31 de agosto de 2012

Sexta Envenenada: The Story of Son


Olá pessoal!



Demorei, mas cheguei!

Estava procurando um personagem diferente para esta Sexta Envenenada e estava louca para escrever algo sobre a J.R. Ward, mas não queria entrar logo com os Irmãos, até porque acho que a maioria já conhece os meninos. Claro que falarei de todos eles, mas em outro momento, também pensei em falar sobre Fallen Angels, mas resolvi inaugurar a seção Ward com um macho não tão divulgado dessa diva dos romances sobrenaturais.


Assim, nosso absinto dessa 6ª Sexta Envenenada é Michael.
A grande maioria dos romances normalmente nos apresenta a seguinte realidade: a mulher como o ser que carece de cuidados, que precisa ser salva de algo ou de alguém. Encontramos uma lista enorme de textos em que somos apresentadas como frágeis, complicadas, carentes, desamparadas; vivendo situações em que precisamos de um salvador, e, quando tudo parece estar perdido, eis que surge o príncipe encantado e somos salvas de todas as nossas vidas infelizes.
O herói que trago hoje, é alguém que para salvar a mocinha, deverá ser salvo antes de tudo. Assim, diferente dos homens que conhecemos no mundo do romance literário, em quase sua totalidade, Michael aparece como uma “Bela Fera” em A História de Filho (The Story of Son), ainda não editado por aqui, de autoria da nossa querida J.R. Ward, autora da Irmandade da Adaga Negra.
Como os Irmãos, Michael é um vampiro, diga-se de passagem, maravilhoso. E, também como cada um dos Irmãos, tem uma história de muito sofrimento em sua vida; a diferença é que toda sua vida foi determinada e devastada por sua própria mãe.
A História de Filho é um dos contos que faz parte da Antologia Morte ao Anoitecer (Dead After Dark Anthology) de 2008, portanto contemporâneo aos livros da IAN.
Esta é mais uma prova da qualidade dos textos de Ward, pois traz personagens fortes e um universo fantástico e, mesmo aqueles leitores que não têm uma quedinha pelos vampiros, certamente se encantarão com essa história curta, mas intensa.
O “Filho”, ou Michael, um macho que nos faz lembrar fisicamente Wrath, só que com os cabelos tipo Phury, vive trancafiado desde a infância por ordem de sua mãe humana (mais para desumana), justamente por sua natureza vampira.
Esse lindo macho sequer sabe ou se lembra de seu nome está confinado há 56 anos e, segue sua vida obscura, acreditando ser merecedor de tal destino, assim como terminará seus dias assim. Até que conhece Claire Stroughton, advogada de sua mãe e sua nova “refeição” e, embora nenhum dos dois poderia imaginar, destinada a ser sua salvadora.
Tudo acontece a partir de uma visita que Claire faz a sua cliente que, por várias razões, estava impedida de ir de Caldwell, onde reside, até o seu escritório em Manhattan durante um feriado. Durante a visita a Srta. Leeds sugere que Claire conheça seu Filho. Mas o que ela não imagina é que não se tratava de senhor de idade avançada convencional, já que a Srta. Leeds é uma anciã de aproximadamente 90 anos.
Outra das surpresas que se seguirão será a forma como vai ser apresentada ao tal Filho.
Depois de um chá, ao qual se viu forçada a aceitar por educação, Claire perde os sentidos e vários minutos a seguir...

“Claire virou-se na cama, sentindo veludo sob as mãos e suave algodão egípcio contra o rosto. Virou a cabeça de um lado para o outro no suave travesseiro, dando-se conta do martelar nas têmporas e que sentia náuseas.
Que sonho tão estranho… a senhorita Leeds e esse mordomo. O chá. O carrinho. O elevador.
Deus, doía-lhe a cabeça, mas de onde vinha esse maravilhoso aroma? Escuras especiarias… como fina colônia para homem, só que uma que nunca tinha cheirado antes. Enquanto inspirava profundamente, seu corpo se esquentou em resposta e percorreu a superfície de veludo com a palma da mão. Sentia como se fosse pele…
Espere um momento. Não tinha nada de veludo em sua cama.
Abriu os olhos… e ficou olhando fixamente para uma vela. Que estava sobre uma mesinha de cabeceira que não era dela.
O pânico rugiu em seu peito, mas a letargia prevalecia sobre seu corpo. Lutou tentando levantar a cabeça, e quando finalmente conseguiu, tinha a visão imprecisa. Não que isso tivesse alguma importância, já que podia ver mais à frente do que o superficial atoleiro de luz que caía sobre a cama.
Uma vasta e espessa escuridão a rodeava.
Ouviu um misterioso som de algo sendo arrastado. Metal contra metal. Movendo-se ao seu redor. Aproximando-se dela.
Olhou em direção ao ruído, abrindo a boca, um grito formando-se em sua mente só para ficar preso no fundo de sua garganta.
Havia uma enorme silhueta negra ao pé da cama. Um enorme… homem.”

E foi dessa forma que Claire despertou para o que seria um verdadeiro pesadelo, ou talvez sonho.
Assim como ela eu também me apaixonei por Filho, ou Michael como ela mesma começou a chamá-lo, uma vez que tanto o que viu como o que conheceu dele lhe fazia pensar em algo tão etéreo como um anjo.
Presa naquele lugar esquecido do mundo, deveria ficar ali por três dias, até que ele tivesse se alimentado, depois seria solta e sua mente limpa. Mas, diferente de todas as outras mulheres que já estiveram ali, Claire é seduzida por algo que jamais poderia pensar que existisse.

“[...]
— Quero ver seu rosto. Agora.
Houve um longo silencio. Logo ouviu as correntes e ele saiu para a luz.
Claire ofegou, levando as mãos a boca. Era tão bonito como sua voz, tão bonito como seu aroma, tão bonito como um anjo… e não parecia ter mais de trinta anos.
Sua estatura de 1,98 de altura estava envolta em um roupão de seda vermelha que caía até o chão e estava amarrado com um cinto bordado. Seu cabelo era negro como a noite e o mantinha afastado do rosto, caindo em grandes ondas até… Deus, provavelmente até a cintura. E seu rosto… sua perfeição era assombrosa, com a mandíbula quadrada, os lábios grossos, e o nariz reto. Era a síntese da magnificência masculina.
Entretanto não podia ver seus olhos. Mantinha-os baixos, olhando o chão.
— Meu Deus — sussurrou —. É irreal.
Voltou para a sombra.
— Por favor, coma. Precisarei de você novamente. Logo.
Claire imaginou-o mordendo-a… chupando seu pescoço… bebendo o que levava nas veias. E teve que lembrar a si mesma que era uma violação. E que era uma prisioneira contra sua vontade e que estava sendo usada por… um monstro.
Baixou os olhos. Parte das correntes que se deslocavam com ele ainda estava à vista. Era grossa como seus punhos e supôs que estaria fechada no seu tornozelo.
  Definitivamente, ele também era um prisioneiro.
[...]”

Gente, daí em diante é só encantamento, pois vamos descobrindo, assim como Claire, as peculiaridades desse macho; desde sua crença no fato de que é merecedor desse castigo até a perda de sua virgindade.
E, meu povo, eu amo J.R. Ward! Não que minha imaginação já não seja fértil o suficiente, mas a descrição, os detalhes que acrescenta, uau! Conseguem enrubescer a mais sem-vergonhas das periguetes.
Michael nos encanta com suas descobertas, com sua história de vida e nos faz querer ficar trancafiadas com ele e sumir com as chaves.
Por outro lado, mostra-se extremamente correto, honesto e heróico também, não aceitando que Claire o resgate desse seu destino, ainda que totalmente envolvido por ela.
“[...] 
Dimitris Kouloulias
Olhou-o fixamente. Embora fosse enorme, era tão tranquilo, reservado e humilde que não teve medo dele. É obvio que a parte lógica de seu cérebro lhe recordava que deveria estar apavorada. Mas logo pensava na forma como a tinha dominado, sem machucá-la na primeira vez que despertou. E no fato de que ele parecia ter medo dela.
Conservando o olhar nas correntes, disse a si mesma que deveria dar razão aos tumultuados pensamentos em seu cérebro. Essa coisa estava ali por alguma razão.
— Qual é seu nome? — perguntou-lhe.
Suas sobrancelhas baixaram.
Deus, a luz que se derramava sobre seu rosto o fazia parecer algo definitivamente etéreo. E ainda assim, a estrutura de seus ossos era bem máscula, firme e inflexível.
— Me responda.
 — Não tenho um — disse.
— O que quer dizer com não tem um nome? Como é chamado?
— Fletcher não me chama de nenhuma forma. Minha mãe está acostumada a me chamar de filho. Assim, suponho que esse é meu nome. Filho.
— Filho.
Esfregou as coxas com a palma das mãos, de cima para baixo, e a seda vermelha de seu roupão flutuou com elas.
— Há quanto tempo está aqui embaixo?
— Em que ano estamos?
Quando respondeu-lhe, ele falou:
— Cinquenta e seis anos.
Ela perdeu respiração.
— Tem cinqüenta e seis anos?
— Não. Trouxeram-me para cá quando tinha doze anos.
— Meu Deus… — evidentemente tinham diferentes expectativas de vida — Por que o puseram nesta cela?
— Minha natureza começou a impor-se. Minha mãe disse que desta forma seria mais seguro para todo mundo.
— Esteve aqui embaixo todo este tempo? — Devia estar tornando-se louco, pensou. Não podia imaginar estar sozinha durante décadas. Não era de estranhar que não queria olhá-la nos olhos. Não estava acostumado a interagir com ninguém — Aqui embaixo, sozinho?
— Tenho meus livros. E minhas ilustrações. Não estou sozinho. Além disso, aqui estou a salvo do sol.
A voz de Claire se endureceu quando recordou a agradável, pequena e idosa senhorita Leeds drogando-a e atirando-a ali embaixo, na cela com ele.
— De quanto em quanto tempo te trazem mulheres?
— Uma vez ao ano.
— O que? Como uma espécie de presente de aniversário?
— É o tempo máximo que posso ficar antes que minha fome se torne muito intensa. Se esperar mais, morro… difícil de acreditar. — Sua voz era impossivelmente baixa. Estava envergonhado. [...]”

Quando mais nova tive um namorado com quem fiquei por algum tempo, até descobrir que era virgem, o que eu já desconfiava, mas não fazia ideia da minha reação ao confirmar o fato. Não sei se era por imaturidade minha, ou por não estar tão na dele assim, mas acontece que dias depois terminei o namoro.
Hoje, com a experiência de vida que tenho, tenho certeza de que se um Michael aparecesse em minha vida, com tanta coisa linda como esse de Ward, juro, me encarregaria de sua pureza com a maior das paciências, e olhem: se há algo que não tenho é paciência.
Definitivamente, Michael me encantou em tudo. Vocês precisam conhecer esta história de herói e heroina, de descoberta do outro e de auto-conhecimento; certamente também vão querer dar colo a Filho, Michael.
Infelizmente não temos o livro publicado em português, mas ele está disponível em alguns blogs, ou para compra em inglês. Ele é pequeno mesmo; algo como 58 páginas e a princípio não tem ligação com a IAN, embora as situações sejam muito semelhantes, mas andei lendo, não lembro onde, que é possível que haja um contato entre os personagens deste com os da IAN. Tomara, pois é uma história muito gostosa, quente (muito quente) e bonita.
Claire entra para o rol das poucas personagens femininas que me cativaram e Michael (Filho) tornou-se meu amante literário mais doce.
Vou ficando por aqui, pois vou recomeçar a leitura dessa história e sonhar mais um pouco. Volto na próxima sexta-feira, com mais um feitiço literário!

Beijos e Carpe Diem!

Tania Lima

30 de agosto de 2012

Um lugar para ficar da @Novo_Conceito


Um Lugar para Ficar
Autor: Deb Caletti
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
Páginas: 272

Sinopse:  O relacionamento de Clara com Christian é intenso desde o começo e diferente de tudo o que ela já havia experimentado. No entanto, o que começa como um grande afeto rapidamente se transforma em obsessão, e já é muito tarde quando Clara percebe que as coisas foram longe demais e que Christian está disposto a fazer de tudo para ficar ao seu lado. Então, Clara parte da cidade e Christian fica para trás. Ninguém sabe onde ela está, mas, mesmo assim, Clara ainda luta para se livrar do medo. Ela sabe que Christian não vai permitir que ela suma tão facilmente. Não importa para onde ela vá, nunca será longe o bastante…


Clara achou que tinha o controle de tudo quando se aproximou do misterioso Christian em um jogo de basquete, o que ela não imaginava é que começar uma relação assim iria leva-lá para um mundo de ciúmes e obsessão. Ele completava sua vida, passavam horas juntos, planejavam ir para mesma faculdade até o momento que ele mostrou-se ciumento, a ponto de ser violento, por causa de um simples cartão de visitas de um mecânico.
Disposto a ajudar-la a livrar-se desse doentio relacionamento, seu pai, um renomado escritor, faz as malas e a leva para Bishop Rock uma pequena cidade litorânea. Fugir apenas afastou Clara de seus amigos e do contato físico com Christian, pois ela não consegue dar um passo sem pensar nas reações que ele teria, afinal foram meses de controle em cada ação para não despertar o lado triste e possessivo dele.
A relação dela com Christian acabou no momento em que ela decidiu fazer as malas e deixa-lo para trás, já o relacionamento dele com ela nunca acabou mesmo distante ele insistia em provar que ainda existia um vinculo entre eles.
“Força de vontade é, supostamente, uma característica boa, uma versão mais determinada e insistente da determinação e da persistência…força de vontade e obsessão, elas estão lado a lado. Fingem ser estranhas uma à outra, porém se encontram secretamente, à meia-noite.” (pág. 137)
É em Bishop que Clara vai descobrir segredos de seu pai que envolvem sua vida tanto quanto a dele. Eles vão descobrir que o amor está sempre disposto a lhe dar uma segunda chance de ser feliz, sem controles e sem medo.
“Fui até a sala, desapontada por aquele momento na cozinha ter terminado e desejei continuar eternamente nos braços dele. Não é certo como alguns momentos duram tão pouco. São tão breves e, no entanto, a gente fica na miserável aula de matemática por 50 minutos, que são os mais longos da sua vida (…)Mas um beijo doce termina rapidamente.” (pág. 185)
Um lugar para ficar é, narrado em primeira pessoa, repleto de ações reais, fazendo-nos sentir como é difícil para uma pessoa lidar com a obsessão e o ciúme de alguém que de alguma maneira ela amou/ama. Deixo recomendada a leitura para quem quiser fugir dos temas do momento e ter uma leitura super agradável.
Beijos,              


28 de agosto de 2012

Promoção de AMADA IMORTAL no Facebook

Boa noite envenenados,

Hoje entra no ar mais uma promoção que vai te dar um livro MA-RA-VI-LHO-SO!!!

Amada Imortal é o lançamento da editora Galera Record!!

Amada Imortal copy

Ainda não conhece o livro??

Então, não perca tempo e leia a sinopse e a resenha dele aqui!!

Esta promo acontecerá lá no Facebook na NOSSA PÁGINA!! 

É só clicar na aba PROMOÇÕES e seguir todas as regras do regulamento!!

Leia com atenção tudo direitinho… depois não reclame…

 

Boa sorte e boa noite!!

 

Beijocas, Math Tonionni

27 de agosto de 2012

Resenha: ‘Minha vida agora’ da @galerarecord

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Minha vida agora

Título: Minha Vida Agora
Título Original: How I live Now
Autora: Meg Rosoff
Editora: Galera Record
Páginas: 175
Ano: 2012
 
 
 
 
 
 









Sinopse:
           Uma garota nova-iorquina de 15 anos desembarca na Inglaterra, enquanto uma nova grande guerra está prestes a começar, para passar uma temporada com a tia e quatro excêntricos primos totalmente desconhecidos.
          Na imensa casa de campo, longe da agitação de Manhattan e dos conflitos com a nova madrasta, grávida do bebê que pode lhe tirar o pouco que lhe resta do pai, Daisy descobrirá o amor, o desejo, a liberdade de um cotidiano sem adultos e o valor da amizade verdadeira.

FitaLateral


Resenha
          
VIDA, palavra composta de apenas quatro letras, mas que nos lança ao desafio de escolher entre dois polos completamente distintos, vê-la passar como mero expectador ou tomar as rédeas de nosso destino e vive-la intensamente tornando-a nossa sem demora.
        
Meg Rosoff nos encanta com seu livro de estreia, contando-nos uma grande parte da vida de Daisy, que se constata logo no início do livro, ser extremamente teimosa com muitas coisas, inclusive com seu próprio nome.
         
Daisy é uma adolescente nova iorquina que se encontra desgostosa com o rumo que está tomando sua história, por várias razões, sua mãe morreu quando ela nasceu; seu pai casou-se novamente e sua madrasta está grávida de um meio-irmão, que ela teme ocupar o restinho de atenção que sobra de seu pai. Nesse contexto ela embarca para o interior da Inglaterra na viagem que irá alterar o curso de sua existência.
          
Ao chegar ao velho mundo ela é surpreendida com a recepção de seu primo Edmond, que além do fato de buscá-la dirigindo um jipe velho, fugindo do estacionamento do aeroporto para não pagá-lo, fuma e tem apenas 14 anos. #chocada#
          
Ao chegar à fazenda onde vive sua tia, Daisy é apresentada aos outros primos, que se mostram tão incomuns e únicos quanto Edmond. Osbert o mais velho, Issac gêmeo de Edmond e Piper a caçula, que logo conquista a confiança da prima recém-chegada. Eles iniciam uma bela amizade, no entanto, Daisy e Edmond se entrelaçam um pouco além da amizade entre primos, e descobrem juntos o desejo, a paixão e o sexo, tudo contado com leveza e singularidade. Contudo o conflito que estava latente se inicia e a proporção do que está ocorrendo no mundo, chega até a bolha de felicidade criada por eles na fazenda, revelando todo o horror que a guerra submete os que nela são envolvidos.
         
 “A Calmaria Antes da Tempestade parecia ser o tipo certo de frase para aparecer na cabeça de uma pessoa naquela ocasião, independentemente do quão feliz eu estivesse no momento porque tendo em vista como a minha vida havia sido até então, eu tinha muita prática em não esperar que tudo saísse como no filme padrão para chorar de Hollywood, com a garota cega interpretada pela Esperançosa Pelo Oscar deste ano e o menino aleijado andando miraculosamente e todo mundo indo feliz para casa.” Pág. 34 e 35.
          
Um romance delicioso, divertido, envolvente e em alguns momentos cruelmente verdadeiros, porém permeado por tiradas fantásticas e bastante sarcásticas de nossa protagonista. Escrito como se fosse um diário o que dá um ritmo envolvente a narrativa, no entanto atenção, pois os diálogos não são marcados por travessão.
          
O livro está bem editado com pouquíssimas falhas de impressão, e a capa é de uma delicadeza típica da adolescência.
          
Em meio a algumas situações tristes e em outros momentos leves e divertidos “Minha Vida Agora” nos permite refletir sobre os caminhos que escolhemos e que definem nossas vidas.
          
Aproveite a leitura deste maravilhoso livro e torne-se confidente das aventuras e desventuras de Daisy e da descoberta de seu intenso desejo de reinventar sua VIDA.
         
 Beijos, Cla.DSC08964[6]
Clarice Julião


Mãe, esposa e leitora apaixonada.
Trabalha com gestão de trânsito e adora livros, filmes e a Saga Crepúsculo.
Seguidora do Envenenadas e agora é resenhista oficial do blog!

26 de agosto de 2012

O que rolou na Bienal #1: Encontro com @A_Planeta

Voltei … e como prometido na minha ultima resenha, hoje trago para você uma parte do que rolou na 22ª Bienal no livro em São Paulo.

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No primeiro sábado, 11 de agosto, fui como blogueira para tentar aproveitar bem o estandes, saber das novidades e ver o que me esperava para os outros dias(siiim eu trabalhei na Bienal). Uma das minhas missões como representante do Envenenadas era passar nas editoras parceiras tirar algumas fotos e anotar os lançamentos e presentea-los com alguns mimos do blog. Como todo Bookaholic sabe um dia na Bienal é equivalente a passar em no máximo 5 estandes e mesmo assim não ver todos os detalhes, resumindo; foi o que aconteceu comigo e uma das poucas editoras que consegui passar e conversar com o pessoal foi a Editora Planeta…

Com um estande super colorido, a editora chamava atenção de quem passava pela travessa G, os destaques ficaram por conta de Duplo Dexter e Despertar:

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A atenção e simpatia dos funcionários foi um show a parte, assim que entrei no estande fui SUPER bem atendida e recebi bottons de Duplo Dexter, encontrei nosso contanto, o Felipe, e fui apresentada  a Fernanda e a Juliana. Conversamos um pouco entreguei para ele nosso kit e fiz a inscrição do blog novamente, assim que terminei, ganhei duas sacolas CHEIIIAS de brindes, uma para mim e outra para Mathilde \o>…

DSC03272Uma das coisas que veio foi esses cremes MARAS da nivea

DSC03264Dá esquerda para direita: Fernanda, Felipe, EU e Juliana.

Agradeço a Editora Planeta pela atenção e que venha mais encontros assim \o/*

Fiquem de olho que tem mais “O que rolou na Bienal” essa semana.

Até mais,                 

Nathy Bells

25 de agosto de 2012

A festa de casamento pela @A_Planeta

Hey Envenenados tudo bem? Depois de algumas semana em off por causa da bienal, trago para vocês a resenha de um livro super fofo…


A Festa de Casamento
Autor: Patrícia Scanlan
Editora: Planeta
Ano: 2012
Páginas: 400



Sinopse:
Nada como um lindo casamento... Para começar a Terceira Guerra Mundial! Pois é isso que acontecerá se Connie Adams, a mãe da noiva, não conseguir apaziguar as coisas entre Debbie e o pai. O ex-marido de Connie insiste em levar sua nova esposa e sua insuportável filha adolescente no grande dia, mas Debbie prefere se casar em um boteco do que tê-los na sua festa. Ainda por cima, a já estressada noiva precisa lidar com seu chefe abusivo e com a suspeita de que talvez seu noivo esteja tendo dúvidas sobre a escolha que fez. Fica a dúvida: poderá esta família viver feliz ou todos se encaminham para um divórcio tenebroso?



Debbie Adams está a poucas semanas de seu casamento com Bryan, um moço carinhoso e mimado que completa a loucura que é sua vida. O que ela não sabia é que essa data tão especial poderia afetar tantas pessoas.
Divido em duas partes,noivado e casamento, o livro nos apresenta vários pontos de vistas sobre essa data tão importante; desde Debbie que tem que tomar a difícil decisão de perdoar ou não seu pai, que deixou sua mãe quando ela ainda era pequena, lidar com a esposa dele que é uma das mais renomadas cerimonialista que não se conforma que o estilo simples do casamento… fora todo o estresse que uma noiva passa quando a data se aproxima. Até sua chefe Judith que percebe que boa parte de sua vida passou e ela ainda está presa aos caprichos de sua mãe, tudo porque não conseguiu dizer não à mãe quando seu querido pai faleceu.
Escrito de forma leve e divertida, narrado em terceira pessoa, passamos de um ponto de vista a outro sem criar aquela típica confusão que um livro com muitas “opiniões” pode causar. É o tipo de história que prende a atenção do leitor por poder se tornar real, afinal de contas basta reunir a família para um casamento para que as situações mais embaraçosas e engraçadas aconteçam.
Conforme a leitura vai chegando ao fim aquele alivio por tudo ter dado certo aparece, foi quando percebi que o Felizes para sempre ainda não tinha aparecido… isso mesmo o livro não acaba, Patrícia deixa algumas situações em aberto para serem resolvidas na continuação Happy Ever After (sem tradução e data de lançamento aqui no Brasil).
Impossível resenhar esse livro e não comentar o kit super fofo que a Editora Planeta mandou para nos parceiros:
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Kit com o livro, um convite fofo e um bem casado que segundo a Math estava delicioso. Cada blogueiro tinha também a chance de participar do sorteio de um kit Nivea cheiiiio de produtos, e o Envenenadas foi o sorteado \o/

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P.S: Fiquem de olho, essa semana começam os posts sobre o que rolou na Bienal em São Paulo e é claro tem encontro com a Editora Planeta ;)
Beijos,                 

24 de agosto de 2012

Sexta Envenenada: Dom de Natal

[Sexta5%2520copy%255B4%255D.png]Olá queridos Envenenados!

Antes de mais nada, perdoem a demora em postar. Esta semana está mesmo tumultuada por aqui, mas, para compensar, hoje trago não apenas um, mas dois gatos para enfeitiçar nossa sexta-feira. Assim, espero que gostem!

Absintos de hoje: Jason Law & Mac Taylor

Tarefa difícil essa de escolher sobre qual personagem falar, ainda mais se estivermos falando de personagens de grandes escritores. Para amenizar meu dilema, escolhi uma autora muito pouco conhecida, que tem pouquíssimos livros publicados... alguém já ouviu falar de Nora Roberts??? Acho que não... rs
Então, hoje quero apresentar a vocês dois personagens muito diferentes em basicamente tudo, mas que são magníficos em vários sentidos. Ambos são protagonistas de um mesmo livro, embora em histórias separadas.
Vamos conhecer um pouco sobre Jason Law e Mac Taylor, de De volta, no Natal e Nosso pedido de Natal, respectivamente, do livro Dom de Natal de Nora Roberts, editado aqui pela Harlequin Books.
...
Começando por Jason, que está de volta a sua cidade natal, após dez anos.
“... Quando partiu, era um rapaz magro e rebelde de 20 anos, usando surradas calças jeans. E, agora voltava como um homem que aprendera a substituir a rebeldia por arrogância e fora bem-sucedido. Seu corpo ainda era magro, mas ajustava-se perfeitamente às roupas feitas sob medida em Savile Row e na Quinta Avenida. Dez anos haviam transformado o garoto desesperado, determinado a deixar sua marca no mundo, em um homem visivelmente satisfeito consigo mesmo por já ter alcançado esse objetivo. O que esses dez anos não haviam mudado era seu interior. Jason ainda buscava suas raízes, seu lugar. E era por isso que estava voltando a Quiet Valley.”
Jason Law (Ryan Gosling)
Como muitas pessoas reais, Jason sai de seu lar em busca de horizontes mais prósperos, provavelmente acreditando que a felicidade pode ser encontrada em algum lugar físico. Mas, com o passar do tempo e depois de tantas experiências, ainda que ele não admita, percebe que a felicidade está dentro de cada um de nós, nas coisas mais simples e comuns da vida.
Acontece que, quando deixou seu lar para trás, deixou também seu coração com a jovem Faith assim como levou o dela consigo. O que ele não esperava era que Faith tomasse outra decisão: a de não esperar por ele.
“Depois de dez anos, ele descobriu que não ficara mais fácil aceitar essa decisão. Mas, ainda assim, forçou-se a acalmar-se enquanto parava o carro no acostamento. Ele e Faith haviam sido amigos, e amantes por pouco tempo. Jason tivera outras mulheres desde então, e Faith se casara. Mas ele ainda se lembrava de como ela era aos 18 anos. Adorável, gentil, ávida. Faith quis ir com ele, mas Jason não permitira. Então, ela prometera esperar. Mas não o fizera. Ele respirou fundo e saiu do carro.”
Com um misto de saudade e revolta ele retorna ao seu lugar de origem, para tentar provar para si mesmo que tudo o teve ali ficou no passado.
Claro, quando nos preparamos para tomar determinadas decisões na vida, raramente contamos com a possibilidade de que quase nada acontecerá como queremos, principalmente em se tratando de outras pessoas. Assim, Jason está decidido a deixar tudo isso para trás e seguir com sua vida conforme havia planejado. Até reencontrar Faith.
“Emoldurada pelo batente da porta, com a tênue luz do inverno, insinuando-se pelas pequenas janelas, ela estava ainda mais encantadora do que ele se lembrava. Jason tivera a esperança de que fosse diferente. Esperava que as imagens que guardava dela fossem exageradas, do jeito que muitas fantasias são. Mas Faith estava ali, em carne e osso, e tão linda que o fez perder o ar. Talvez por isso, o sorriso que apareceu no rosto dele foi cínico e sua voz, fria.
─ Olá, Faith.
Ela não conseguia se mexer, nem para trás, nem para frente. Ele a encurralara, do mesmo modo que fizera muitos anos antes. Jason não soubera disso naquela época e ela não poderia deixá-lo saber agora. A emoção, que durante tanto tempo ficara contida, mantida em segredo, lutava contra a força de vontade dela, mas finalmente foi posta de lado.
─ Como você está? – ela conseguiu perguntar, as mãos ainda segurando com força a boneca.
─ Bem. – Ele caminhou para ela. Deus, como o deixava satisfeito ver o quanto estava nervosa. Deus, como o atormentava perceber que o perfume era o mesmo. Suave, jovem, inocente. – Você está maravilhosa. – Ele disse isso descuidadamente, como se estivesse apenas bocejando.
─ Você era a última pessoa que eu esperaria ver entrar por essa porta. – Era a pessoa que ela aprendera a parar de aguardar a cada vez que uma porta se abria. Decidida a recuperar o controle, Faith afroxou a pressão em torno da boneca. ─ Quanto tempo vai ficar na cidade
─ Apenas alguns dias. Vim por impulso.
Ela riu e esperou não ter parecido histérica.
─ Você sempre faz isso, não é? Nós lemos muito a seu respeito. Você conseguiu conhecer todos os lugares que queria.
─ E mais alguns.
Fatih virou-se de costas, dando a si mesma um momento para fechar os olhos e se recompor emocionalmente.
─ Quando você ganhou o Pulitzer, colocaram uma matéria na primeira página do jornal. O Sr. Beantree pavoneou-se pela cidade como se tivesse sido seu mentor. `Bom garoto esse Jason Law`, dizia ele. ‘Eu sempre soube que ele seria alguém.’
─ Vi sua filha.
Aquele era o maior medo de Faith, e também sua maior esperança, o sonho que colocara de lado tantos anos atrás. Ela curvou-se casualmente para pegar o véu.
─ Clara?
─ Aqui fora. Ela estava a ponto de massacrar um garoto chamado Jimmy.
─ Sim, essa é Clara. – O sorriso espontâneo era tão devastador quanto fora quanto Faith ainda era uma criança. – Ela é uma adversária cruel – completou, e quis acrescentar ‘como o pai’. Mas não ousou.
Havia tanto a ser dito! E tanto que não poderia ser dito! Se ele tivesse um único desejo naquele momento, teria sido chegar mais perto e tocá-la. Tocá-la apenas uma vez e lembrar-se de como era antes.
Vi suas cortinas de renda.
O arrependimento a inundou. Ela teria se contentado com janelas nuas e paredes brancas.”
De volta, no Natal é um romance doce sem ser piegas. É uma história simples e descomplicada de encontros e desencontros, de abrir mão daquilo que mais desejamos em prol do outro, de silenciar e aceitar, sem ser submisso. Um texto delicioso e envolvente escrito com muita sensibilidade pela Sra. Nora Roberts que, ao contrário da minha brincadeira inicial, é um verdadeiro fenômeno editorial, encabeçando inúmeras vezes a lista dos mais vendidos do The New York Times.
...
Já em Nosso pedido de Natal, temos a história encantadora de Mac Taylor, um pai solteiro, lindo e meio descrente quanto às mulheres, que vive para o trabalho e para criar seus filhos gêmeos Zack e Zeke.
Henry Cavill Henry Cavill
Mac Taylor (Henry Cavil)
Sua história começa quando seus filhos resolvem fazer um pedido bem diferente para o Papai Noel. Ambos resolvem pedir ao bom velhinho uma mamãe de presente de Natal, com direito a descrição da mercadoria:
“Querido Papai Noel,
Nós temos sido bons. [...]
Nós alimentamos Zark e ajudamos nosso papai. Queremos uma mãe de presente de ‘Natau”. Uma mãe boa, que tenha um cheiro bom e não seja ‘mauvada’. Ela pode sorrir muito e ter cabelo ‘amareulo’. Ela precisa gostas de garotos pequenos e cachorros grandes. Ela não pode se incomodar com sujeira e tem que gostar de fazer ‘biscotos’. Queremos que seja bonita, esperta e que nos ajude com o dever de casa. Vamos cuidar bem dela. Queremos ‘biciclietas’, uma vermelha e uma ‘azu’. Você ainda tem um montão de tempo para encontrar a mamãe e para fazer as ‘biciblietas’, assim vai poder ‘aproveitá’ as festas de fim de ano. Obrigado. Amor, Zeke e Zack.”
É com essa fofura que essa história comum começa. Digo comum, porque é um tema que é corriqueiro: alguém tem que criar seus filhos sozinho, seja homem ou mulher. E, do ponto de vista da criança, é exatamente o que acontece: ou eles desejam que seus pais (separados) reatem ou que seu pai, ou mãe, viúvo, encontre um par, para que possam ter uma família completa. Simples assim.
A coisa complica quando olhamos com os olhos de adultos. Tudo é mais difícil, é mais doloroso... afinal, adulto é para complicar tudo mesmo, senão não seria adulto.
Para Mac Taylor é exatamente assim. Ele não tem plano nenhum de ser envolver novamente com alguma mulher. Tudo o que deseja é poder fazer o melhor por seus filhos; educá-los bem e vê-los crescer felizes. Contanto que seja sozinho.
Mas ele não faz a menor ideia do que seus filhos andam tramando e, nesse ínterim, chega à Taylor´s Grove a nova professora de música da escola secundária da cidade.
Assim, quando está indo de mais um dia de trabalho para buscar os meninos na escola da sobrinha (que cuidava deles até sua chegada), ele conhece Nell Davis.
“[...]
Ele empurrou as portas do auditório e a música ocupava todo o espaço. Encantado, ficou de pé no fundo, observando os cantores. Uma das alunas tocava piano. Uma moça linda, pensou Mac, que agora olhava para cima e gesticulava para animar os colegas a se esforçarem mais.
Ele conjecturava onde estaria a professora de música quando viu os filhos sentados nos assentos da primeira fileira. Mac caminhou silenciosamente pelo corredor, acenou para Kim quando seus olhares se encontraram, sentou-se atrás dos filhos e se inclinou à frente.
─ Belo show, hein?
─ Papai! – Zack quase gritou, então lembrou-se bem a tempo e falar em um sussurro animado. ─ É Natal!
─ Com certeza, é como soa. Como está Kim?
─ Ela é ótima. ─ Zeke agora se considerava um especialista em arranjos de corais. – Ela vai fazer um solo.
─ É mesmo?
─ Kim ficou com o rosto vermelho quando a Srta. Davis lhe pediu para cantar sozinha, mas se saiu bem. – Zeke estava muito mais interessado em Nell naquele momento. – Ela é bonita, não é?
Um pouco surpreso diante da declaração do filho – os gêmeos eram apaixonados por Kim, mas não eram muito dados a elogios -, ele assentiu.
─ Sim. A garota mais bonita da escola. [...]
─ A professora – completou Zack, com um olhar irritado para Zeke. – A mais bonita. – Ele apontou e o pai acompanhou a direção até o piano.
─ Ela é a professora? – Antes que Mac pudesse reavaliar o que pensara, houve um último acorde, a música parou e Nell se levantou.
─ Foi muito bom mesmo! Uma primeira passada muito consistente. ─ Ela colocou o cabelo alvoroçado para trás. ─ Mas ainda precisamos trabalhar muito. Gostaria de marcar o próximo ensaio para segunda-feira, depois da aula. Às 15h45.
No mesmo instante começaram as conversas e a agitação, e Nell precisou subir o tom de voz para conseguir transmitir o restante das suas instruções acima do barulho. Satisfeita, virou-se para sorrir para os gêmeos e se pegou rindo para uma versão mais velha, e muito mais perturbadora, dos gêmeos Taylor.
Não havia dúvida de que era o pai deles, pensou Nell. O mesmo cabelo cheio e escuro, encaracolado sobre o colarinho de uma camiseta suja. Os mesmo olhos azul-piscina, orlados por cílios longos e escuros, a encaravam. O rosto podia não ter a delicadeza levemente arredondada das crianças, mas a versão mais rude também era muito atraente. Era alto e magro, e tinha o tipo de braço que parecia forte sem ser obviamente musculoso. Estava bronzeado e mais do que um pouco sujo. Ela se pegou imaginando se aparecia uma covinha no canto direito de sua boca quando ele sorria. [...]
Esse é o primeiro encontro de Mac, desconfiado, fechado e tenso com Nell, alegre, sonhadora e prática. Ele tentando manter sua vida no ritmo que se auto-impôs, dentro de uma normalidade que ele acredita ser o melhor para si e seus filhos, enquanto que Nell está tentando recomeçar a sua vida de maneira mais simples e despreocupada, num ritmo menos acelerado que o que levava em Nova York.
Dá para se ter uma noção do que pode acontecer quando pessoas tão distintas se encontram.
Essa história charmosa e também docemente livre de pieguices completa o livro Dom de Natal. Cheia da magia emocionante desse período de festas, de doação e de amor. Uma leitura tranquila e leve com a qual temos uma pequena parcela do grande talento de Norinha!
Fico por aqui, com a promessa de mais emoções para a próxima semana e com uma vontadinha de comer rabanadas.
Até a próxima semana!

Beijos e Carpe Diem!

Tani@

23 de agosto de 2012

Reta final do ‘Desafio Envenenado’!

Oi galerinha,

A promo Desafio Envenenado está chegando ao fim…

Já participou? Ainda não?? Vai perder todos este prêmios?

Desafio copy

O Desafio Envenenado #1 e o Desafio Envenenado #2 estão no ar!

Pra quem não sabe do que eu estou falando… eu explico… rs!!

Em comemoração ao aniversário de 2 anos do nosso blog… Estamos colocando por aqui alguns Desafios Envenenados!!

Coisa para corajosos envenenados!!

Pelo banner acima já deu para perceber os prêmios do ganhador, né?!

Quem topou participar do desafio poderá ganhar e levar para casa 5 KITS de livros da nossa editora querida Novo Conceito!!

Seriam 3 desafios, mas como recebemos muitas imagens dos dois primeiros resolvemos deixar por isso mesmo!!

 

Hoje postaremos as imagens dos últimos participantes!!

 

O primeiro é da Fran Alves

Fran Alves

Uau… amamos!!

 

O segundo é da Agda

Agda4

Ai… eu amo esse livro… Adorei!!

 

E o terceiro desafio é o da Erica Martins

Moment_By_EriCa_MarTins

Que lindooooooooooo…

 

Bem… estamos encerrando o desafio e o resultado sai no domingo agora, dia 26/08!

Fiquem ligados e cruzem os dedos!!

Beijocas, Math Tonionni

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