30 de setembro de 2012

Resenha: 'Retrato do meu Coração' da Editora Record




Retrato do meu Coração

Editora: Record
Autor: Meg Cabot como Patricia Cabot
Número de páginas: 378
ISBN: 8501093378



Sinopse

Antes de se tornar a rainha das adolescentes, Meg Cabot começou a carreira de escritora com romances adultos, principalmente livros de ficção histórica. Mas sempre com sua marca registrada: romance e humor. Além de muitas referências atuais. Sim, mesmo em tramas de época, ela consegue inserir, de maneira subjetiva e divertida, o que está acontecendo no mundo pop.
Em Retrato do meu Coração, ela conta a história de Margarethe Herbert. Quando menina, magricela, alta e desengonçada, era o alvo de brincadeiras e provocações das outras crianças. Em especial do futuro duque de Rawlings. Mas não há nada que o tempo não mude, e com Maggie não foi diferente. Passados cinco anos, a Srta. Herbert não é mais a mesma, e os vestidos que antes ficavam largos agora enfeitam belas curvas. Mas o mais engraçado é que ela não se dá conta disso. O que não quer dizer que todos os outros, inclusive os homens, já não tenham percebido a transformação. Principalmente o conquistador Jeremy Rawlings, que, ao retornar da universidade, descobre que a implicante amiga de infância tornou-se uma linda mulher. E qual não é a surpresa de Maggie ao reparar que o menino para o qual não perdia nenhuma luta subitamente se tornou um homem tão atraente.


Mais uma vez, Meg Cabot nos 'brilhanteia' com uma linda história de amor, superação, diversão (Eu ri demais em algumas partes!) e emoções fortes!

Sem contar as cenas altamente picantes que deixam nosso coração palpitando freneticamente e as terminações nervosas elétricas...

Essa Meg é uma safadinha.... #pronto falei!!

Este livro é o segundo de uma série chamada Os Rawlings. O primeiro livro é A Rosa de Inverno conta a história dos tios do protagonista deste livro.

Eu não li o primeiro e isso não fez diferença nenhuma, pois as histórias são independentes. O problema é que eu fiquei morrendo de curiosidade de ler mais sobre a família Rawlings e é claro que eu vou procurar o livro para ler depois... rs!

Todo livro que eu leio e que me deparo com uma protagonista forte e independente... me rendo de cara e já curto a história de graça! 

Foi isso o que aconteceu com Margarethe. No início do livro ela é uma menina de 16 anos com um sonho inocente de ser uma pintora em pleno 1871, uma época em que uma dama deveria somente ter a pretensão de ser uma esposa adorável. Mas essa não era mesmo a pretensão de Maggie. Desde menina, ela não demonstra se importar nem um pouco com as condutas sociais adequadas e age de acordo com suas vontades e espírito de liberdade.

É na infância que ela conhece Jeremy, um jovem vizinho criado por seus tios que é altamente mimado, egocêntrico e não dá valor a nada e há ninguém. Ele se acha autosuficiente e a única pessoa capaz de tratá-lo com total desinteresse é Maggie, que o maltrata e o coloca em situações inusitadas e humilhantes para um rapaz.  

Depois de um longo período longe de casa, estudando e sendo expulso de vários colégios internos, Jeremy volta para casa e reconhece em Maggie, assim que a encontra, uma bela garota e a paixão da sua vida.

Nem a família dele e nem a dela concordam com essa loucura, mas o que mais deixa Jeremy fora de si é a recusa segura e indiferente de Maggie que o considera um libertino inconsequente.

Decepcionado e se achando a última bolacha do pacote... Jeremy se alista na Guarda Montada e parte para uma vida longe do luxo e das regalias achando que assim poderá se tornar mais digno de Maggie um dia.

Só que a garota, realmente não acredita no amor de Jeremy, pois suas atitudes a levam a crer que ele nunca se casará por amor... e o deixa ir embora para lutar mesmo tendo fortes sentimentos pelo rapaz.

Os anos passam e ao receber uma carta de sua tia anunciando o noivado de Maggie, Jeremy não acredita no que lê e retorna para Londres afim de lutar por sua amada e fazê-la entender que agora ele é outra pessoa... pelo menos uma cara um pouco mais maduro e responsável.

E é com esta volta que várias reviravoltas acontecem e que situações incríveis e luxuriantes são deliciosamente bem narradas pela titia taradinha Meg em seu pseudônimo Patrícia!!

A história nos prende do início ao fim e nos cativa pelas nuances e carisma dos personagens, pela doçura de uma época passada e pelas passagens sensuais e nada vulgares!

Adorei a história e se você adora um romance... não vai se arrepender de ler!

Espero sinceramente que a Record publique mais livros da escritora!


Beijocas, 

29 de setembro de 2012

Algumas coisinhas que mulher GOSTA...

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1- Receber “mimos”!
2- Conversar sobre assuntos diversos: engraçados, românticos etc.
3- Destilar um “veneno’ básico, popular “fofoca”!
4- Sorrir! Sempre que possível.
5- Compartilhar bons e maus momentos.
6- Ser o ombro amigo, que acolhe e ampara.
mulher blog

7- Dar conselhos, palpites e opiniões.
8- Compreender sentimentos e angústias.
9- Manter a distância na TPM!
10- Ser presenteada com um delicioso chocolate.
11- Reservar um tempinho em sua agenda para estar entre amigas.
12- Ir ao shopping.
13- Dar uma passadinha no salão.
14- Ouvir: “Você está mais magra!”
15- Receber elogios pelos seus dotes culinários.
16- Tirar foto e montar álbum.
17- Ler livro, revista, jornal, artigo de beleza, cochichos...
18- Ser internauta no facebook, em blog / site e estar em dia com seus e-mails.
19- Celebrar a vida!
Se você é mulher e deseja complementar com algum item, sinta-se à vontade e escreva! Vou adorar!
Se você é homem e leu com atenção os itens, esteja certo de que possui boas dicas para compreender como a mulher pensa e age!
Cristiane Cunha Braga – 2012

28 de setembro de 2012

Novo Envenenadas no ar!

É com muita alegria que hoje entra no ar um NOVO Envenenadas!! 

Na verdade, o blog já estava mudando há um tempinho...

Quem acompanha nossas postagens já percebeu que a equipe cresceu e que novas colunas foram surgindo aos pouquinhos por aqui.

Apesar de amarmos demais nossa antiga 'roupa', decidimos que a nova equipe e o novo conteúdo mereciam também uma roupagem nova... e aí nasceu este novo blog!

O que acharam?? Nós estamos babando... amando... adorando...

E claro que queremos compartilhar toda esta 'babação' com você que é nosso amigo seguidor, com nossos amigos parceiros e com as editoras lindas que acreditam e apoiam o nosso trabalho!

Um obrigada super especial a minha querida Nathalia, a Nathy, que nas madrugadas da vida... cuida deste cantinho com tanto carinho e dedicação! Você é um presente na minha vida!!

Outro 'muito obrigada' a querida Daniela da Emporium Digital que transformou minhas ideias e desejos em realidade. Seu trabalho é lindo! Parabéns!!  

Obrigada Clarice, amiga e parceira... que aturou minha ansiedade e compartilhou comigo toda a expectativa da mudança! 

Esperamos que continuem nos acompanhando, participando de nossas promoções e trocando ideias nos comentários!

Ainda estamos ajeitando todas as postagens antigas que com a mudança do template ficaram desconfiguradas!! Tenham paciência conosco que aos pouquinhos tudo estará lindo...

Quem puder... compartilhe e curta a mudança aí no final da postagem e nos ajude a divulgar a novidade!! 


Beijocas envenenadas, 
Math Tonionni

27 de setembro de 2012

Ouro, fogo e Megabytes da @gutenberg_ed


Ouro, fogo e Megabytes
Autor: Felipe Castilho
Editora: Gutenberg
Ano: 2012
Páginas: 288


Sinopse: 

Como esconder uma suspensão escolar dos pais, resgatar uma criatura mágica das garras de uma poderosa e mal-intencionada corporação e ainda por cima salvar o país de um desastre sem precedentes? 

Anderson Coelho, um garoto nada extraordinário de 12 anos, divide sua vida entre a pacata realidade escolar e uma gloriosa rotina virtual repleta de aventuras em Battle of Asgorath, jogo de RPG online em que jogadores do mundo todo vivem num universo medieval, cheio de fantasia. Lá, Anderson – ou Shadow, nome de seu avatar – tem vida de estrela: é o segundo colocado do ranking mundial. E são justamente suas habilidades que chamam a atenção de uma misteriosa organização, que o escolhe para comandar uma missão surpreendente junto com um grupo de eco ativistas nada convencionais. 

Ao embarcar para São Paulo, Anderson mergulhará de cabeça em uma aventura muito mais fantástica que as vividas em seu computador. Os encontros com hackers ambientalistas, ativistas com estranhos modos de agir e muitas criaturas folclóricas oferecerão a Anderson Coelho respostas não só sobre sua missão, mas também sobre sua própria vida, enquanto um novo mundo se descortina diante de seus olhos.




Anderson Coelho, vive uma vida normal na pequena cidade de Rastelinho no interior de Minas Gerais. Na escola é considerado um dos nerds da turma, mas é em sua vida virtual que Anderson se vê realizado, ele é o segundo melhor em um jogo online de RPG, e esse status atrai a atenção de uma Organização bem diferente de tudo que ele já viu; sem fins lucrativos, buscando salvar crianças das ruas e natureza, tendo como membros seres folclóricos e localizada na maior cidade do país… São Paulo. 
“Pense na Organização como um grupo de pessoas dispostas a fazer a diferença no mundo. A dar consciência a jovens que cresceriam nas ruas e na marginalidade, e dispostas a despertar o que há de melhor em pessoas que estão a cada dia se tornando mais robóticas.” (pág. 68) 
De primeira Anderson não aceita ir para “cidade grande”, só que sua escolha muda quando recebe três dias de suspensão na aula de educação física. A desculpa de que iria participar de uma olímpiada de matemática, com os encantos de uma simpática sereia, convence seus pais e ele parte para a maior aventura de sua vida… 

Em menos de uma semana Anderson aprende novas maneiras de ver o mundo, ele aprende gentileza gera gentileza e que isso é válido em qualquer momento.Cheiooooo de ação Ouro, fogo e megabytes é um viagem por um mundo até então, ao meu ver, esquecido por nosso autores; o folclore brasileiro. Felipe Castilho é tão realista em suas descrições e insere tão bem esses seres fantásticos no cotidiano de São Paulo. 

Deixo recomendado para quem quer conhecer um pouco mais sobre o folclore e retirar ações para nosso dia- a- dia que podem fazer a diferença! 

Antes de finalizar minha [micro] resenha gostaria de agradecer ao Felipe Castilho por toda atenção na bienal e por me presentear com seu livro! Você arrasou mesmo! Está mais que aprovado e quero o segundo volume!!!

26 de setembro de 2012

Doce Veneno #3: ‘Fila para comer’


Bom dia, envenenados!

Mais uma quarta-feira chegando e quero agradecer novamente a atenção que vocês deram à coluna na última semana! Fiquei super animada e morri de rir com a indignação de vocês em relação à blogueira! Também fiquei assim na hora... Então, sem mais delongas, fiquem com o texto de hoje! 


Doce Veneno: Fila para comer 

Hoje, dia 26 de setembro, é o dia mais lindo e maravilhoso do ano. Há alguns anos atrás, já entediada no útero da minha mãe, decidi dar o prazer da minha presença no mundo e tornar a vida de cada pessoa mais interessante com a minha existência. 

Brincadeira à parte – ou não, rs – eu decidi comemorar com alguns amigo no sábado dia 22. Pois bem, decidi marcar no Outback do RioSul, um local que agradaria a maioria, tanto em relação ao acesso quanto em relação à comida. 

O almoço que estava marcado para as 13h 30min virou uma dor de cabeça. Ao chegarmos ao local, recebemos aquele detestável utensílio numerado, o qual deverá acender luzes vermelhas frenéticas quando sua mesa estiver vaga. Só para constar, éramos 12 no inicio, um número que foi elevado para 18 e posteriormente para 21. Tanto faz. Avisaram-nos que havia 5 mesas na nossa frente, e assim, pacientemente esperamos do lado de fora. Ficamos ali durante 2 horas e 30 minutos. Sim, minha gente! Só conseguimos entrar às 16h, e provavelmente porque ninguém aguentava mais responder ao nosso grupo quantas mesas ainda faltavam, rsrs. 

Não pensem que ficamos ali passivamente, esperando sem tentar uma alternativa. Procuramos por uma opção no shopping, mas nenhuma parecia ser plausível para a troca. Assim, infelizmente, ficamos reféns da espera. Em um dos momentos que fui verificar quanto tempo ainda esperaríamos, ouvi uma conversa entre a atendente e um casal que aguardava para entrar. Educadamente a menina perguntou quantas mesas tinham na frente. A atendente contou rapidinho e respondeu sem nem piscar: “32.” Não sei quem ficou mais chocada, eu ou a garota que perguntou. Ela queria desistir, mas o namorado lembrou que eles estavam esperando outro casal e por isso era melhor esperá-los chegar. 

Sabe aqueles quitutes que servem de cortesia quando ficamos horas na fila aguardando a entrada? Sabe? Que bom, porque nós não sabemos. Na verdade, para ser completamente honesta, teve uma vez que a garçonete trouxe umas batatinhas para a fila. Entretanto, os dez potinhos com meia dúzia de batatas que ela trouxe não deu nem para começar a fila. Foi exatamente aí que começou minha revolta. Além da espera absurda para conseguir entrar, não houve respeito sequer para servir uma cortesia ao público que aguardava sua vez? Pode isso, produção? Não! Não pode mesmo! 

E se vocês acham que no momento que entramos tivemos um atendimento excelente, estão absurdamente enganados. Pedimos nossas bebidas e 15 minutos depois ainda não tinha vindo um mísero refrigerante. – Ok, pausa para meu surto: COMO ASSIM, GENTE? Quer dizer que além de esperar 150 minutos para entrar eu ainda preciso esperar mais de 15 para beber algo que já está pronto? COMO ASSIM? – Meu momento de surto feito, retomo ao ponto. Bastante irritada com o descaso e a falta de respeito, fui falar com o gerente. Imaginem que com fome, com sede e já muito irritada, não devo ter sido a pessoa mais simpática, certo?! Alguns amigos inclusive acharam que eu estava assustadora – e devia estar mesmo. Reclamação feita, menos de 3 minutos nossos refrigerantes chegaram. Mágico, não?! 

Para que fique bem claro, estou usando o caso do meu aniversário como exemplo para algo que ocorre rotineiramente. E estou usando o Outback como exemplo maior de uma prática que ocorre também em outros locais. 

Fato é que é um absurdo você encarar uma fila gigantesca, ter que esperar horas para entrar e consumir em determinado local, que, diga-se de passagem, não é baratinho. Percebem o absurdo da situação? Você além de pagar pelo que consome ainda fica horas com cara de paspalho esperando a sua vez. Em que mundo estamos, minha gente? Onde está o respeito aos clientes? E não vamos tirar nossa culpa... Onde está o nosso respeito próprio? 

Todo mundo sabe que o Outback não faz reserva e que sempre tem essas filas absurdas para espera. E ainda assim, todo mundo insiste em se submeter ao constrangimento de ficar horas nessa situação. Eu nunca fui grande frequentadora do local justamente por isso, mas caí no erro de justamente comemorar meu aniversário lá. Nunca mais repetirei o erro. Sim, porque se eles não se preocupam com o consumidor, porque eu vou dar alguma preferência a eles? É nisso que deveríamos pensar antes de retornar ao local, gente. Se eles não me tratam com o devido respeito, porque merecem minha preferência? Ou, na forma que eles entendem melhor: Porque merecem meu dinheiro? 

Temos que valorizar mais o nosso poder de escolha. Duvido que se 30% das pessoas que passaram por essa situação se recusassem a voltar lá eles permaneceriam com essa mesma postura. Aposto como se faria reservas com tolerância, como um MONTE de bons locais fazem. 

Então, ao mesmo tempo em que digo e critico a prática do Outback em desrespeitar o consumidor, também olho para o meu próprio rabo para criticar minha escolha. E é aí que mora a diferença: eu nunca mais marco nada naquele lugar e “desrecomendo” veementemente para qualquer um. Se eu critico, tenho que ter uma postura coerente com o fato. Será que não teríamos um resultado positivo se mais pessoas também se valorizassem mais e parassem de se submeter à constrangimentos desnecessários? Vamos refletir... 

É isso, pessoal! Comentem, reclamem, critiquem!! =) 

Beijocas e até a próxima!!
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25 de setembro de 2012

Resenha: ‘Starters’ da @Novo_Conceito

 

Starters 
Autora: Lissa Price
Titulo: Starters
Editora: NOVO CONCEITO
Ano de Lançamento: 2012
Páginas: 368







Sinopse: 

Callie perdeu os pais quando a guerra de Esporos varreu todas as pessoas entre 20 e 60 anos. Ela e seu irmão mais novo Tyler, estão se virando, vivendo como desabrigados com seu amigo Michael e lutando contra rebeldes que os matariam por uma bolacha.
A única esperança de Callie é Prime Destinations, um lugar perturbado em Berverly Hills que abriga uma misteriosa figura conhecida como O Velho. Ele contrata adolescentes para alugar seus corpos para idosos que desejam ser jovens novamente. Callie, desesperada pelo dinheiro que os ajudará a sobreviver concorda em ser uma doadora.



Imagine-se acordando em seu próprio corpo – Pode-se dizer que é uma experiência completamente normal... AGORA... Imagine acordar em seu próprio corpo vivendo a vida de outra pessoa, sendo chamada por um nome diferente, em um lugar desconhecido e descobrir que esta outra pessoa é extremamente rica, enquanto seu verdadeiro “eu” nem tem onde morar. 

Esta é o panorama pelo qual nos aventuramos ao ler STARTERS. Uma distopia* que remete a um futuro onde os jovens e adultos de meia-idade não mais existem. 

A população foi dividida em dois grupos bem distintos: os adultos restantes, que tiveram a vida prolongada pelo avanço da medicina e com isso as pessoas conseguiram chegar a idades bem avançadas (muito idosas mesmo – com 100 anos ou mais) e que dominam a riqueza do mundo; e pessoas mais novas que ainda não atingiram a maior idade, que são totalmente segregados, não tendo nenhum tipo de direito. 

Estes menores são mantidos em instituições pavorosas ou vivem em prédios abandonados fugindo dos inspetores (que tentam captura-los para levá-los as instituições), dos rebeldes (jovens que se tornaram selvagens) e lutando pela sua sobrevivência. 

Neste cenário desolador é que conhecemos Callie, uma jovem de 16 anos, que vive com o irmão mais novo Tyler, que tem problemas graves de saúde, e com o amigo Michael. 

Inserida nessa sociedade descompensada se abrigando como pode e comendo o que é possível, nossa heroína enxerga na empresa Prime Destination a solução para seus problemas e de sua nova família. 
“Ele tocou o canto da tela, trocando a imagem para de um adolescente que vestia um traje de banho de competição.
-- Foi este rapaz, Adam, que indicou a garota. Ele pratica snowboarding, esqui e montanhismo. É a escolha popular para homens que gostam de atividades ao ar livre e que não conseguem desfrutar dessas atividades há algumas décadas.
Ouvir aquelas palavras fez com que tudo parecesse real. Aqueles Enders velhos e caquéticos, com braços e pernas tomados pela artrite, tomando controle do corpo daquele adolescente durante uma semana, vivendo dentro de sua pele. Meu estômago começou a se revirar. Eu queria sair correndo, mas uma ideia me mantinha ali. Tyler.” (pág.15) 
Na Prime Destination o adolescente “aluga” seu corpo para que um Ender (nome pelo qual são conhecidas as pessoas idosas) possa voltar a curtir a vida, sem os empecilhos das doenças típicas que surgem com a idade avançada. 
“Estava louca para saber por onde meu corpo tinha andado. Que esportes eu praticara? Meus braços não estavam doloridos, nem minhas pernas. Era muito esquisito não saber onde seu corpo estivera ou o que fizera durante o dia inteiro. Com quem você conversou, de quem você gostou e de quem não gostou. E se minha inquilina houvesse irritado alguém? Eu teria um novo inimigo?
Olhei para meu corpo. Todas as partes pareciam estar inteiras. Um aluguel estava terminado, ainda faltavam dois.” (pág.61) 
Com apenas três alugueis Callie conseguiria o dinheiro suficiente para comprar uma casa e dar tratamento de saúde a seu irmão, porém, algo aconteceu em seu terceiro aluguel... 

Ela desperta no meio do período onde quem deveria estar no comando é a Ender que alugou seu corpo. Desorientada, sem saber em quem confiar, Callie se vê sozinha, presa dentro de uma vida que não é sua e envolvida em uma trama surpreendente. 

Lissa Price criou uma história que tem tudo para se tornar febre entre os jovens de todas as idades, pois a aventura, o romance, a tensão e as reviravoltas de tirar o fôlego são constantes e ocorrem na medida certa. 

Como sempre a Novo Conceito nos presenteia com uma edição primorosa onde observei apenas duas falhas de impressão nas págs. 192 e 350, mas que não comprometem o entendimento do texto. 

A capa dispensa comentários... É LINDA!!!! Uma excelente preparação para a história, futurista e brilhante. 

O final nos deixa realmente com a “pulga atrás da orelha”, pois algo extremamente inesperado nos é apresentado. 

Ficou curioso para conhecer o universo de Callie??? Basta ler este excelente livro e aguardar com grande expectativa o lançamento ENDERS, continuação que já está sendo escrita pela autora. 

Beijos, 


*Distopia – É uma antítese da Utopia. As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade. Nelas, caem às cortinas, e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações. A maioria das distopias tem alguma conexão com o nosso mundo, mas frequentemente se refere a um futuro imaginado ou a um mundo paralelo, no qual a distopia foi engendrada pela ação ou falta de ação humana, por um mau comportamento ou por ignorância. (Fonte: Wikipédia – Editado) 

Assista ao book trailer: 



24 de setembro de 2012

Sessão Pipoca Envenenada: ‘Ted’

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Olá pessoal,

Hoje estou estreiando aqui no Envenenadas com a coluna Sessão Pipoca Envenenada!!

E o filme de hoje é…

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Título original: TED
Título no Brasil: TED
Ano de lançamento: 2012
Dirigido por: Seth MacFarlane
Elenco: Mark Walhberg, Mila Kunis, Seth MacFarlane ( voz do Ted) , Giovanni Ribisi, Patrick Stewart ( narrador)
Censura: 16 anos
Duração: 1:50 h


 
Quando um filme que pouco esperamos lhe faz dar muitas gargalhadas depois de um exaustivo dia de trabalho ele já valeu a pena, certo? Foi exatamente isso que aconteceu comigo e com "Ted", o filme do ursinho que anda e fala é tudo, menos bobo.

Escrito e dirigido por Seth MacFarlane (famoso pelo desenho The Family Guy onde além de ser criador do seriado também dubla o personagem Peter) o filme é inteligente e divertido. Pode ser considerado uma sátira aos rapazes que nunca crescem, aqueles que tem um quê de Peter Pan e apesar de não viverem na Terra do Nunca acham que dá para passarem a vida como adolescentes.

O personagem de Mark Walhberg (John Bennett) teve uma infância de bullying, onde ninguém queria brincar com ele e ele só tinha a companhia de seus brinquedos. Um belo dia de Natal ele ganha Ted de seus pais e daí nasce aquela amizade brinquedo x criança que nunca sabemos explicar porque dentre tantos brinquedos sempre preferimos um. Ted vira o amigo imaginário que John nunca teve, até que em uma noite ele faz um pedido para que seu urso fale com ele. Na manhã seguinte ele se assusta com seu ursinho andando e falando. A cena em que os pais descobrem é hilária!

Confesso que tenho dois bonecos de pelúcia que sempre acho que quando saio para trabalhar eles lêem meus livros e bagunçam meu quarto. Voltando ao filme ( pequeno adendo para mostrar o como me identifiquei!) dali para frente Ted vira urso celebridade e cresce – ou não- junto com seu dono.
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Na fase adulta Ted é bem saidinho, ele fala palavrão, só pensa em sexo e gosta de fumar maconha com seu dono. Aqui fica claro que o filme não é para crianças o que explica a classificação de 16 anos. Ted é o reflexo de seu dono, um cara de 35 anos que tem um trabalho mediano em uma concessionária de veículos, não pensa em subir na carreira, tem uma namorada linda (Lori Collins, papel da lindíssima Mila Kunis) mas nem pensa em casar com ela e acha que a maior diversão da vida é ter seu urso ao lado e passar as tardes matando o trabalho se drogando e bebendo.

Já vimos isso? Na vida real, muito! Por isso que é divertido a forma como Ted é exposto no filme, o urso fofinho também não curte trabalhar como seu dono, fica p da vida com a fábrica de brinquedos que não o fez completo (leia-se aqui uma parte da anatomia masculina que ele sente muita falta e descobre que só sente prazer quando lhe apertam a etiqueta!rs)

Ted as vezes é adorável e insuportável, fiquei ao lado de Lori várias vezes, afinal, quem nunca teve um namorado infantil que tem um melhor amigo pior ainda que não o deixa crescer? Realidade a gente vê por aqui ;)

Com várias cenas que nos fazem voltar a década de 80 como a paixão e aparição de Sam Jones, o eterno Flash Gordon e de Patrick Stewart o sempre capitão de Jornada de Estrelas como a voz que narra a história, o diretor conseguiu um excelente elenco de apoio que já valem o ingresso do filme!

Mas o final é lindo, o filme é engraçado e vale a ida do cinema, sem contar que Mark está de tirar o fôlego como sempre e a Sra. Kutcher está lindona também!

Corram para o cinema mais próximo! Ted também vai conquistar vocês!

Raffa Fustagno

22 de setembro de 2012

Papo envenenado - Perguntas e Respostas…




Quando eu era pequena... havia um caderno que passava pelos amigos da escola e todos respondiam as mesmas perguntas. Assim, eu conhecia um pouquinho de cada um.

Lembro-me da curiosidade de ler as respostas quando o recebia de volta. Era muito bom!


Então... desta vez reeditei minha vivência e gostaria que vocês respondessem as perguntas abaixo... acreditem é uma boa reflexão!

Eu já respondi e assim vocês podem me conhecer um pouco...

1- O que é imprescindível em sua vida? PERDOAR
2- Você não viveria sem? FAMÍLIA e AMIGOS
3- Defina a palavra Família? “TUDO”, SÃO AS PESSOAS QUE “SEMPRE”, NO SENTIDO PLENO DA PALAVRA, ESTÃO COMIGO EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA DA VIDA!
4- Um desejo? VER MEU FILHO FELIZ E ENCAMINHADO PROFISSIONALMENTE.
5- Como define amizade? RARIDADE. SÃO POUCAS... MAS ,VERDADEIRAS.
6- E amigo? MUITOS.
7- O que é preciso aprender? PERDOAR
8- Uma virtude? GENEROSIDADE
9- Religião? CATÓLICA
10- Uma palavra importante? FÉ
11- Frase(s) que gosta? “TUDO É FORÇA. MAS, SÓ DEUS É O PODER!” // “NÃO DESEJE AOS OUTROS, O QUE NÃO QUER PARA SI!”
12- Prato predileto? BIFE COM BATATA FRITA (E DOCE!)
13- Esporte que pratica? CAMINHAR E CORRER
14- Gosta de bichos? Tem Preferência? SIM. EM ESPECIAL, CACHORRO.
15- Gosta de viajar? AAAMO! PRINCIPALMENTE, CONHECER O BRASIL!
16- Como define a palavra férias? REABASTECIMENTO DE ENERGIA
17- Apenas uma palavra que a deixa triste? SAUDADE
18- Apenas uma palavra que a deixa feliz? SAÚDE
19- O que a deixa tensa? DOENÇA
20- O que a deixa tranquila? FELICIDADE
21- Gosta de ler? Qual sua preferência? SIM, GOSTO DE ROMANCE. ADORO TAMBÉM LER LIVROS DE ESTUDO.
22- O que lamenta? A INDIVIDUALIDADE DO SER HUMANO!
23- O que admira? A CAPACIDADE DE SUPERAR DESAFIOS!
24- O que a deixa aflita? O QUE NÃO POSSO RESOLVER

Cristiane Cunha Braga – Setembro 2012

21 de setembro de 2012

Sexta Envenenada: Amante Sombrio



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Olá pessoal!

Finalmente, a Sexta! Eita diazinho tão esperado! Dia sem preconceitos, sem reclamações, não importa a idade, o sexo (ou a preferência sexual), raça, credo e cruz credo! A “Sexta” realmente é um dia fantástico e valorizadíssimo.

Achei interessante compartilhar algo que encontrei navegando por aí, que me fez rachar o bico de tanto rir. 

Sexta-Feira é o dia mais esperado da semana. Especialmente às 18 horas da Sexta-Feira, quando milhões de pessoas no Mundo Todo saem de seus trabalhos, onde são surrados, humilhados, quase ao ponto da Escravidão, para ir se divertir, seja em festas, baladas ou simplesmente ir ao barzinho tomar uma cerveja com os amigos.Sexta-Feira marca também o inicio do Fim de Semana, o descanso que todo homem e mulher (acréscimo meu) precisa. Sexta-Feira é também uma popular espécie de marreta, muito utilizada para rachar cucas. Sexta-Feira também pode ser definida como: dia no qual você já deveria ter feito todo o seu trabalho da semana e que não serve para reaver todo o trabalho atrasado. Por definição, o trabalho neste dia só renderá, no máximo, até as 14h30m. Não adianta lutar contra as forças do universo, suas tentativas de compensar o trabalho que não foi feito durante a semana toda, em uma sexta-feira, será frustrada. Aceite isso. A palavra é originária do latim Sexta Feira, que significa "sexta feira", e de mesma acepção existe em galego (sexta-feira), mirandês (sexta-feira), tétum (sexta-feira), inglês (sexta-feira), alemão (sexta-feira), português-portugal (sexta-feira), aramaico (sexta-feira), hebreu (sexta-feira), no bar da Teresa (sexta-feira), pastel do Tião (sábado-feira).

Frases para Sexta-Feira: 

Sexta-Feira é tão boa que já começa com Sex.

Sexta-Feira deveria se candidatar, porque toda Sexta promete.

A pior Sexta-Feira ainda é melhor do que a melhor [Segunda-Feira]...” 



Não é à toa, esta coluna é publicada na santa SEXTA-FEIRA e ainda leva seu nome, mais um motivo pelo qual tanto aguardo esse dia sagrado. Para estar aqui com vocês. Assim...


Gracinhas a parte, hoje, finalmente, vou falar sobre um personagem que certamente a maioria conhece. Enfim, vamos entrar no mundo da Irmandade da Adaga Negra

Assim, hoje vou falar sobre as minhas impressões sobre sua majestade Wrath, filho de Wrath. 

Absinto da Sexta Envenenadamente Sombria: 
Wrath, filho de Wrath

 
Wrath (Jason Momoa)
 Meu primeiro contato com o Rei Cego foi por acaso, pois estava procurando outros títulos da Linda Howard; já tinha lido praticamente todos seus textos. Estava com aquela sensação de abandono que normalmente tenho quando termino um livro e não tenho outro para continuar minha overdose literária. Já mencionei aqui meu receio de experimentar outros autores, pois já aconteceu de começar um livro e ter simplesmente um bloqueio, não progredir de jeito nenhum com leitura. Acho broxante ter que abandonar um livro, mas, francamente, existem alguns que pela deusa! 

Enfim, numa dessas minhas expedições exploradoras virtuais encontrei o antigo blog da Lillith, onde havia um universo de livros que me deixou vesga. Encontrei o que procurava e ainda mais. Percebi que várias vezes era direcionada para os títulos de tal série de livros sobre vampiros guerreiros e, sempre declinava, até que um dia a curiosidade me incomodou. Comecei a ler a respeito e decidi me aventurar no sombrio mundo criado por J.R. Ward. 

Amante Sombrio (Dark Lover), publicado aqui pela Universo dos Livros, simplesmente me levou a ler, num recorde para mim, praticamente 5 livros em pouco mais de 1 semana. Quem conhece a série sabe que os livros têm em média 450 páginas. Ao final do quinto, tive que dar um tempo, pois os olhos doíam e meu recesso já dava adeus.

Desnecessário dizer que adoro a série e, graças ao Rei, adquiri uma nova fantasia: ir a Caldwell procurar por uns cabras vestidos de couro até as presas e dar uns “catiripapos” (é assim que se escreve??) em uns albinos com cheiro de talco vencido.

Wrath é o último vampiro sangue puro dentre os seus e herdeiro do trono de sua raça.
Com um passado de centenas de anos, ele passou por muitas situações, certamente, mas as que aconteceram nos primeiros anos do século XXI, simplesmente o nocautearam.



Estávamos muito acostumados ao estereótipo do vampirão poderoso, praticamente imortal, sedutor, mas que almeja sair fertilizando toda a face da Terra com um monte de filhotes sanguessugas e acabar com a população humana de uma vez. Haja alho e crucifixo. A ideia de ter vampiros andando entre humanos, mas não lhes assombrando também não é inédita; lembro-me muito bem quantas vezes assisti ao sofrimento de Brad-Louis-Pitt em Entrevista com Vampiro (naquela época podíamos assistir a várias seções consecutivas, e ninguém nos punha pra fora), de Anne Rice. Tenho que mencionar aqui também, Mick St. John, da série Moonlight.

Mas vê-los como guerreiros que protegem os indivíduos de sua própria raça, que vive incógnita, contra caçadores que nada têm em comum o Van Helsing, realmente me deixou fascinada.
Sobretudo Wrath, com tudo o que já havia presenciado em seus longos anos de vida, ainda teria e terá (pelo visto) que passar ainda por momentos difíceis, muito difíceis.
Do alto do de seus 2,06 m de altura, seus 123 kg (de puro músculo e ira, como diz seu próprio nome) e uma longa cabeleira negra, o soberano é exatamente isso: SOBERANO. Mas tudo em que acredita, ou não, está prestes a mudar drasticamente, depois da súbita e traumática perda de um de seus mais fiéis e nobres guerreiros. A seguir, o grandalhão precisa lidar com emoções totalmente novas, pois se vê irremediavelmente ligado a uma fêmea (ai, ai, é assim que eles se referem a nós), e como agravante a guria é humana.


Nesse angu, tem mais caroço ainda, pois precisa resolver o que fazer com um humano-cabra-macho-pra-daná, problemas entre seus Irmãos e os seus conflitos internos. Para salgar a massa ainda mais, ele tem que se decidir entre a luta corpo-a-corpo com o inimigo e assumir o trono de uma vez. Não satisfeito com isso, ele ainda vai ter que encarar a mãe (ou sogra???) da raça, uma entidade que criou a vampirada, mas que, para mim, é o verdadeiro espírito de porco da trama.

Enfim, apesar de tudo isso Wrath, que está acostumado a estar sempre sozinho, ser durão o tempo todo e prefere esse estilo de vida, se vê cercado por todos os lados, por pessoas que vão mudar todo o rumo de tudo em que ele acreditava “cegamente” estar destinado a viver.
Por outro lado, descobre que existe algo muito maior, algo que está acima de tudo. Wrath não só descobre que é capaz de amar uma fêmea como também descobre que essa fêmea passa a ser a razão de sua existência.



Amante Sombrio é habitado por personagens únicos, fascinantes. Esse é o primeiro livro desta série que estremeceu o mundo da literatura sobrenatural. Mas ele não fica focado apenas na história de Wrath; aos poucos vamos conhecendo os demais Irmãos e a sua companheira atual e o irmão dela, que é o médico da raça, e um policial que, definitivamente tem seu lugar ao Sol (ou melhor seria à Lua?) e fará muita diferença nesta trama.

Momentos marcantes... inúmeros... sensualidade, erotismo, transbordam – daqueles em que se aconselha usar preservativos nos dedos para folhear as páginas. Eu poderia dizer que o livro é adrenalina pura, mas prefiro usar outro hormônio; este livro é testosterona pura.

Citar um trecho dessa obra é um trabalho hercúleo, pois há diversos que são impagáveis.

Wrath, a princípio me passou uma sensação de voar em sua jugular, não para mordê-lo como acontece nessa história, mas sim para estrangulá-lo. Grosseiro, seco, antipático, anti-social, territorial, com um péssimo humor, mas (caraca eu também sou assim!) ele foi me cativando e me conquistou definitivamente, tanto que não consegui desgrudar da série até os olhos latejarem.

Gosto de todas as passagens, sobretudo quando ele está com um dos Irmãos, com sua amada Beth Randall, com quem descobre coisas impensáveis e, claro, seus momentos com o tal tira Butch O’Neal.
Para dar uma pitada do poder desse guerreiro, só para sentir a pressão:

“– Não confie em mim. Não goste de mim. Não me importo. Mas nunca MINTA para mim – inspirou o ar com força, como se fosse aspirá-la (Beth) junto. – Posso sentir que exala sexo nesse momento (momento tremedeira). Poderia deitá-la nessa calçada (eles estavam na rua, gente!) e meter-me por baixo de sua saia num piscar de olhos. E você não resistiria a mim, não é?... Os lábios dele roçaram o seu pescoço. Depois, passeou a língua ligeiramente sobre sua pele.– Agora, podemos ser civilizados e esperarmos até chegar em casa. Ou podemos fazer aqui mesmo. De qualquer forma, estou louco para estar dentro de você (ui!) outra vez, e sei que você não irá dizer não.”[...]

Ai, meus sais! Eu é que tenho que ficar por aqui, sabendo que quem já leu vai querer reler e quem ainda não leu, vai caçar esse vampiro a todo custo.

Eu, com certeza, vou dar uma nova conferida no arsenal de Wrath, filho de Wrath.

Fiquem bem e Carpe Diem, pois a Sexta realmente promete!

Tani@ Lima

20 de setembro de 2012

Resenha: ‘Bem mais Perto’ da @Novo_Conceito



Bem mais perto
Autora:  Susane Colasanti
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581630151
Ano: 2012
Páginas: 240


Sinopse:


Quando Brooke descobre que o amor de sua vida, Scott Abrams, está se mudando do subúrbio de New Jersey para Nova York, ela decide segui-lo até lá. Viver com o pai ausente e se adaptar a uma escola totalmente nova são desafiantes para ela — e as coisas ficam ainda piores quando ela descobre que Scott já tem uma namorada. Mas como ela aprende a sobreviver na cidade grande, começa a descobrir todo um novo lado de si mesma e percebe que, às vezes, o amor pode te encontrar mesmo quando você não está olhando para ele.



Susane Colasanti é autora de vários YA’s famosos lá fora, e aqui no Brasil, Bem Mais Perto está sendo lançado pela Editora Novo Conceito.

Com escrita leve e ágil, Susane escreve uma típica história para adolescentes, e o faz muito bem.
Nessa história, Brooke é apaixonada por Scott e tem certeza que eles nasceram um para o outro. Porém, o destino conspira contra eles e Scott muda para Nova York. Determinada a não perder seu grande amor, Brooke vai atrás dele. Porém, para seu desagrado Scott tem uma namorada.

Depois de ter deixado seus amigos e sua mãe para trás, Brooke vai fazer de tudo para conquistá-lo. E nessa aventura, ela descobre dois fiéis companheiros, que serão mais importantes em sua vida do que ela poderia imaginar.

Primeiro, preciso dizer que achei Brooke a garota mais surtada que já tive conhecimento. Ela tem umas certezas que ninguém sabe de onde vem, e ai de quem falar o contrário. Ela nunca falou com Scott, mas sabe que eles são feitos um para o outro. Isso já seria o bastante para ficar assustado, mas se você ainda não se convenceu, reflita: ela é a maior stalker de todos os tempos.

Ela se muda para outra cidade só para seguir o carinha, ela descobre a rua onde ele mora e passa suas noites andando para cima e para baixo na esperança de encontrá-lo. #medo. Se você acha que isso é fofo, você tá fazendo isso errado. Isso é doideira pura, viu?!

Seguindo o livro, Brooke tem problemas com a mãe, que se tornou uma semi-bruxa depois que o pai saiu de casa. E com o pai, eles tem uma relação não-relação. Aquela coisa bem polida, amistosa, mas sem querer muito contato, sabe?! Existem mágoas profundas entre os dois que precisarão ser cuidadas ao longo do livro.

Essa foi uma questão interessante no livro, mostrando que não existe somente um lado na moeda.
Dois personagens são muito bons: Sadie e John.
Sadie é uma típica melhor amiga. Ela ajuda quando precisa, ouve, fala, bota sua insegurança para fora, testa a paciência de Brooke até o limite e é responsável por algumas mudanças na protagonista. Uma verdadeira fofa. E cá entre nós, a única amiga de verdade nessa história, viu?!
John é cativante. Apesar de ter uma dificuldade de aprendizagem, é extremamente inteligente e esperto. Além disso, é carinhoso, comprometido e fiel até o limite. Um sonho de menino e completamente diferente de Scott, p garoto que não sabe o que quer da vida, e que pode resumi-lá com a frase “deixa a vida me levar”.

“– Tive uma briga feia com meu pai. Não posso voltar lá agora. Eu sei que você está bravo comigo, mas será que poderia ficar aqui hoje a noite?– Você sabe que pode.– Que bom, obrigada!– É parte do problema. Você sabe que não posso dizer “não” a você.”

A leitura é bem tranquila e rápida.
Susane usa vocabulário fácil e escrita ligeira, sendo assim uma excelente pedida para quem quer uma história tranquila e agradável. E o mais legal de tudo é saber que no final, você sairá satisfeito com o desenrolar da história.

LogoRenata copy

19 de setembro de 2012

Doce Veneno #2: Meu, teu, nosso... É de todo mundo!


Bom dia, envenenados!

Antes de começar o tema dessa semana, quero agradecer o carinho e a atenção de vocês à Doce Veneno. *-* Fiquei super feliz e encantada em ver vocês comentando. Queria responder cada um dos comentários, mas alguns problemas acabaram impossibilitando. Entretanto, a partir dessa semana, estarei aqui para retribuir =) Fiquem com a coluna dessa quarta-feira!


Doce Veneno: Meu, teu, nosso... É de todo mundo!


Tá no dicionário: personagem -  figura dramática e, p. ext., seres, em regra humanos, criados por autores de peças de teatro, romances, contos, poemas, filmes etc. Traduzindo: ficção, não é real. Entretanto, muita gente ultrapassa os limites do bom senso e age como se aquele personagem favorito fosse real. E pior, como se pertencesse só a ela. São as chamadas prometidas, uma espécie de piriguetes, só que literárias. 

Todo mundo conhece ou já viu uma prometida na vida. É fácil de identificar, quer ver? Sabe aquela pessoa que fala do personagem como se fosse dela e que quando qualquer outra pessoa faz o mesmo ela faz um barraco e solta frases do tipo: “Tira o olho, Fulaninho é meu!”? Pois é! É dessas aí mesmo que estou falando.

Antes de mais nada, eu gostaria que vocês entendessem que eu sei muito bem que as vezes criamos relações próximas com os personagens, que nos sentimos um pouco donos e que até desejamos que ele fosse real. Faz parte do processo de leitura para muitas pessoas e eu não sou insensível ao fato. Você adora o Zsadist, acha ele um fofo e blá blá blá? Ok, tudo bem. Agora, o que não está tudo bem é você discutir com a coleguinha que também gosta do personagem de quem ele é! Qualquer coisa do tipo “eu vi primeiro”, “mas eu gosto mais” e “escolhe outro”, é no mínimo surreal. Oi? Você esta disputando um personagem? Tem certeza disso?

Na bienal do Rio de Janeiro de 2011, um encontro casual de blogueiras em um estande, gerou uma das cenas mais constrangedoras que presenciei. Uma das blogueiras, que chamarei de X, cometeu o erro de elogiar um personagem para a blogueira Y,  cuja bolsa estava com alguns bottons, incluindo o desse personagem. Imediatamente, sentindo-se afrontada, a blogueira Y respondeu em tom hostil: “Tira o olho! Ele é meu homem!” – notem o tamanho da carência alheia ao chamar de ‘meu homem’ algo que só existe no papel e na imaginação. A blogueira X, perplexa, simplesmente respondeu: “Nossa! E eu não posso gostar dele, por acaso? É só seu?”. Imaginei que, sentindo algo parecido com a vergonha que eu estava sentindo por ela, a blogueira Y fosse se desculpar, certo? Errado. Ela simplesmente reafirmou que o personagem era dela e ainda fez cara de brava. Fiquei olhando a situação, com um misto de vergonha e indignação e foi ali que me dei conta que existia um limite entre realidade e ficção que algumas pessoas não conhecem. A blogueira Y, diga-se de passagem, é bem popular e todo mundo sabe que o personagem em questão, é dela!! ;)

Caros coleguinhas, se você é muito fã de algum livro ou seus personagens, cuidado para não ultrapassar os limites da educação e do bom senso. Você pode gostar o quanto você quiser do Rhage, do Vishous, do Dimitri, do Edward e companhia, só não pode bancar a louca e sair por aí anunciando título de propriedade sobre algo que nem real é. Cada vez que ouço um “é meu” chega a me dar alergia, de tão irritante que acho. Chego a ter que me controlar para não perguntar: “Jura? Cadê o recibo?”, ou então: “Por quanto o autor te vendeu?”, e num modo mais irônico: “Onde você comprou tinha outros exemplares ou só esse?”. É seio mesmo que você tá disputando personagem como se fosse gente? É sério mesmo que seu nível de carência chegou a um ponto tão exagerado que faz você anunciar publicamente que fulaninho te pertence? Ah, faça-me o favor... “se morre”, colega!

Antes que alguma alma espírito de porco venha falar que no seu grupo de amigas cada uma tem um guerreiro da irmandade, tem um vampiro, um anjo ou o raio que o parta e que mimimi pra lá e mimimi pra cá, relaxe. Não é disso que estou falando. Estou falando de um tipo bem específico de gente, de um tipo que arma barraco e corta até relações se se sentir muito afrontada. E isso tem nome: doença. Credo, gente! Onde já se viu querer ser dona de algo que nem existe??

Os personagens são meus, teus, deles, de todo mundo. Em última instância, podemos no máximo atribuir ao autor – ou em alguns casos, à editora, como acontece com The Vampire Diaries. Nesse caso, como a editora detém os direitos da saga, é ela quem tem a palavra final sobre o que acontece na trama, tirando de L. J. Smith, quem pariu a história e seus personagens, o poder de decidir sobre eles. Portanto, a não ser que você tenha um documento autenticado que lhe dê posse sobre Patch, Jacob, Travis, Vishous e amiguinhos ficcionais, não diga que ele te pertence. Além do mais, qual é a dificuldade em compreender a não existência física deles? É só uma ideia, um pensamento, minha gente. E quem vai me proibir de usar minha criatividade livremente?

Portanto, aviso às prometidas de plantão: não venham bancar a prometida para cima de mim porque não tenho paciência. Minha boa educação vai até o limite da sua idiotice, e honestamente, não me responsabilizo por segurar minha língua. Acho que ao invés de ficar bancando as prometidas de Dimitri, Vishous e companhia, essa galera podia sair, conhecer gente nova, ter vida social e principalmente real. Garanto que “dar uns pegas” na realidade é beeeem mais interessante que ficar só na ilusão. Minha vó falaria algo do tipo: “Vai lavar um tanque de roupa suja!”, o que também serve como opção para esse caso, rs. A ideia, no final das contas, é simples... Vamos viver, minha gente!

É isso, galera! Se não sou baú para guardar dinheiro, vou ficar guardando opinião? Talvez em outra vida.... Enfim, leiam, comentem, reclamem... Fiquem à vontade! E até a próxima semana ;)

Beijocas,

18 de setembro de 2012

Apple News: @Verus_Editora

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Hey Envenenados, preparados para mais um Apple News? Hoje vou dar destaque a dois títulos da Verus editora que é o tipo de leitura que nós do blog amamos… me acompanhem ;]

AppleShinyEle é um romântico incorrigível e também profissional, pois escreve uma coluna sobre casamentos para um importante jornal, cobrindo festas espetaculares de costa a costa do país. Mas há uma linha tênue entre ser um repórter bem-sucedido com uma matéria para escrever e ser um cara sozinho num sábado à noite, no casamento de um desconhecido.
Tudo muda na primeira noite do ano, quando Gavin conhece Melinda, uma jornalista de viagens com um espírito aventureiro. Mas Melinda vai embora e parece ter desaparecido sem deixar rastros. Gavin inicia então uma jornada por Nova York em busca dessa intrigante mulher. E aprende que há algo pior do que perdê-la: ter que escrever um artigo sobre o casamento dela.

Uma curiosidade: O autor, Devan Sipher, nos últimos 5 anos escreveu para o  The New York Times uma coluna sobre casamentos intitulada “Vows” (os votos). Em seu site ele cita rumores que o ator James Marsden se inspirou nele para fazer o filme “Vestida para casar”, só que com um cabelo melhor ^^

FitaLateral[4]

AppleShinyNa pequena ilha de Thisby, poucos cavaleiros são bravos o suficiente para competir na corrida de escorpião que acontece a cada novembro. Pela primeira vez uma mulher, a jovem Puck Connolly, vai competir. Ela tem dois irmãos e ficou órfã depois que os pais foram devorados pelos cavalos assassinos. Por isso, ela está determinada não só a competir como ganhar a corrida. Para isso, Puck terá que enfrentar outro jovem corajoso e encantador. Sean Kendrick também perdeu o pai, atropelado pelas sanguinárias criaturas.
Apesar de terríveis, os cavalos do mar são uma grande atração turística. O turismo é a principal fonte de renda dos habitantes de Thisby. A ilha é um lugar fascinante e, ao mesmo tempo que atrai, também amedronta.
A descrição que Maggie faz dos desfiladeiros do local é carregada de poesia. Com a narrativa alternando entre o ponto de vista de Sean e de Puck, a autora criou uma trama envolvente, classificada por críticos do New York Times e do Los Angeles Times como inovadora.
Em A corrida de escorpião, Maggie Stiefvater nos leva até o limite, em que o amor e a vida encontram seus maiores obstáculos e apenas os fortes de coração podem sobreviver. Uma leitura inesquecível.
A obra teve os direitos vendidos para o cinema e recebeu críticas excelentes, sendo eleito um dos melhores livros de 2011 pelos seguintes veículos especializados: New York Times, Publishers Weekly, School Library Journal, The Horn Book e Kirkus Reviews, além de ganhar o prêmio Michael L. Printz, concedido anualmente pela Associação Americana de Bibliotecas ao melhor livro juvenil.

Beijinhos,
LogoNathalia

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