-se Phury esfregou seu rosto com as mãos. 
 — Por quê?
 — Porque acho que tentar abraçá-lo. 
[...] Bella foi ao quarto seguinte e bateu na porta de leve. Como não obteve resposta, entrou. 
Os dois estavam deitados de costas um para o outro, tão fortemente unidos que parecia que suas espinhas dorsais estavam fundidas. Seus braços e pernas estavam dobrados em posições idênticas, os queixos enfiados nos peitos. Ela os imaginou daquele jeito no útero da mãe, descansando juntos, inocentes de todos os horrores que aguardavam por eles no mundo exterior.
[...] 
— Quero que saiba de uma coisa – falou. – Lembra que me disse que um dia eu despertaria e lamentaria estar com você? Bem, eu lamento. Mas não por causa do que diria a glymera – ela cruzou os braços sobre o peito. – Tendo sido criticada pela alta sociedade uma vez, já não tenho medo da aristocracia, e teria muito orgulho... de desfilar ao seu lado. Mas sim, sinto ter ficado com você. – Porque deixá-lo era um golpe esmagador. Pior que tudo que passara com o redutor. Considerando todas as coisas, teria sido melhor não saber o que estava perdendo. Sem outras palavras, virou-se e deixou o quarto. [...]”
São momentos como esses que fazem com que Z seja realmente inigualável. Sem falar em outra de suas superações, como buscar libertar-se de outra escravidão, que é a de não saber ler e escrever, abrindo-se para um mundo de possibilidades de que fora privado por dois séculos. Fico por aqui, com a certeza de que há muito mais que falar de Zsadist e sua história, mas seria necessário muito mais tempo e acabaria por colocar o livro todo aqui, assim voltarei na próxima semana, com mais um absinto quentinho, quentinho!

Um beijo envenenado e Carpe Diem!

Tania Lima

8 comentários:

  1. Adoro a IAN e acho que isso não é novidade nenhum para quem acompanha o blog!

    Z é demais ... sabe aquele cara problema que precisa de muito amor e carinho e que só nos livros para se transformar e deixar ainda sim qlqr mulher de 4 ... bem é ele!!!

    Lembro que passei um madrugada inteira relendo o final quando ele escreve um coisinha para Bella e soluçando!!!

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    1. Toda vez que leio Amante Desperto, Nathy, também me debulho, é lindo, surpreendente e Zsadist demais!
      Beijão, linda!

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  2. O Z tb é o meu preferido, Tania! Adoro os Irmãos, mas Zsadist é especial e aquele em quem a Ward se aprofundou mais. A questão do seu passado e o que isso lhe causou, a forma como ele supera seus traumas com a ajuda da Bella, nos emociona a cada página onde seus segredos são desvendados. Um livro excepcional e um personagem arrebatador!
    Adorei o post, querida!
    Beijos!

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    1. Você disse tudo, Rosane: excepcional e arrebatador, é isso o que esse livro é!!
      Te amo, saudades!
      Beijos!

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  3. Tbém é o meu preferido.Apesar que adoro todos,mas ele luta contra seus sentimentos e ele com a Bella é perfeito. Amei a resenha,fiquei com vontade de ler de novo.
    bjus

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    1. Concordo plenamente, Guida. Alías, Amante Desperto é aquele livro que não dá apenas para ler uma vez, ele tem que estar na minha estante para que eu o tenha sempre à mão. Amo o Z.
      Beijos e obrigada por comentar!

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  4. Coração na mão, raiva e desespero. É, foram essas coisas que me afligiram quando li este livro. Quanta dor.... Zsadist é dono de tantas nuances... Simplesmente excepcional. Teve horas que eu queria simplesmente abraçá-lo e dizer que tudo ia ficar bem. Até agora o livro que mais me emocionou. De rir, chorar e sentir dor mesmo.
    Incrível....

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    1. É isso aí mesmo, minha querida Ligia!
      Z é o mais intenso de todos, é mais tudo! Mas prepare o seu coração para as coisas que estão por vir!
      Estou amando sua adesão à IAN e o fato de estar compartilhando suas impressões conosco!
      Beijão
      Tania

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