21 de setembro de 2012

Sexta Envenenada: Amante Sombrio



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Olá pessoal!

Finalmente, a Sexta! Eita diazinho tão esperado! Dia sem preconceitos, sem reclamações, não importa a idade, o sexo (ou a preferência sexual), raça, credo e cruz credo! A “Sexta” realmente é um dia fantástico e valorizadíssimo.

Achei interessante compartilhar algo que encontrei navegando por aí, que me fez rachar o bico de tanto rir. 

Sexta-Feira é o dia mais esperado da semana. Especialmente às 18 horas da Sexta-Feira, quando milhões de pessoas no Mundo Todo saem de seus trabalhos, onde são surrados, humilhados, quase ao ponto da Escravidão, para ir se divertir, seja em festas, baladas ou simplesmente ir ao barzinho tomar uma cerveja com os amigos.Sexta-Feira marca também o inicio do Fim de Semana, o descanso que todo homem e mulher (acréscimo meu) precisa. Sexta-Feira é também uma popular espécie de marreta, muito utilizada para rachar cucas. Sexta-Feira também pode ser definida como: dia no qual você já deveria ter feito todo o seu trabalho da semana e que não serve para reaver todo o trabalho atrasado. Por definição, o trabalho neste dia só renderá, no máximo, até as 14h30m. Não adianta lutar contra as forças do universo, suas tentativas de compensar o trabalho que não foi feito durante a semana toda, em uma sexta-feira, será frustrada. Aceite isso. A palavra é originária do latim Sexta Feira, que significa "sexta feira", e de mesma acepção existe em galego (sexta-feira), mirandês (sexta-feira), tétum (sexta-feira), inglês (sexta-feira), alemão (sexta-feira), português-portugal (sexta-feira), aramaico (sexta-feira), hebreu (sexta-feira), no bar da Teresa (sexta-feira), pastel do Tião (sábado-feira).

Frases para Sexta-Feira: 

Sexta-Feira é tão boa que já começa com Sex.

Sexta-Feira deveria se candidatar, porque toda Sexta promete.

A pior Sexta-Feira ainda é melhor do que a melhor [Segunda-Feira]...” 



Não é à toa, esta coluna é publicada na santa SEXTA-FEIRA e ainda leva seu nome, mais um motivo pelo qual tanto aguardo esse dia sagrado. Para estar aqui com vocês. Assim...


Gracinhas a parte, hoje, finalmente, vou falar sobre um personagem que certamente a maioria conhece. Enfim, vamos entrar no mundo da Irmandade da Adaga Negra

Assim, hoje vou falar sobre as minhas impressões sobre sua majestade Wrath, filho de Wrath. 

Absinto da Sexta Envenenadamente Sombria: 
Wrath, filho de Wrath

 
Wrath (Jason Momoa)
 Meu primeiro contato com o Rei Cego foi por acaso, pois estava procurando outros títulos da Linda Howard; já tinha lido praticamente todos seus textos. Estava com aquela sensação de abandono que normalmente tenho quando termino um livro e não tenho outro para continuar minha overdose literária. Já mencionei aqui meu receio de experimentar outros autores, pois já aconteceu de começar um livro e ter simplesmente um bloqueio, não progredir de jeito nenhum com leitura. Acho broxante ter que abandonar um livro, mas, francamente, existem alguns que pela deusa! 

Enfim, numa dessas minhas expedições exploradoras virtuais encontrei o antigo blog da Lillith, onde havia um universo de livros que me deixou vesga. Encontrei o que procurava e ainda mais. Percebi que várias vezes era direcionada para os títulos de tal série de livros sobre vampiros guerreiros e, sempre declinava, até que um dia a curiosidade me incomodou. Comecei a ler a respeito e decidi me aventurar no sombrio mundo criado por J.R. Ward. 

Amante Sombrio (Dark Lover), publicado aqui pela Universo dos Livros, simplesmente me levou a ler, num recorde para mim, praticamente 5 livros em pouco mais de 1 semana. Quem conhece a série sabe que os livros têm em média 450 páginas. Ao final do quinto, tive que dar um tempo, pois os olhos doíam e meu recesso já dava adeus.

Desnecessário dizer que adoro a série e, graças ao Rei, adquiri uma nova fantasia: ir a Caldwell procurar por uns cabras vestidos de couro até as presas e dar uns “catiripapos” (é assim que se escreve??) em uns albinos com cheiro de talco vencido.

Wrath é o último vampiro sangue puro dentre os seus e herdeiro do trono de sua raça.
Com um passado de centenas de anos, ele passou por muitas situações, certamente, mas as que aconteceram nos primeiros anos do século XXI, simplesmente o nocautearam.



Estávamos muito acostumados ao estereótipo do vampirão poderoso, praticamente imortal, sedutor, mas que almeja sair fertilizando toda a face da Terra com um monte de filhotes sanguessugas e acabar com a população humana de uma vez. Haja alho e crucifixo. A ideia de ter vampiros andando entre humanos, mas não lhes assombrando também não é inédita; lembro-me muito bem quantas vezes assisti ao sofrimento de Brad-Louis-Pitt em Entrevista com Vampiro (naquela época podíamos assistir a várias seções consecutivas, e ninguém nos punha pra fora), de Anne Rice. Tenho que mencionar aqui também, Mick St. John, da série Moonlight.

Mas vê-los como guerreiros que protegem os indivíduos de sua própria raça, que vive incógnita, contra caçadores que nada têm em comum o Van Helsing, realmente me deixou fascinada.
Sobretudo Wrath, com tudo o que já havia presenciado em seus longos anos de vida, ainda teria e terá (pelo visto) que passar ainda por momentos difíceis, muito difíceis.
Do alto do de seus 2,06 m de altura, seus 123 kg (de puro músculo e ira, como diz seu próprio nome) e uma longa cabeleira negra, o soberano é exatamente isso: SOBERANO. Mas tudo em que acredita, ou não, está prestes a mudar drasticamente, depois da súbita e traumática perda de um de seus mais fiéis e nobres guerreiros. A seguir, o grandalhão precisa lidar com emoções totalmente novas, pois se vê irremediavelmente ligado a uma fêmea (ai, ai, é assim que eles se referem a nós), e como agravante a guria é humana.


Nesse angu, tem mais caroço ainda, pois precisa resolver o que fazer com um humano-cabra-macho-pra-daná, problemas entre seus Irmãos e os seus conflitos internos. Para salgar a massa ainda mais, ele tem que se decidir entre a luta corpo-a-corpo com o inimigo e assumir o trono de uma vez. Não satisfeito com isso, ele ainda vai ter que encarar a mãe (ou sogra???) da raça, uma entidade que criou a vampirada, mas que, para mim, é o verdadeiro espírito de porco da trama.

Enfim, apesar de tudo isso Wrath, que está acostumado a estar sempre sozinho, ser durão o tempo todo e prefere esse estilo de vida, se vê cercado por todos os lados, por pessoas que vão mudar todo o rumo de tudo em que ele acreditava “cegamente” estar destinado a viver.
Por outro lado, descobre que existe algo muito maior, algo que está acima de tudo. Wrath não só descobre que é capaz de amar uma fêmea como também descobre que essa fêmea passa a ser a razão de sua existência.



Amante Sombrio é habitado por personagens únicos, fascinantes. Esse é o primeiro livro desta série que estremeceu o mundo da literatura sobrenatural. Mas ele não fica focado apenas na história de Wrath; aos poucos vamos conhecendo os demais Irmãos e a sua companheira atual e o irmão dela, que é o médico da raça, e um policial que, definitivamente tem seu lugar ao Sol (ou melhor seria à Lua?) e fará muita diferença nesta trama.

Momentos marcantes... inúmeros... sensualidade, erotismo, transbordam – daqueles em que se aconselha usar preservativos nos dedos para folhear as páginas. Eu poderia dizer que o livro é adrenalina pura, mas prefiro usar outro hormônio; este livro é testosterona pura.

Citar um trecho dessa obra é um trabalho hercúleo, pois há diversos que são impagáveis.

Wrath, a princípio me passou uma sensação de voar em sua jugular, não para mordê-lo como acontece nessa história, mas sim para estrangulá-lo. Grosseiro, seco, antipático, anti-social, territorial, com um péssimo humor, mas (caraca eu também sou assim!) ele foi me cativando e me conquistou definitivamente, tanto que não consegui desgrudar da série até os olhos latejarem.

Gosto de todas as passagens, sobretudo quando ele está com um dos Irmãos, com sua amada Beth Randall, com quem descobre coisas impensáveis e, claro, seus momentos com o tal tira Butch O’Neal.
Para dar uma pitada do poder desse guerreiro, só para sentir a pressão:

“– Não confie em mim. Não goste de mim. Não me importo. Mas nunca MINTA para mim – inspirou o ar com força, como se fosse aspirá-la (Beth) junto. – Posso sentir que exala sexo nesse momento (momento tremedeira). Poderia deitá-la nessa calçada (eles estavam na rua, gente!) e meter-me por baixo de sua saia num piscar de olhos. E você não resistiria a mim, não é?... Os lábios dele roçaram o seu pescoço. Depois, passeou a língua ligeiramente sobre sua pele.– Agora, podemos ser civilizados e esperarmos até chegar em casa. Ou podemos fazer aqui mesmo. De qualquer forma, estou louco para estar dentro de você (ui!) outra vez, e sei que você não irá dizer não.”[...]

Ai, meus sais! Eu é que tenho que ficar por aqui, sabendo que quem já leu vai querer reler e quem ainda não leu, vai caçar esse vampiro a todo custo.

Eu, com certeza, vou dar uma nova conferida no arsenal de Wrath, filho de Wrath.

Fiquem bem e Carpe Diem, pois a Sexta realmente promete!

Tani@ Lima

10 comentários:

  1. Pronto, agora fiquei com vontade de reler.
    Aconteceu exatamente o msm comigo, não conhecia a série e quando a Universo lançou Amante sombrio, peguei o livro sem grandes expectativas e surtei. Li 6 em uma semana.
    Parabéns.

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    1. É isso mesmo, Neli! Foi mesmo um surto, de tudo, depois do abalo cósmico que a IAN me causou, depois deles acho difícil algum outro vampiro mexer comigo assim novamente.
      Obrigada!

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  2. Tania! Ler o teu post me deu uma saudade enorme dos irmãos. Estou aguardando a continuaçao da série (seria o 11º livro). Até lá, dá vontade de reler todos eles. Os Irmãos são o máximo!Quando eu crescer quero ser a J.R.Ward...rsrsrs
    Beijos, amada!

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    1. Rosane, minha querida!
      Os Irmãos são como uma febre constante e intensa! Você já é uma grande escritora, não precisa crescer, mas se fizer isso, vai abalar as estruturas do mundo literário. Ainda não tive oportunidade de ler o último material que você me mandou, só estou esperando passar as semanas de avaliações e aproveitar o feriadão de outubro para por minha leitura em dia! E pode acreditar que ele terá um post por aqui também!
      Obrigada, linda!
      Bjs

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  3. Tania você acertou em cheio estou quase pegando o livro para reler!!! Só não faço isso agora pq estou com uma lista ENORME de prioridades!!

    O que acaba com nós fãs da IAN é a demora para lançar os proximos títulos ... eu parei no do John pq não quero mais sofrer assim que sair o do Tohr pego os dois ultimos e faço a festa!!!!

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  4. Penso como você Nathy!
    Apesar de ser louca pelo Thor, ainda não tive tempo de ler seu livro, mas também falta coragem para começar e saber que ainda não há outro para dar sequencia. Esse é o grande problemas das séries. Estou até evitando-as.
    Depois vamos trocar figurinhas quando lermos o Thorment!
    Beijão "procê"!

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  5. Irmandade é Irmandade né? MUITO AMOR! <3
    Wrath não é o meu irmão preferido (principalmente devido ao temperamento dele) mas, assim como aconteceu com você, esse foi o livro que me fez entrar de cabeça, braços, pernas (e outras coisas mais!) no mundo fantástico da Ward! E deixo um salve para a Math porque foi ela a culpada de ter me causado esse vício delicioso (assim como Série Mortal hahahaha) :D
    Sem contar que esse trecho que você escolheu é um dos tooops!!! *passo muito mal*
    Amei a coluna, como sempre!
    Beijos querida!! :)

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    1. Vou te confessar, Ingrid. Wrath me conquistou a cada um dos livros, mas de maneira diferente de cada um dos Irmãos. A primeira impressão foi do cara anti-social, brutamontes por opção. Mas depois que conheci sua história, reli o livro outras vezes, e a cada uma delas mais eu o compreendia e me identificava. Hoje respeito o personagem e adoraria que existissem pessoas assim. Cada um dos Irmãos teve uma forma de me conquistar, todos são muito queridos, e vou dizendo, conforme escrever sobre cada um deles, como cada um me tocou: Wrath é o líder, passional, tão emocional que ele mesmo nem fazia ideia.
      Beijos linda!
      <3

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  6. Aiai..... Levei um bom tempo para engrenar no primeiro livro.... Porque tinham outros livros na fila, o meu tempo não era muito.... Até que por revezes da vida.... passei a poder ler mais. E aí, seguei finalmente em Amante Sombrio. O que posso dizer, é que esse livro simplesmente me sugou para ele. Não conseguia parara de ler! Era na cama, na cozinha, no banheiro.... xD A fila de livros que espere! Vou ler toda a sequência de livros da IAD!
    O mais incrível, é que poderia imaginar esses rapazes e sua raça vivendo entre nós, da forma como é descrita no livro. Vontade mesmo de ir para Caldwell, pra ver se acho um desses gatos com presas e muito couro.... Wrath... é simplesmente divino... El Duro com aquela justiça insana, tem um jeito meio McGarrett (H5.0) de ser.
    Acho que em matéria de se inserir em meio aos humanos (sem despertar suspeitas) Mick St. John conseguiu ser mais bem sucedido que Louis. (tempos maravilhosos onde a gente assistia trocentas sessões no cinema...)

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    1. Caramba, amiga!
      É tanta testosterona que a gente fica embriagada! Também tenho esse desejo de ir a Caldwell e caçar vampirões, no bom sentido!
      E que saudades desse tempo em que podíamos ver várias e várias seções de cinema.
      Com certeza o Tira tem muito do McGarrett mesmo! Oh! Delícia!
      Finalmente, foste fisgada, ou melhor, sugada pela IAN!
      Beijo
      Tania

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